-
RD Congo joga pressão para Inglaterra: 'Nossa Copa já é um sucesso'
-
Com show de Mbappé e Olise, França atropela Suécia (3-0) e vai às oitavas da Copa
-
A hora de Pulisic pelos EUA contra a Bósnia nos 16-avos da Copa
-
Milhares de sul-africanos pedem expulsão de imigrantes sem documentos
-
Ronald Koeman pede demissão da seleção holandesa após eliminação na Copa
-
Serena Williams retorna ao circuito de simples com derrota em Wimbledon
-
Alemanha questiona sua identidade após mais uma decepção na Copa do Mundo
-
'Consigo jogar os 90 minutos contra a Áustria', garante Yamal, a 2 dias da estreia no mata-mata
-
Enviados dos EUA chegam ao Catar para discussões sobre Irã
-
Mercosul mostra divergências após acordo com a UE e manifesta solidariedade à Venezuela
-
Alemanha não pode 'simplesmente voltar ao normal', diz presidente da federação
-
Seleção do Irã se despede de Tijuana com apoio de torcedores mexicanos
-
Chefe da CIA define modelos mais avançados de IA como 'armas nucleares digitais'
-
Senegal e Bélgica afinam pontaria para duelo valendo vaga nas oitavas da Copa
-
Noruega vence Costa do Marfim (2-1) e vai enfrentar o Brasil nas oitavas da Copa
-
Inglaterra tenta resolver quebra-cabeças defensivo contra RD Congo
-
Jihadistas sequestram mais de 30 estudantes em escola da Nigéria
-
Zverev perde set, mas avança à segunda rodada de Wimbledon
-
Netanyahu diz que Israel ficará no Líbano enquanto durar ameaça do Hezbollah
-
Supremo dos EUA rejeita tentativa de Trump de restringir cidadania por nascimento
-
'Estou pronto para ajudar a seleção', diz meio-campista português Bernardo Silva
-
Ben Shelton, número 5 do mundo, cai na estreia em Wimbledon
-
Falta de comida e de abrigo sufoca os sobreviventes dos terremotos na Venezuela
-
Paquetá tem lesão muscular confirmada e vira dúvida para as oitavas de final da Copa
-
Rybakina avança com dificuldade para segunda rodada de Wimbledon
-
Cúpula do Mercosul começa com crítica a assimetrias do pacto com a UE
-
Monaco exerce opção de compra de Ansu Fati
-
Milan anuncia contratação do atacante português Gonçalo Ramos
-
Cúpula do Mercosul começa com dura crítica a assimetrias do pacto com a UE
-
Francisco Cerúndolo cai na primeira rodada em Wimbledon
-
Suprema Corte dos EUA avaliza exclusão de esportistas trans de competições femininas
-
Iga Swiatek inicia defesa de título de Wimbledon com vitória difícil
-
Os desafios de Keiko Fujimori na Presidência do Peru
-
Mbappé e Haaland disputam seu futuro na Copa do Mundo
-
'Onde está?': famílias buscam seus desaparecidos após terremotos na Venezuela
-
Celebridades de Hollywood marcam presença nas arquibancadas da Copa do Mundo
-
Nasa prepara missão robótica para salvar o telescópio espacial Swift
-
Milhares de sul-africanos pedem expulsão de migrantes sem documentos
-
Sommer e Acerbi deixam a Inter de Milão
-
Russos e bielorrusos são autorizados a competir sob status neutro na patinação
-
Lateral-esquerdo Caio Henrique assina com o Ajax
-
Polícia busca autor de atentado a bomba em Mônaco que feriu oligarca ucraniano
-
Operações de resgate prosseguem na Venezuela entre alertas de escassez e doenças
-
Emissários americanos chegam ao Catar para discussões com mediadores sobre o Irã
-
Papa faz último apelo à Fraternidade São Pio X para evitar cisma
-
EUA acelera ajuda à Venezuela após terremotos com abertura de porto
-
Mais de um milhão de migrantes solicitaram regularizar sua situação na Espanha
-
Emissário americano viaja ao Catar para possíveis encontros com o Irã
-
Taiwan investiga empresas por suposto contrabando de chips para a China
-
Vitória da seleção do Marrocos provoca alegria e detenções em Haia
Liberalismo econômico dos EUA posto à prova pelo governo de Trump
A tradição do livre mercado dos Estados Unidos está sendo testada sob o presidente Donald Trump, cujo governo tem buscado, nas últimas semanas, adquirir participações em todos os tipos de empresas privadas.
