-
Paraguai sofre com um a menos mas vence Turquia (1-0), que está eliminada da Copa do Mundo
-
Paraguaio Almirón é o primeiro expulso por tapar a boca na Copa do Mundo
-
Brasil fez uma 'partida completa', diz Ancelotti, que espera Neymar contra Escócia
-
Brasil ganhou 'confiança' para a Copa com 'atuação excelente' contra o Haiti, diz Vini Jr
-
Brasil elimina Haiti (3-0) e lidera Grupo C da Copa do Mundo
-
Governo da Bolívia e central sindical fecham acordo para levantar protestos
-
Curaçao deve aproveitar Copa do Mundo com realismo, diz técnico Dick Advocaat
-
Estado de saúde de Raoni é grave, mas estável, informa hospital
-
Técnico do Equador pede cautela contra Curaçao: 'Não somos a Alemanha'
-
Timber está fora e De Jong é dúvida na seleção holandesa contra a Suécia
-
Governo da Bolívia e central sindical fecham acordo após semanas de crise
-
Marrocos vence Escócia (1-0) pelo grupo do Brasil na Copa
-
James Burrows, diretor de 'Friends', morre aos 85 anos
-
Neutralizar 'velocidade' da Costa do Marfim será fundamental para vitória, diz técnico da Alemanha
-
Bradley Barcola agita concorrência no ataque da França
-
Yan Diomandé, da Costa do Marfim, vive Copa do Mundo como homenagem à irmã falecida
-
Kane diz que viveu um de seus melhores momentos com a seleção da Inglaterra ao som de 'Wonderwall'
-
Museu de IA oferece imersão sensorial na Floresta Amazônica
-
Embalada, Suécia enfrenta seleção holandesa pressionada no Grupo F da Copa
-
Estados Unidos vencem Austrália (2-0) e se classificam para próxima fase da Copa do Mundo
-
Israel e Hezbollah concordam com cessar-fogo no Líbano
-
EUA recebe novo Air Force One doado pelo Catar
-
Uruguai precisará ter paciência contra uma seleção de Cabo Verde 'muito física', diz Bentancur
-
Koné passa por cirurgia e está fora da Copa do Mundo
-
Polônia retira condecoração de Zelensky
-
Presidente da Costa Rica é evacuada de área de garimpo ilegal após explosão
-
Argentina avalia mudanças para garantir classificação contra a Áustria
-
Lula diz que Neymar está fazendo 'home office' na Copa do Mundo
-
Opositora encarregada de diálogo com governo na Venezuela vai aos EUA para reuniões
-
Argélia apresenta reclamação à Fifa por 'arbitragem injusta' em jogo contra Argentina
-
Nos "Altos de Trump", israelenses gostam de Trump apesar do acordo com Irã
-
Raoni é transferido para hospital em São Paulo para seguir tratamento
-
CR7 é 'foco de atenção', mas todo o elenco português está 'em questão', diz Rúben Dias
-
Sabalenka bate Bartunkova e avança às semifinais do WTA 500 de Berlim
-
Macron critica centros de deportação para migrantes e rejeita financiamento da UE
-
Lamine Yamal considera 'desnecessário' jogar 90 minutos contra Arábia Saudita
-
Agricultores indígenas decidem endurecer protestos na Bolívia
-
Israel e Hezbollah pactuam trégua no Líbano, com acordo EUA-Irã em suspenso
-
Zverev enfrentará Fritz nas semifinais do ATP 500 de Halle
-
Governo francês ativa célula de crise por onda de calor
-
De la Fuente se apega à sua estratégia para sucesso da Espanha na Copa do Mundo
-
Itália reage com indignação a comentários de Trump sobre Meloni
-
Últimos bombardeios israelenses deixam ao menos 47 mortos no Líbano (governo)
-
Israel e Hezbollah concordam com cessar-fogo no Líbano enquanto pacto entre EUA e Irã permanece em suspenso
-
Equador precisa vencer Curaçao para sonhar com classificação na Copa do Mundo
-
Alemanha busca impor domínio na Copa do Mundo diante da Costa do Marfim
-
Torcedores africanos viram as costas à África do Sul na Copa do Mundo após violência xenófoba
-
México garante vaga no mata-mata enquanto Brasil precisa de vitória contra Haiti
-
Hospital de Milão testa robô que promete liberar tempo da equipe de saúde
-
Acordo Irã-EUA sob ameaça com aumento da violência no Líbano
A dupla operação dos EUA para resgatar aviadores no Irã
Dezenas de aviões e helicópteros, voando de dia e de noite, e centenas de homens envolvidos para uma operação "extremamente perigosa": resgatar dois aviadores americanos no interior do Irã.
