-
Britney Spears é acusada de dirigir sob efeito de álcool e drogas
-
Kei Nishikori anuncia que vai se aposentar no final da temporada
-
Fifa vai rever estratégia de venda de ingressos para Copa do Mundo de 2030
-
Presidente da federação palestina se recusa a posar ao lado de dirigente israelense em congresso da Fifa
-
Maradona era 'bipolar' e tinha 'transtorno narcisista', diz psicólogo em julgamento sobre sua morte
-
Rei Charles II encerra visita aos EUA com imersão na cultura americana
-
Milei assiste a exercício militar com EUA a bordo do porta-aviões USS Nimitz
-
Crystal Palace derrota Shakhtar (3-1) na ida das semis da Conference; Rayo Vallecano vence Strasbourg
-
Candidato de esquerda Sánchez lança campanha para 2º turno no Peru antes de resultados finais do 1º
-
Forest vence Aston Villa (1-0) em casa na ida das semifinais da Liga Europa; Braga bate Freiburg
-
Voos comerciais de EUA à Venezuela são retomados após 7 anos
-
Honda acredita ter corrigido problemas do motor da Aston Martin na F1
-
Bottas revela dieta perigosa que o deixou à beira da inanição na F1
-
Zverev vence Cobolli e vai às semifinais do Masters 1000 de Madri
-
Princesa Diana terá série documental com gravações inéditas
-
Congresso derruba veto de Lula ao PL da Dosimetria, que reduz pena de Bolsonaro
-
Do campo de areia para a Copa do Mundo: a trajetória de sucesso do artilheiro colombiano Luis Suárez
-
Morre, aos 88 anos, o pintor e escultor alemão Georg Baselitz
-
Presidente do Panamá diz que detenção de embarcações em portos chineses é medida política
-
Colômbia avalia enviar hipopótamos de Pablo Escobar à Índia a pedido de bilionário
-
Presidente da Fifa confirma que Irã disputará Copa do Mundo nos Estados Unidos
-
Voos comerciais dos EUA para a Venezuela são retomados após sete anos
-
Arrascaeta passa por cirurgia na clavícula após fratura e é dúvida para Copa do Mundo
-
Candidato de esquerda lidera nova pesquisa a um mês das presidenciais na Colômbia
-
Mirra Andreeva vence Hailey Baptiste e vai à final do WTA 1000 de Madri
-
Congresso debate PL da dosimetria, que pode reduzir pena de Bolsonaro
-
Trump qualifica Charles III como 'o maior de todos os reis' ao concluir visita de Estado
-
Israel intercepta flotilha para Gaza e detém pelo menos 175 ativistas
-
Starmer acusa Irã de 'querer prejudicar judeus britânicos' após ataque deixar dois feridos
-
México pede aos EUA provas 'irrefutáveis' sobre caso de governador acusado de narcotráfico
-
Rio respira ar latino antes do megashow da Shakira
-
Confederação Africana apoia candidatura de Infantino à reeleição na Fifa
-
Irã se recusa a ceder sobre Estreito de Ormuz em novo impasse com EUA
-
México pede provas 'irrefutáveis' sobre governador acusado de narcotráfico pelos EUA
-
Capelão para vivos e mortos no campo de batalha na Ucrânia
-
Aeroporto de Bogotá interrompe brevemente suas operações devido a um drone
-
Economia dos EUA cresce menos que o esperado e inflação dispara
-
Blockx elimina atual campeão Ruud e avança às semifinais em Madri
-
Preços do petróleo caem após maior alta em quatro anos
-
Casa Branca se opõe a ampliar acesso da Anthropic ao modelo Mythos, diz imprensa
-
Mau começo de ano para a zona do euro, com crescimento quase nulo e inflação em alta
-
Pontos-chave da primeira conferência global para eliminar os combustíveis fósseis
-
Foguete europeu Ariane 6 colocou em órbita o 2º lote de satélites da Amazon Leo
-
Israel intercepta flotilha para Gaza e detém 211 ativistas, dizem organizadores
-
Quatro pessoas resgatadas após ônibus cair no Sena perto de Paris
-
Irã desafia bloqueio dos EUA e preço do petróleo dispara
-
Países unem forças em Santa Marta para começar a se afastar do petróleo
-
Liberdade de imprensa cai a nível mais baixo em 25 anos, alerta RSF
-
Voos comerciais de Miami a Caracas são retomados após sete anos
-
Israel intercepta flotilha para Gaza na costa da Grécia e detém pelo menos 175 ativistas
À espera de Trump, um G20 dividido busca o diálogo no Rio de Janeiro
Os líderes das principais potências econômicas do mundo se reunirão na segunda e terça-feira (18 e 19) na cúpula do G20 no Rio de Janeiro, onde o Brasil espera avanços sociais em um bloco dividido pelos conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia.