A Casa Branca está atualmente em negociações para adquirir ações da Lithium Americas, como parte da renegociação de um empréstimo do Departamento de Energia entre a mineradora canadense de lítio e a General Motors, disse um funcionário do governo Trump esta semana.
Esta iniciativa segue os recentes anúncios de Trump sobre participações do governo na gigante de semicondutores Intel e na empresa de terras raras MP Materials.
Trump também garantiu uma "ação de ouro" para o governo dos EUA no grupo metalúrgico US Steel como condição para sua venda para a japonesa Nippon Steel. Essa ação preferencial confere ao Executivo um poder de veto perpétuo.
A Casa Branca descreveu esses acordos como uma bênção para os contribuintes, o que atribuiu às habilidades de negociação de Trump, ao mesmo tempo em que garantiu que a gestão diária estará nas mãos das empresas, não do governo.
No entanto, os defensores do livre mercado expressaram preocupação com uma tendência que consideram prejudicial à solidez do sistema americano.
"Isso prejudica a concorrência", disse Fred Ashton, do grupo conservador American Action Forum, que acredita que a intervenção governamental favorece alguns grupos em detrimento de outros com menos conexões políticas.
Nos Estados Unidos, o governo define as regras que regem o setor privado, mas geralmente se mantém à margem, deixando as empresas responderem aos sinais do mercado.
Segundo o Wall Street Journal, a Casa Branca recentemente usou sua "ação de ouro" na US Steel para manter uma siderúrgica aberta em Illinois.
"Sabemos que o presidente gosta de vencer, então o governo não pode permitir que (algumas) empresas quebrem", disse Ashton.
Mas Charles Elson, da Universidade de Delaware, criticou a intervenção da Casa Branca.
"O governo não está no negócio de escolher vencedores e perdedores", disse ele. "É necessário deixar que o executivo da empresa determine o melhor uso do capital."
- Consenso bipartidário -
Esta não é a primeira vez que um governo dos Estados Unidos adquire participação em empresas privadas.
Em resposta à crise financeira de 2008, o governo de Barack Obama adquiriu participações na seguradora AIG e nas montadoras General Motors e Chrysler como condição para receber pacotes de ajuda.
No entanto, o Tesouro dos EUA vendeu as ações após o fim da crise, um sinal de consenso bipartidário, segundo Michael Strain, do think tank American Enterprise Institute, que acredita que todos os presidentes, do republicano Ronald Reagan ao democrata Obama, abraçaram o liberalismo econômico.
"Obama teria gargalhado da sugestão de o governo adquirir uma participação acionária em uma empresa manufatureira", escreveu Strain em uma coluna recente.
Obama "entendeu que, no sistema americano de capitalismo democrático, o governo não possui nem extorque as empresas privadas", afirmou Strain no artigo intitulado "Trump é um capitalista de Estado?".
Em uma entrevista, Strain previu um "capitalismo clientelista massivo" durante o governo Trump. Mas ele afirmou que as mudanças serão muito limitadas para influenciar significativamente a macroeconomia dos EUA, dado seu tamanho e tradição.
Ashton concordou que a economia de livre mercado dos Estados Unidos não está seriamente em questão, embora considere que a conduta de Trump distorce o comportamento das empresas.
O especialista citou relatos da imprensa de que a Apple poderia adquirir uma participação na Intel após a visita do CEO da Apple, Tim Cook, à Casa Branca em agosto, quando presenteou Trump com um disco de vidro com o famoso logotipo da Apple em uma base de ouro 24 quilates.
"A situação se tornou muito confusa", disse Ashton. "Não sabemos se isso é puramente uma decisão comercial" ou se eles estão buscando "agradar à Casa Branca".
Trump também assinou um decreto na quinta-feira que abre caminho para a transferência das operações americanas do TikTok para vários de seus aliados ricos.
O.Gutierrez--AT