Às 4h40 da sexta-feira (horário de Teerã), soa o alarme: atingido por um míssil terra‑ar portátil, um caça F-15E — de codinome Dude 44 — sofre danos, e seus dois tripulantes ejetam-se sobre território inimigo.
O Exército americano se mobiliza imediatamente para ir buscá-los, custe o que custar.
Os dois militares aterrissam em lugares distintos, em uma região árida e montanhosa do sudoeste do Irã. Em um primeiro momento, só o piloto é localizado.
É iniciada uma primeira operação de busca: 21 aeronaves decolam para irem ao resgate do militar, designado pelo codinome Dude 44 Alpha.
Aviões A‑10, especializados em ataques terrestres, abrem o caminho, atacando os iranianos que também estavam à procura do aviador, detalhou em coletiva de imprensa o chefe do Estado-Maior Conjunto das forças armadas americanas, o general Dan Caine, ao lado do presidente Donald Trump.
Atrás desses aviões, e como revelam alguns vídeos difundidos nas redes sociais, helicópteros HH‑60 voam em altitude muito baixa e em pleno dia, abastecidos por um avião-tanque.
Essas forças são bem-sucedidas no resgate do aviador Dude 44 Alpha.
Porém, conforme reconheceu o general Caine, um dos A‑10 foi atingido por disparos iranianos.
"O piloto seguiu combatendo" antes de decidir "que não podia aterrissar sua aeronave", por isso se ejetou fora do território iraniano e foi resgatado sem problemas.
Durante o trajeto de volta desta primeira equipe, na sexta-feira, os helicópteros foram alvo de disparos de armas leves, um dos aparelhos foi atingido e sua tripulação sofreu ferimentos leves, detalhou o chefe do Estado-Maior Conjunto.
- Presos na areia -
Enquanto isso, o segundo aviador ejetado, de codinome Dude 44 Bravo, "pôs em prática o que havia aprendido e subiu para as áreas montanhosas", enquanto "sangrava abundantemente", para evitar ser capturado pelos iranianos, garantiu Donald Trump.
Escondido em uma cavidade rochosa, "cuidou de suas feridas e fez contato com as forças americanas para transmitir sua localização", acrescentou o presidente americano.
Mediante "recursos humanos e tecnologia de vanguarda que nenhum outro serviço de inteligência no mundo possui", a CIA o localizou e identificou, reportou o diretor desta agência, John Ratcliffe.
A partir daí, Washington mobiliza um "esquadrão aéreo" para resgatá-lo: 155 aeronaves, entre eles quatro bombardeiros, 64 caças, 48 aviões-tanque, 13 aparelhos de resgate e drones.
Mas uma boa parte dessas aeronaves serviu como isca, afirmou Donald Trump. "Queríamos que [os iranianos] acreditassem que ele estava em outro lugar", explicou.
Nenhum dos dirigentes americanos deu detalhes sobre o desenvolvimento exato da operação de comando que permitiu resgatar o aviador.
O que admitiram é que alguns aparelhos mais pesados ficaram "francamente presos" na areia, segundo Trump, e não puderam decolar. Então foi preciso enviar aviões "mais rápidos e leves" para retirar Dude 44 Bravo do Irã.
Durante a partida, "explodimos os aviões" presos para evitar que caíssem nas mãos dos iranianos, explicou o presidente.
Teerã confirmou que dois helicópteros Black Hawk e dois aviões de transporte militar C‑130 tinham sido destruídos; imagens mostram destroços geolocalizados cerca de 50 km ao sul da cidade de Isfahan.
"À meia-noite do Domingo de Páscoa, horário de Washington, mais de 50 horas depois do início desta operação, o Centro de Resgate declarou que os dois aviadores do Dude 44 tinham retornado a território amigo", concluiu o general Dan Caine.
Não houve mortes registradas do lado americano.
Por sua vez, cinco pessoas morreram do lado iraniano durante a operação, segundo a agência Tasnim.
E.Flores--AT