-
Kimi Antonelli, o mais jovem a chegar ao topo da Fórmula 1
-
Chervon nomeia Jody Grimsley como gerente sênior de Contas Nacionais
-
Chervon asciende a Soobia Haroon a vicepresidenta de Recursos Humanos para Norteamérica
-
Chervon nomeia Thomas Scherer vice-presidente de Desenvolvimento Organizacional para Vendas, Marketing e Serviço
-
Antonelli se torna, no México, o campeão mais jovem da Fórmula 1
-
Termina trégua excepcional no sul da Ucrânia
-
George Russell: da expectativa à decepção
-
Kimi Antonelli se torna, no México, o campeão mais jovem da Fórmula 1
-
Dez momentos da trajetória de Antonelli rumo ao título mundial de F1
-
Kimi Antonelli, a desenvoltura de um jovem no topo da Fórmula 1
-
Juan Carlos Ferrero vai treinar Ben Shelton em 2027
-
Binance retoma saques após roubo de mais de US$ 6 bi em ciberataque
-
Ciara Mageean, ex-campeã europeia de atletismo, morre aos 34 anos
-
Saibari, do Bayern, passa por cirurgia bem-sucedida no tornozelo direito
-
Lyon e Paris FC vencem e acompanham ritmo do PSG; Monaco fica para trás
-
Cinco aspectos sobre a crise institucional na Polônia
-
Real Madrid vence Racing Santander (3-0) e deixa de lado polêmica com a China
-
Arsenal vence na visita ao Liverpool (1-0) e é o novo líder da Premier League
-
Trump e republicanos se mobilizam para evitar vitória democrata nas legislativas
-
Vacherot vence Lehecka e conquista na Basileia seu 2º título no circuito ATP
-
Milhares de pessoas protestam na Índia contra revisão do censo eleitoral
-
Combates no oeste do Iêmen deixam mais de 300 mil deslocados, segundo ONU
-
Sueco Andreas Almgren e queniana Sheila Chepkirui vencem a Maratona de Nova York
-
Lazio vence Cagliari (2-1) e se isola na liderança do Italiano
-
Últimas horas de uma trégua excepcional no sul da Ucrânia
-
Televisão pública chinesa não transmite jogo do Real Madrid devido a polêmica com Mbappé
Acordo Irã-EUA sob ameaça com aumento da violência no Líbano
Pouco depois da assinatura, o protocolo de acordo entre Irã e Estados Unidos se vê ameaçado pelo aumento da violência no Líbano, onde Israel anunciou que permanecerá para combater o grupo Hezbollah.
Os bombardeios israelenses mataram ao menos 18 pessoas e deixaram 33 feridos durante a noite, segundo um balanço provisório do Ministério da Saúde libanês, enquanto o Exército israelense informou a morte de quatro soldados, um deles de alta patente.
Estes foram os bombardeios mais intensos e o maior número de vítimas desde o anúncio, na segunda-feira, do acordo para encerrar o conflito no Oriente Médio, que prevê um cessar-fogo "em todos os fronts, inclusive no Líbano", uma condição exigida pelo governo do Irã, aliado do movimento islamista libanês Hezbollah.
A guerra, desencadeada pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra a República Islâmica em 28 de fevereiro, provocou milhares de mortes, principalmente no Irã e no Líbano. O conflito também abalou a economia mundial com o fechamento do Estreito de Ormuz, fundamental para o trânsito de combustíveis.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, insistiu nesta sexta-feira que o Exército do país permanecerá no Líbano "o tempo necessário" e advertiu que o Estado hebreu dará uma "resposta considerável" a qualquer ataque do Hezbollah, que afirmou que prosseguirá "vigilante".
O Exército israelense anunciou que atacou "mais de 80 alvos" e matou "dezenas" de membros do Hezbollah. Muitos moradores fugiram do sul do país após os ataques.
- Sem nova data -
No campo diplomático, o governo suíço anunciou o adiamento, para uma data ainda não determinada, das negociações inicialmente previstas para esta sexta-feira (19) entre Teerã e Washington, que deveriam abrir caminho para um processo de 60 dias de discussões sobre a delicada questão do programa nuclear iraniano.
A semana havia começado com um clima de otimismo, com o anúncio de um acordo para encerrar o conflito, assinado eletronicamente na quarta-feira pelo presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, e por seu homólogo americano, Donald Trump.
O líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, afirmou em uma mensagem escrita na quinta-feira que aprovou o documento, mas com ressalvas. No futuro, devem acontecer "negociações presenciais" com os Estados Unidos, mas isso "não significa aceitar o ponto de vista do inimigo", destacou.
Enquanto isso, o tráfego foi retomado no Estreito de Ormuz, uma via marítima crucial para o comércio mundial de combustíveis: 25 navios comerciais atravessaram a passagem na quinta-feira, um volume inédito desde meados de abril e cinco vezes superior à média dos 10 primeiros dias de junho, segundo dados da plataforma de rastreamento marítimo AXSMarine.
Desde o início da guerra, Teerã havia fechado o estreito de fato, ao que os Estados Unidos responderam com o bloqueio dos portos iranianos.
"As operações de retirada das minas no estreito continuam", indicou a AXSMarine, que pediu às empresas de navegação que atuem com "cautela".
A televisão estatal iraniana, citando um comunicado do Conselho Superior de Segurança Nacional, anunciou que os navios que desejarem passar pelo estreito terão que apresentar um pedido a um novo organismo governamental.
Segundo os termos do protocolo de acordo, "nada será cobrado durante um período de 60 dias", recordou a emissora.
Os preços do petróleo interromperam a sequência de baixas nesta sexta-feira, após as quedas expressivas após o anúncio do acordo, com o barril de Brent do Mar do Norte, referência no mercado internacional, sendo negociado em torno de 80 dólares.
- "Fracasso dos Estados Unidos" -
Nos Estados Unidos, a imprensa criticou duramente o memorando de entendimento, que oferece enormes vantagens financeiras ao Irã, sem exigir o desmantelamento de sua infraestrutura nuclear.
Washington se compromete, em caso de acordo definitivo, a facilitar com seus "parceiros regionais" o desbloqueio de um fundo de 300 bilhões de dólares para a reconstrução e o desenvolvimento econômico do Irã.
Segundo o The Wall Street Journal, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos pedirá ao Congresso a aprovação de um pacote de quase 80 bilhões de dólares para cobrir os custos gerados pela guerra no Irã, em um momento delicado para Trump, a quem parte da população acusa de destinar dinheiro dos contribuintes para financiar a guerra, enquanto os preços do petróleo e a inflação dispararam.
O acordo "constitui o fracasso dos Estados Unidos", comentou o principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, que ressaltou nesta sexta-feira que as negociações com Washington continuarão limitadas pelas "linhas vermelhas" de Teerã.
"Se o inimigo busca ser excessivo, nós demonstramos que nossos dedos estão no gatilho e não hesitamos em dar uma resposta esmagadora ao inimigo", advertiu.
Em Teerã, Mina, uma psicóloga de 54 anos, duvida que o acordo seja "duradouro". "Talvez, depois de 60 dias, voltem a brigar", disse em entrevista à AFP a partir de Paris.
burx-tq-apz/mr-arm-jvb/meb/fp/jc
H.Romero--AT