-
Congresso derruba veto de Lula ao PL da Dosimetria, que reduz pena de Bolsonaro
-
Do campo de areia para a Copa do Mundo: a trajetória de sucesso do artilheiro colombiano Luis Suárez
-
Morre, aos 88 anos, o pintor e escultor alemão Georg Baselitz
-
Presidente do Panamá diz que detenção de embarcações em portos chineses é medida política
-
Colômbia avalia enviar hipopótamos de Pablo Escobar à Índia a pedido de bilionário
-
Presidente da Fifa confirma que Irã disputará Copa do Mundo nos Estados Unidos
-
Voos comerciais dos EUA para a Venezuela são retomados após sete anos
-
Arrascaeta passa por cirurgia na clavícula após fratura e é dúvida para Copa do Mundo
-
Candidato de esquerda lidera nova pesquisa a um mês das presidenciais na Colômbia
-
Mirra Andreeva vence Hailey Baptiste e vai à final do WTA 1000 de Madri
-
Congresso debate PL da dosimetria, que pode reduzir pena de Bolsonaro
-
Trump qualifica Charles III como 'o maior de todos os reis' ao concluir visita de Estado
-
Israel intercepta flotilha para Gaza e detém pelo menos 175 ativistas
-
Starmer acusa Irã de 'querer prejudicar judeus britânicos' após ataque deixar dois feridos
-
México pede aos EUA provas 'irrefutáveis' sobre caso de governador acusado de narcotráfico
-
Rio respira ar latino antes do megashow da Shakira
-
Confederação Africana apoia candidatura de Infantino à reeleição na Fifa
-
Irã se recusa a ceder sobre Estreito de Ormuz em novo impasse com EUA
-
México pede provas 'irrefutáveis' sobre governador acusado de narcotráfico pelos EUA
-
Capelão para vivos e mortos no campo de batalha na Ucrânia
-
Aeroporto de Bogotá interrompe brevemente suas operações devido a um drone
-
Economia dos EUA cresce menos que o esperado e inflação dispara
-
Blockx elimina atual campeão Ruud e avança às semifinais em Madri
-
Preços do petróleo caem após maior alta em quatro anos
-
Casa Branca se opõe a ampliar acesso da Anthropic ao modelo Mythos, diz imprensa
-
Mau começo de ano para a zona do euro, com crescimento quase nulo e inflação em alta
-
Pontos-chave da primeira conferência global para eliminar os combustíveis fósseis
-
Foguete europeu Ariane 6 colocou em órbita o 2º lote de satélites da Amazon Leo
-
Israel intercepta flotilha para Gaza e detém 211 ativistas, dizem organizadores
-
Quatro pessoas resgatadas após ônibus cair no Sena perto de Paris
-
Irã desafia bloqueio dos EUA e preço do petróleo dispara
-
Países unem forças em Santa Marta para começar a se afastar do petróleo
-
Liberdade de imprensa cai a nível mais baixo em 25 anos, alerta RSF
-
Voos comerciais de Miami a Caracas são retomados após sete anos
-
Israel intercepta flotilha para Gaza na costa da Grécia e detém pelo menos 175 ativistas
-
Palmeiras empata com Cerro Porteño (1-1) em Assunção e é 2º do Grupo F da Libertadores
-
Flamengo cede empate na visita ao Estudiantes (1-1) mas lidera Grupo A da Libertadores
-
Cantor D4vd esquartejou adolescente com uma serra, afirma promotoria de Los Angeles
-
Rei Charles III expressa 'solidariedade' com EUA no memorial de 11 de Setembro em NY
-
Alphabet dispara e seus rivais cambaleiam diante dos custos da IA
-
Dois homens judeus ficam feridos em ataque 'terrorista' com faca em Londres
-
Sinner vence Jódar e vai enfrentar Fils nas semis do Masters 1000 de Madri
-
Atlético de Madrid e Arsenal empatam (1-1) na ida das semifinais da Champions
-
OpenAI enfrenta 'onda' de processos por ataque a tiros no Canadá
-
Suspeito de tentativa de assassinato contra Trump tirou selfie antes do ataque
-
Chefe do Pentágono entra em choque com legisladores democratas por guerra com Irã
-
Lesionado, Jack Draper anuncia que não vai disputar Roland Garros este ano
-
Trump crê que EUA vai voltar a pisar na Lua antes do fim de seu mandato
-
Charles III visita o memorial de 11 de setembro, em Nova York
-
Lesionado, Hakimi vai desfalcar PSG na volta da semifinal da Champions contra o Bayern
AIEA aprova resolução crítica ao programa nuclear do Irã
A Junta de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) aprovou, nesta quinta-feira (21), uma resolução crítica ao Irã por sua falta de cooperação na questão nuclear e que Teerã acusou de ser "motivada politicamente".
