-
Ataques russos com mísseis balísticos deixam 10 mortos em Kiev
-
Japão encerra busca por vítimas em shopping destruído após terremoto
-
Ataques russos com mísseis balísticos deixam nove mortos em Kiev
-
Espanha reforça fronteira com Marrocos e destaca situação 'quase' normal
-
Humala é solto após anulação de sentença no Peru
-
Fifa retira plano de investimento privado após reação mundial negativa
-
Incêndio é controlado na Catedral de São Basílio, em Moscou
-
Presidente da Costa Rica acusa magistrados da Suprema Corte de serem "golpistas"
-
Venezuela retoma resgate de corpos em prédio demolido após terremotos
-
Os números por trás da corrida por alternativas à exportação de petróleo via Ormuz
-
Conmebol solicita à Fifa 'informações adicionais' sobre projeto de investimento privado
-
CEO da Hugging Face pede que OpenAI assuma responsabilidade por ciberataque
-
Wall Street fecha impulsionada pela Amazon após um mês de altos e baixos
-
Atual campeão, De Minaur é eliminado por Nakashima nas quartas do ATP 500 de Washington
-
Argentina e Coreia do Sul assinam memorando para cooperação em minerais críticos
-
Peru anuncia 'incorporação' próxima ao Escudo das Américas, promovido pelos EUA
-
Wembanyama renova com a Nike e terá tênis com sua assinatura
-
Explosões israelenses perto de castelo ameaçam acordo-quadro, diz Líbano
-
Com gol de Douglas Luiz, Juventus vence Nice (2-0) em amistoso em Turim
-
Grécia evacua parte do subúrbio de Atenas devido a incêndio
-
Avalanche de migrantes paralisa vida cotidiana em Ceuta
-
Itália suspende livre circulação com Espanha após onda migratória em Ceuta
-
Vozinha adia chegada ao futebol chileno 'por motivos pessoais'
-
Rubio considera "feito extraordinário" a crescente influência dos EUA na América Latina
-
Emerse Faé deixa cargo de técnico da Costa do Marfim
-
Paraguai manifesta rejeição a declarações de Lula sobre guerra no século XIX
-
Messi é dúvida do Inter Miami contra Columbus Crew; rodada da MLS tem duelo Son-Thomas Müller
-
OpenAI anuncia que tem mais de um bilhão de usuários ativos
-
Mudryk, suspenso por doping, é liberado para voltar a jogar pelo Chelsea
-
Eddie Howe deixa cargo de técnico do Newcastle
-
Grécia evacua parte de um subúrbio de Atenas devido aos incêndios
-
Justiça do Peru anula sentença do ex-presidente Humala no caso Odebrecht
-
Entrada de 60.000 migrantes no enclave espanhol de Ceuta desata crise europeia
-
Participação de opositora Machado em diálogos na Venezuela é 'fundamental', diz ex-ministro
-
Espanhol Santi Denia é o novo técnico da República Tcheca
-
Franco Baresi, lendário zagueiro italiano, morre aos 66 anos
-
Nova York processa Kalshi, gigante do mercado de apostas online
-
Enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla, plataformas que atraem imigração irregular para a Europa
-
Sonda japonesa realiza sobrevoo mais próximo de um asteroide já registrado
-
Aumenta oposição ao projeto de investimento privado da Fifa e Infantino fica sob pressão
-
Rumores e alvoroço semeiam caos na fronteira entre Marrocos e Ceuta
Paraquedas é peça vital para pouso seguro da Orion no mar
Quando a nave Orion retornar à Terra, a resistência atmosférica fará com que sua velocidade de reentrada diminua, mas não o suficiente para o último trecho, antes da amerissagem. É neste momento que os paraquedas entram em ação.
Do Centro Espacial Johnson, em Houston, Jared Daum, chefe do Sistema de Paraquedas da Orion, explica à AFP como será a chegada desta nave, no décimo e último dia da missão Artemis II, que levou quatro astronautas para orbitar a Lua.
Pergunta: Como ocorre a reentrada da nave e qual o papel que os paraquedas desempenham?
Resposta: A nave utiliza a resistência de seu escudo térmico para desacelerar das velocidades de reentrada - de 32 mil a 40 mil quilômetros por hora - até aproximadamente 560 quilômetros por hora, a 7.300 metros de altura. Mas isso é tudo o que ela consegue fazer devido à massa do veículo. Neste ponto, precisamos de algo mais: os paraquedas.
O sistema de paraquedas é um dos mais importantes da nave espacial. Ele reduz a velocidade do veículo de aproximadamente 560 quilômetros por hora para aproximadamente 27 quilômetros por hora, o que permite uma amerissagem suave no Oceano Pacífico.
P: Você explicou que o sistema pode ser controlado pelo software de voo ou manualmente a partir da nave. Como ele é operado?
R: O sistema inclui quatro tipos de paraquedas, em um total de onze, começando pelo da cobertura. Este, inteiramente fabricado em Kevlar e com um diâmetro aproximado de dois metros, remove a cobertura para liberar o resto do equipamento. Em seguida, há dois paraquedas de frenagem, de cerca de sete metros de diâmetro cada um, que estabilizam e desaceleram a nave de 560 quilômetros por hora para cerca de 240 quilômetros por hora. Neste momento, usamos um cortador pirotécnico para liberar as fitas do paraquedas de frenagem e, em seguida, abrir três paraquedas piloto, cuja única função é acionar a abertura dos três paraquedas principais.
Os paraquedas maiores, como os de frenagem e os principais, são feitos de nailon mais leve e geram a resistência [aerodinâmica].
E não queremos que estes grandes paraquedas principais atuem como uma vela ou como uma âncora marinha. Após a amerissagem, grandes cortadores pirotécnicos [aderidos ao sistema] cortam as fitas dos paraquedas, que esvaziam instantaneamente, o que alivia a tensão.
P: Há um plano B?
R: A redundância é fundamental nos voos espaciais. Não é como se pudesse dirigir seu carro, furar um pneu, parar, consertar e seguir. Com estes paraquedas, você só tem uma oportunidade e eles precisam funcionar.
Por isso, cada um dos quatro tipos de paraquedas conta com redundância [se um falhar, outros do mesmo tipo compensam] e os astronautas ainda poderão amerissar em segurança.
Sem os paraquedas, a tripulação não teria uma forma segura de retornar.
W.Morales--AT