Apesar do cenário idílico da reunião, o Museu de Arte Moderna (MAM), um edifício com vista para a Baía de Guanabara e Pão de Açúcar, é difícil antecipar um alívio nas graves tensões geopolíticas.
A atmosfera também é afetada pelo ataque frustrado contra o Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, na quarta-feira, quando um homem morreu ao detonar explosivos diante da sede do tribunal.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, líder do Sul global e aliado do Ocidente, pretende utilizar sua longa experiência diplomática para mostrar que ainda é possível apostar no multilateralismo.
E isso apesar da eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, que anuncia uma nova guinada isolacionista e o risco de guerras comerciais a partir do próximo ano.
A maior economia mundial estará representada por Joe Biden, no ocaso de seu mandato. Antes de desembarcar na 'cidade maravilhosa', ele fará uma escala no domingo na Amazônia brasileira para defender a luta contra as mudanças climáticas.
- Com Milei e Xi, sem Putin -
A reunião de cúpula acontece ao mesmo tempo que a COP29 em Baku (Azerbaijão), ao final de um ano em que as crises climáticas afetaram o mundo mais do que nunca. O Brasil sofreu com inundações, secas e incêndios florestais.
A Argentina retirou sua delegação da COP29 por ordem do governo do presidente ultraliberal Javier Milei, um cético sobre as mudanças climáticas e aliado de Trump que comparecerá a seu primeiro encontro do G20.
No ano passado, na reunião do bloco na Índia, o G20 se declarou favorável e triplicar as energias renováveis até 2030, mas sem fazer qualquer apelo concreto para o abandono dos combustíveis fósseis.
O grande ausente da cúpula no Rio será o presidente russo Vladimir Putin, que já faltou às últimas edições. Alvo de um mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional, ele anunciou que não viajará para evitar 'perturbar' os debates.
Seu homólogo chinês, Xi Jinping, estará presente e prolongará a viagem com uma visita de Estado a Brasília na quarta-feira.
A China é o maior parceiro comercial do Brasil. Os dois países tentaram, sem sucesso, atuar como mediadores na guerra da Ucrânia. Este conflito, assim como a ofensiva israelense em Gaza e no Líbano, ameaça exacerbar as divisões.
"Estamos negociando com os demais países os parágrafos sobre geopolítica da declaração final" declarou Mauricio Lyrio, negociador da diplomacia brasileira para o G20.
Segundo o diplomata, os governos desejam uma "linguagem consensual".
- Impostos aos "super-ricos" -
Estes conflitos são "o elefante na sala", explica à AFP Flavia Loss, professora de Relações Internacionais e coordenadora na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.
Mas isso não deve impedir que o Brasil "obtenha um consenso" em temas que estabeleceu como prioritários para sua presidência do G20, como a luta contra a fome e os impostos para os "super-ricos", prevê.
À frente da maior potência econômica latino-americana, Lula estabeleceu a pauta em maio: "Muitos insistem em dividir o mundo entre amigos e inimigos. Mas os mais vulneráveis não estão interessados em dicotomias simplistas", disse.
A primeira sessão plenária da cúpula, na segunda-feira, será centrada no lançamento oficial da "Aliança Global contra a Fome e a Pobreza", a principal iniciativa de Lula, um ex-operário metalúrgico nascido em uma família pobre.
A aliança reunirá países de todo o mundo e instituições internacionais com o objetivo de liberar recursos financeiros para lutar contra a fome ou reproduzir iniciativas que funcionam a nível local.
No que diz respeito aos impostos dos bilionários, os países do G20 se comprometeram a "cooperar para garantir que os mais ricos sejam efetivamente tributados", após uma reunião dos ministros das Finanças do grupo celebrada no Rio no final de julho.
Resta saber se os líderes do grupo assumirão o compromisso e em que termos.
O Brasil cederá a presidência rotativa do G20 para a África do Sul.
A.Ruiz--AT