-
Tripulação da Artemis pede unidade na Terra, nosso 'bote salva-vidas'
-
Da euforia às dúvidas: Endrick tenta recuperar brilho no Lyon
-
Rennes vence Angers (2-1) e ainda sonha com vaga em competição europeia
-
Barça goleia Espanyol (5-0) e fica mais perto do título de LaLiga
-
EUA e Irã realizam negociações diretas no Paquistão
-
Bayern fica mais perto do título e bate recorde de gols na Bundesliga
-
Milan perde para Udinese (3-0) em casa e praticamente dá adeus ao Scudetto
-
Quase 100 detidos em manifestação pró-palestina em Londres
-
"Ele tem dois meses": Ancelotti deixa em aberto convocação de Neymar para Copa do Mundo
-
Bournemouth vence Arsenal (2-1) e reacende disputa pelo título da Premier League
-
EUA, Irã e Paquistão celebram negociações trilaterais
-
Após Artemis II, Nasa recorre a Musk e Bezos para pousar na Lua
-
Dortmund perde em casa para Leverkusen e deixa Bayern ainda mais perto do título do Alemão
-
Começa oficialmente trégua entre Ucrânia e Rússia pela Páscoa Ortodoxa
-
Alcaraz vence Vacherot e vai enfrentar Sinner na final em Monte Carlo
-
Sabrina Carpenter transporta Coachella a seu 'Sabrinawood'
-
Irã e EUA celebram negociações de paz marcadas por desconfiança mútua
-
Keiko Fujimori promete expulsão de imigrantes e aproximação com Trump se vencer eleições no Peru
-
'Jacksonmania' toma conta de Berlim na estreia mundial de 'Michael'
-
Astronautas da Artemis II retornam à Terra em 'missão perfeita'
-
Cuba abre comércio de produtos agrícolas ao setor privado
-
ONG africana processa príncipe Harry por difamação
-
Com hat-trick de Malen, Roma vence Pisa e se recupera no Campeonato Italiano
-
Paris FC goleia Monaco (4-0) no Francês; Olympique de Marselha sobe para 3º
-
Delegação iraniana chega ao Paquistão antes das negociações com EUA
-
West Ham goleia Wolverhampton (4-0) e empurra Tottenham para zona de rebaixamento
-
Colômbia responde ao Equador com tarifas de 100%
-
Real Madrid tropeça em casa com Girona no Campeonato Espanhol
-
Brasil anuncia acordo com EUA para combate ao crime organizado
-
Casa do CEO da OpenAI é alvo de ataque nos EUA
-
Tripulação da Artemis II a poucas horas de pousar na Terra
-
Irã estabelece condições enquanto Vance alerta Teerã para não 'brincar' com EUA nas negociações
-
França anuncia medidas para reduzir dependência de gás e petróleo
-
Biden Jr. desafia filhos de Trump para uma luta
-
Apesar de pedido de desculpas, técnico do Chelsea mantém afastamento de Enzo Fernández
-
Irã levanta dúvidas sobre negociações com EUA no Paquistão
-
Lautaro Martínez sofre nova lesão e volta a ser desfalque na Inter de Milão
-
Astronautas da Artemis lançarão luz sobre riscos à saúde no espaço
-
Juventus anuncia renovação de Luciano Spaletti como técnico até 2028
-
Paraquedas é peça vital para pouso seguro da Orion no mar
-
Itália será comandada pelo técnico da seleção sub-21 nos amistosos de junho
-
João Fonseca perde para Zverev e se despede do Masters 1000 de Monte Carlo
-
Papa Leão XIV recebe Macron em encontro centrado na guerra no Oriente Médio
-
Franquia de Michael Jackson parece imune ao fantasma das acusações de abuso
-
Inflação nos EUA salta para 3,3% anual em março devido à guerra com Irã
-
Porto de Antuérpia é reaberto ao tráfego marítimo após vazamento de petróleo
-
Iranianos vivem entre medo e desilusão antes das negociações com os EUA
-
Coachella inicia edição liderada por Sabrina Carpenter, Justin Bieber e Karol G
-
Mulheres dão à luz em abrigo subterrâneo em Israel
-
Incerteza em torno das negociações entre Irã e EUA previstas no Paquistão
Zelensky encurta viagem à África do Sul após bombardeio russo na capital da Ucrânia
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, encurtou sua viagem à África do Sul nesta quinta-feira (24), depois que a Rússia lançou uma série de mísseis e drones sobre Kiev, um ataque que matou pelo menos oito pessoas, segundo as autoridades da capital do país.
