-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Veneto aprova variação orçamental de 48,8 milhões para infraestruturas e serviços
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Trump recebe Netanyahu, que deseja o fim do programa de mísseis do Irã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe nesta quarta-feira (11) o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que deseja que seu aliado aumente a pressão sobre o Irã e seus programas nuclear e de mísseis.
O governo americano retomou as negociações na semana passada em Omã sobre o programa nuclear de seu arqui-inimigo, mas mantém a ameaça militar contra a República Islâmica caso um acordo não seja alcançado.
Na véspera do encontro com Netanyahu, marcado para as 11h00 (13h00 no horário de Brasília) na Casa Branca, Trump afirmou que estava considerando enviar um segundo porta-aviões ao Oriente Médio para aumentar a pressão.
Netanyahu, que visita os Estados Unidos pela sexta vez durante o segundo mandato do republicano, exige que as negociações também incluam o programa de mísseis balísticos de Teerã.
As autoridades iranianas, que denunciaram a "influência destrutiva" da visita do líder israelense, indicaram estar abertas a permitir "inspeções" para verificar a natureza pacífica de seu programa nuclear, mas alertaram que não cederão a "exigências excessivas".
"Não queremos adquirir armas nucleares. Já afirmamos isso repetidamente e estamos preparados para todos os tipos de inspeções", disse o presidente Masoud Pezeshkian nesta quarta-feira, dia do 47º aniversário da Revolução Islâmica.
- Pressão de Trump -
Embora tenha expressado esperança de alcançar um acordo, Trump alertou na terça-feira, em entrevista à Axios, que estava "pensando" em enviar um segundo porta-aviões para a região.
"Ou chegamos a um acordo, ou teremos que fazer algo muito duro como da última vez", afirmou. "Temos uma Marinha ali e outra pode estar a caminho".
Em 22 de junho, após várias rodadas de negociações com Teerã, Trump ordenou o bombardeio das instalações nucleares do país durante a guerra de 12 dias iniciada por Israel, a potência nuclear de fato, contra o Irã.
Em outra entrevista à Fox Business, o presidente republicano afirmou que, para se chegar a um acordo, a República Islâmica deve renunciar às suas armas nucleares e mísseis.
Os líderes iranianos "querem chegar a um acordo", mas "tem que ser um bom acordo", argumentou Trump, que acusou Teerã de ter sido "muito desonesta" com Washington.
- O que Netanyahu quer? -
Antes de partir para Washington, Netanyahu indicou que a reunião com Trump se concentraria em "negociações com o Irã", embora também fossem discutidas a Faixa de Gaza e outras questões regionais.
"Transmitirei ao presidente nossas posições a respeito dos princípios da negociação", explicou.
O gabinete de Netanyahu afirmou que ele enfatizaria sua preocupação com o arsenal de mísseis do Irã, e não apenas com seu programa nuclear.
Durante a breve guerra em junho, Teerã respondeu aos ataques israelenses lançando mísseis e outros projéteis contra alvos militares e civis em Israel, causando aproximadamente 30 mortes.
O Irã rejeita a ideia de que suas negociações com os Estados Unidos devam ir além de seu programa nuclear, embora Washington também queira abordar o programa de mísseis e o apoio de Teerã a grupos armados na região, como o Hamas palestino, o Hezbollah libanês e os rebeldes houthis no Iêmen.
A reunião desta quarta-feira é a sétima entre os dois líderes desde o retorno de Trump à Casa Branca em janeiro de 2025.
Todas as reuniões anteriores aconteceram nos Estados Unidos, exceto uma em Jerusalém em outubro, quando o republicano anunciou um cessar-fogo em Gaza após dois anos de conflito entre Israel e o Hamas.
burs-dk/jgc/dbh/avl/aa
Th.Gonzalez--AT