A moção, apresentada por Reino Unido, França, Alemanha e Estados Unidos, foi aprovada por 19 dos 35 países da junta desta organização das Nações Unidas, informaram à AFP duas fontes diplomáticas.
Rússia, China e Burkina Faso votaram contra, enquanto 12 países se abstiveram. A Venezuela não pôde participar.
Os Estados Unidos e seus aliados europeus tomaram previamente a palavra para denunciar uma escalada da República Islâmica.
Suas atividades nucleares são "profundamente preocupantes", declarou a embaixadora americana, Laura Holgate.
Alemanha, França e Reino Unido insistiram neste ponto, assinalando que o Irã acumulou urânio altamente enriquecido suficiente para "quatro armas nucleares".
"Seu comportamento representa uma ameaça para a segurança internacional" e "o sistema mundial de não proliferação", segundo sua declaração conjunta.
Após a votação, o representante do Irã, Mohsen Naziri Als, declarou à AFP que a medida foi "politicamente motivada e recebeu pouco apoio em comparação com resoluções anteriores".
Trinta países deram sua aprovação em junho de 2022, 26 em novembro do mesmo ano e 20 em junho passado.
- 'Divergências' -
O documento, de caráter simbólico no momento, lembra o Irã de suas "obrigações legais" em virtude do Tratado de Não Proliferação (TNP), ratificado em 1970.
"É essencial e urgente" que o Irã dê "respostas técnicas críveis" sobre a presença de vestígios de urânio inexplicáveis em dois locais não declarados, escreveram os autores da resolução, reivindicando à AIEA "um relatório completo" para a primavera boreal de 2025.
Desde 2021, o Irã restringiu significativamente sua cooperação com a agência nuclear da ONU, desligando câmeras de vigilância e retirando o credenciamento de inspetores experientes.
Teerã nega taxativamente que busque desenvolver a arma atômica, mas seu programa nuclear só faz crescer.
Desta vez, a resolução é aprovada em um contexto particular, com um racha entre a posição ocidental e a do chefe da AIEA, o argentino Rafael Grossi.
Durante uma visita ao Irã na semana passada, Grossi obteve o acordo da República Islâmica para iniciar os preparativos para deter a expansão de suas reservas de urânio altamente enriquecido.
"É um passo concreto na boa direção", insistiu ele nesta quarta-feira, e isto ocorre "pela primeira vez" desde que Teerã se liberou de seus compromissos estabelecidos no acordo assinado em 2015, em Viena.
- À espera de Trump -
Este pacto (JCPOA, na sigla em inglês) previa um alívio das sanções internacionais contra Teerã em troca de o Irã dar garantias de que não busca desenvolver a arma atômica.
Mas o acordo desandou em 2018, quando o então presidente americano, Donald Trump, retirou unilateralmente os Estados Unidos do pacto e restabeleceu as sanções contra o Irã.
Em represália, Teerã aumentou consideravelmente suas reservas de materiais enriquecidos, elevando-as ao limite de 60%, próximo dos 90% necessários para fabricar uma arma atômica.
O acordo, que negociações infrutíferas tentaram reativar em 2022, limitou este percentual a 3,67%.
O Irã advertiu, nesta quinta, que reagiria "de acordo e de forma apropriada" a uma votação que poderia "fragilizar" as relações entre a AIEA e Teerã.
Para Héloïse Fayet, especialista no tema nuclear no Instituto francês de Relações Internacionais, esta iniciativa pode "prejudicar os esforços de Rafael Grossi".
"Mas as potências ocidentais estão frustradas com a falta de eficácia de suas manobras diplomáticas e buscam soluções mais firmes", declarou ela à AFP.
Em resposta, o Irã poderia, "por exemplo, aumentar o nível de enriquecimento", vaticina o especialista em política externa, Rahman Ghahremanpur.
Mas o analista não espera "medidas estratégicas" drásticas, pois o "Irã não quer agravar as tensões" antes do retorno à Casa Branca do republicano Donald Trump, artífice de uma política de "pressão máxima" durante o seu primeiro mandato (2017-2021).
Seria uma forma de deixar a porta aberta para discussões com "quem fez tudo fracassar" em 2018, mas "gosta de se posicionar como negociador-chefe", afirmou Fayet.
Ch.Campbell--AT