A Ucrânia sofre bombardeios desde o início da invasão russa em fevereiro de 2022, mas ataques tão intensos contra a capital, que tem um sistema de defesa aéreo mais avançado que outras cidades, são menos frequentes.
Algumas horas antes dos bombardeios com mísseis e drones, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou Zelensky por sua recusa a aceitar a ocupação russa da Crimeia para acabar com a guerra.
O ataque, um dos mais intensos contra Kiev desde o início da invasão, levou Zelensky a encurtar uma visita à África do Sul.
"Anulo parte do programa da visita e voltarei imediatamente para a Ucrânia após minha reunião com o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa", anunciou Zelensky na rede social X.
Segundo a Força Aérea ucraniana, a Rússia disparou 70 mísseis e 145 drones durante a noite, principalmente contra Kiev. Destes, 112 "foram derrubados".
O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, anunciou que oito pessoas morreram nos ataques. O ministro do Interior, Igor Klymenko, confirmou o balanço, mas destacou que o número pode aumentar porque ainda há corpos "sob os escombros".
Segundo Zelensky, mais de 80 pessoas ficaram feridas em todo o país.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que os bombardeios não visaram alvos civis. "As Forças Armadas russas realizaram um ataque massivo com armas de longo alcance aéreas, terrestres e marítimas, além de drones, contra as indústrias aeronáutica, aeroespacial, de construção de máquinas e de veículos blindados da Ucrânia", destacou um comunicado da pasta.
- "A Rússia quer nos destruir" -
O presidente russo Vladimir Putin não respondeu à oferta de Zelensky de suspensão total dos ataques aéreos contra alvos civis e já rejeitou uma proposta apresentada por Estados Unidos e Ucrânia para um cessar-fogo total e incondicional.
O chefe de Estado ucraniano exigiu que a Rússia "interrompa imediata e incondicionalmente" os ataques contra a Ucrânia.
"Putin demonstra com suas ações (...) que não respeita nenhum esforço de paz e que apenas deseja continuar com a guerra", afirmou o ministro ucraniano das Relações Exteriores, Andrii Sibiga, nas redes sociais.
O primeiro-ministro ucraniano, Denis Shmigal, afirmou que a Rússia "aterrorizou as cidades ucranianas durante toda a noite".
No início da madrugada, Kiev foi sacudida por fortes explosões, pouco depois do acionamento dos alarmes para que a população procurasse abrigo.
Durante toda a madrugada, as equipes de emergência procuraram entre os escombros de edifícios destruídos e lutaram para controlar os incêndios em imóveis residenciais.
Segundo o Ministério do Interior, as autoridades registraram danos em 13 pontos diferentes da capital.
Olena Davidiuk, uma advogada de 33 anos, disse à AFP em Kiev que "acordou com uma explosão" e que depois se abrigou em um refúgio. "A Rússia quer nos destruir", afirmou, antes de destacar que se considera com "sorte" por ainda estar viva.
A cidade de Kharkiv, a segunda mais populosa da Ucrânia antes da guerra, também sofreu "ataques repetidos de mísseis", que atingiram uma "área residencial densamente povoada", disse o prefeito, Igor Terekhov.
- "Campo de morte" -
O ataque coincidiu com as até agora infrutíferas gestões diplomáticas do presidente americano Donald Trump, que durante a campanha eleitoral prometeu acabar com a guerra em 24 horas.
Na quarta-feira, Trump afirmou ter alcançado um acordo com Moscou, mas não com Zelensky, a quem criticou por não aceitar a ocupação russa da península da Crimeia, anexada pela Rússia desde 2014.
Esta recusa "não fará nada mais que prolongar o 'campo de morte'", afirmou em sua plataforma Truth Social.
Por sua vez, o secretário americano do Tesouro, Scott Bessent, disse na quarta-feira ao primeiro-ministro ucraniano Denis Shmigal que Washington e Kiev deveriam assinar "o mais rápido possível" um acordo sobre a extração de recursos minerais.
Trump deseja que os minerais ucranianos compensem a ajuda econômica e militar que seu país concedeu à Ucrânia durante o governo de Joe Biden, para que Kiev enfrentasse a invasão russa.
A proposta para um acordo de paz apresentada pelo vice-presidente americano, JD Vance, prevê que a Rússia conserve as áreas que ocupa atualmente na Ucrânia, incluindo a Crimeia.
Mas ceder a Crimeia violaria a Constituição da Ucrânia, afirmou Zelensky ao The Wall Street Journal.
A Ucrânia e seus aliados europeus exigem a restauração das fronteiras anteriores a 2014, uma posição que a Casa Branca não considera realista.
A.Ruiz--AT