-
Candidato da oposição da Colômbia promete bombardear acampamentos do narcotráfico com apoio dos EUA
-
Gisèle Pelicot revela dor e resiliência em seu livro de memórias
-
Swiatek avança às quartas do WTA 1000 de Doha; Andreeva é eliminada
-
Jutta Leerdam, a 'diva' que quebra os protocolos da patinação de velocidade
-
Lindsey Vonn passa por terceira cirurgia após queda nos Jogos de Inverno
-
Norris dita ritmo dos testes no Bahrein; Hamilton pede igualdade na F1
-
Democratas acusam procuradora-geral dos EUA de 'encobrir' arquivos Epstein
-
Rebelião policial na Argentina entre sirenes e reivindicações salariais
-
Polícia e Procuradoria britânicas 'em contato' após documentos comprometedores para Andrew
-
Secretário de Energia dos EUA se reúne com presidente interina na Venezuela
-
Tribunal francês se pronunciará em 7 de julho sobre caso de Marine Le Pen
-
Canadá de luto por massacre em escola e residência que deixou 9 mortos
-
Tottenham demite Thomas Frank após derrota que o aproxima da zona de rebaixamento
-
Netanyahu chega à Casa Branca para pedir a Trump mais pressão sobre o Irã
-
Shakira fará megashow gratuito na praia de Copacabana em 2 de maio
-
Alegando fadiga, Djokovic desiste do ATP 500 de Doha
-
Real Madrid chega a acordo com Uefa para encerrar projeto da Superliga
-
EUA diz que neutralizou drones de narcotraficantes mexicanos após fechar aeroporto de El Paso
-
Congresso argentino debate controversa reforma trabalhista
-
Primeiro-ministro britânico está envolvido em nova polêmica por uma nomeação
-
Técnico do Barça confirma ausência de Raphinha contra o Atlético na Copa do Rei
-
Agricultores espanhóis protestam em Madri contra acordo UE-Mercosul
-
Obstáculos para realizar eleições em tempos de guerra na Ucrânia
-
Otan lança nova missão para reforçar a defesa no Ártico
-
Ataque a tiros em escola e residência deixa nove mortos no Canadá
-
Detido no âmbito do sequestro de mãe de apresentadora é solto nos EUA
-
Captura de Maduro quase frustrou sonho olímpico de Nicolas Claveau
-
Estrelas de Hollywood retornam ao tradicional almoço do Oscar
-
OMC necessita de reforma urgente, adverte sua diretora
-
Nova lei paulista permite enterro de animais de estimação em sepulturas familiares
-
Setor aéreo da UE pede 'revisão imediata' do novo sistema de controle de fronteiras
-
Hong Kong condena pai de ativista pró-democracia por administrar seus recursos
-
Trump recebe Netanyahu, que deseja o fim do programa de mísseis do Irã
-
Um detido no âmbito do sequestro de mãe de apresentadora nos EUA
-
Ataque a tiros em escola e arredores deixa nove mortos no Canadá
-
Violência política sacode a Colômbia com ameaças a presidente e senadora
-
Policiais protestam na Argentina por melhores salários e atenção à saúde mental
-
Retirada de bandeira arco-íris revolta comunidade LGBTQ+ em Nova York
-
Atlético de Madrid recebe Barça na Copa do Rei com Julián Álvarez e gramado questionados
-
LeBron tem sequência incrível interrompida após lesão o deixar de fora da partida contra Spurs
-
FBI divulga imagens de indivíduo ligado a desaparecimento da mãe de apresentadora
-
Cilic conquista 600ª vitória na ATP, ficando atrás apenas de Djokovic
-
United arranca empate, Chelsea tropeça e Tottenham perde em casa na Premier League
-
Freiburg elimina Hertha Berlim nos pênaltis e vai às semis da Copa da Alemanha
-
Governo da Colômbia e ELN negociavam em sigilo antes de reunião com Trump
-
Aliado de María Corina inicia prisão domiciliar após pedir eleições na Venezuela
-
'É para vocês', diz patinador americano em homenagem aos pais, falecidos em acidente de avião
-
Gisèle Pelicot explica por que quis que seu julgamento fosse público
-
Secretário de Comércio dos EUA admite que visitou ilha de Epstein
-
Responsáveis por agências migratórias participam de audiência tensa no Congresso dos EUA
Ataque russo com mísseis e drones deixa ao menos 4 mortos em Kiev
Um ataque maciço envolvendo centenas de drones e mísseis russos na Ucrânia deixou pelo menos quatro mortos em Kiev neste domingo (28), incluindo uma menina de 12 anos, e mais de 70 feridos em todo o país, informaram as autoridades.
A enxurrada de bombardeios noturnos durou 12 horas, segundo Kiev, e a vizinha Polônia enviou caças para proteger seu espaço aéreo.
Os esforços diplomáticos para interromper a guerra falharam até agora e a Rússia afirma estar determinada a continuar com a invasão.
"Moscou quer continuar lutando e matando, e merece a mais severa pressão do mundo inteiro", reagiu o presidente ucraniano Volodimir Zelensky.
Mark Sergeev, morador de Kiev, dormia com a família quando um míssil atingiu seu apartamento no meio da noite.
"Ainda não consigo acreditar que as crianças estão vivas. [...] O teto foi arrancado bem acima da cama do meu filho mais velho", disse o homem de 35 anos à AFP.
Anna, de 26, explicou que seu apartamento estava coberto de escombros: "Ouvi um foguete voando por um longo tempo, depois houve uma explosão e as janelas quebraram".
Zelensky publicou um vídeo que mostra prédios residenciais em chamas.
Mais de 70 pessoas ficaram feridas em 11 regiões ucranianas atingidas pelo bombardeio, informou o ministro do Interior, Ihor Klymenko, no Telegram.
Em Kiev, quatro pessoas morreram, segundo autoridades locais.
Os serviços de resgate disseram que o corpo da menina que morreu foi retirado dos escombros de um prédio residencial no distrito de Solomianskyi, onde duas pessoas de um instituto de cardiologia também morreram.
Outra pessoa foi encontrada morta no local do ataque a uma instalação civil, segundo Klymenko.
O Ministério da Defesa russo afirmou neste domingo que "empresas do complexo militar-industrial ucraniano" foram atacadas.
Segundo Zelensky, os ataques afetaram sobretudo zonas civis, embora algumas infraestruturas energéticas também tenham sido atingidas. O presidente acusou Moscou de querer causar cortes de eletricidade maciços na Ucrânia.
A cidade de Zaporizhzhia, no sudeste do país, foi atingida "pelo menos quatro vezes", segundo o governador regional Ivan Fedorov, que relatou 34 feridos.
- 'Guerra contra os civis' -
O chefe da administração presidencial ucraniana, Andrii Yermak, acusou Moscou de travar uma "guerra contra os civis".
O Ministério da Defesa russo declarou neste domingo que 41 drones ucranianos foram derrubados durante a noite.
No oeste da Ucrânia, a Polônia mobilizou sua aviação "preventivamente" durante a noite para proteger a população, especialmente nas áreas de fronteira com a Ucrânia, disseram autoridades.
A Otan anunciou neste domingo o reforço de sua "vigilância" e seus recursos na região do Báltico, após recentes sobrevoos de drones na Dinamarca.
Zelensky conversou neste domingo com Mark Rutte, secretário-geral da Otan. Os dois dirigentes discutiram maneiras de "fortalecer" o programa PURL, uma iniciativa de Washington e da Otan para fazer com que o Canadá e seus aliados europeus comprem armas americanas para a Ucrânia.
O presidente ucraniano também afirmou ter conversado neste domingo com o presidente finlandês, Alexander Stubb, e o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre.
"A unidade dos europeus dará uma resposta firme a esta ameaça", disse Zelensky nas redes sociais.
Em seu discurso vespertino, Zelensky afirmou contar com "informações de serviços de inteligência" que indicam que cargueiros russos estão sendo usados para "lançar" e "pilotar" esses drones e pediu que a navegação desses barcos seja proibida "no Mar Báltico e em outros mares".
Nas últimas semanas, vários países europeus acusaram a Rússia de violar seu espaço aéreo com drones e caças, o que a Otan considera uma prova de sua determinação.
A Rússia negou responsabilidade por essas intrusões ou qualquer intenção de atacar um país-membro da Otan.
P.Hernandez--AT