-
Familiares de presos políticos iniciam greve de fome na Venezuela
-
Opositor Navalny foi 'envenenado' na prisão pela Rússia, afirmam cinco países europeus
-
Sabalenka e Swiatek desistem de disputar WTA 1000 de Dubai
-
Rubio defende Europa forte que apoie visão de mundo de Trump
-
Lucas Pinheiro Braathen conquista ouro, a 1ª medalha olímpica de inverno da história para o Brasil
-
Departamento de Segurança Interna dos EUA entra em paralisação orçamentária
-
Europa discute segurança e pede que EUA seja razoável
-
Impasse no Congresso dos EUA pode resultar em novo bloqueio orçamentário
-
Peru discutirá destituição de presidente interino na 3ª feira
-
EUA suspende agentes federais por mentirem sobre operação em Minneapolis
-
Carney lidera homenagem às vítimas do massacre que enluta Canadá
-
Trump diz que mudança de regime no Irã 'seria a melhor coisa que poderia acontecer'
-
EUA acelera fim das sanções petrolíferas contra Venezuela e envia ajuda médica
-
Dortmund goleia Mainz e se aproxima do líder Bayern
-
Carney liderará homenagem às vítimas do massacre que enluta Canadá
-
Polícia mata homem que empunhava faca no Arco do Triunfo em Paris
-
Europeus pedem que Trump seja razoável
-
Durante ato com militares, Trump gaba-se de arma 'desorientadora' usada em Caracas
-
Governo Trump processa Harvard para obter informações sobre admissões
-
EUA envia mais de 6 toneladas de suprimentos médicos para a Venezuela
-
PSG perde para Rennes e deixa liderança do Francês em risco
-
Victoria Mboko vai à final do WTA 1000 de Doha e entra no Top 10 aos 19 anos
-
Mercedes domina último dia de testes oficiais da F1 no Bahrein
-
Chris Paul, um dos maiores armadores NBA, anuncia aposentadoria aos 40 anos
-
Sonhando com a glória do Carnaval do Rio, longe dos desfiles para a elite
-
Marcelo Moreno desiste da aposentadoria para levar Bolívia à Copa do Mundo
-
Nacionalistas vencem primeiras eleições em Bangladesh desde revolta de 2024
-
'Quanto mais abraçarmos outras culturas, melhor será nossa sociedade', diz Guardiola
-
TAS rejeita recurso de atleta ucraniano contra desclassificação dos Jogos de Inverno
-
Alemanha pede nova 'parceria' com EUA
-
Com Lucas Pinheiro Braathen, carnaval brasileiro chega a Milão-Cortina
-
Congresso dos EUA enfrenta nova paralisação orçamentária devido ao controle de imigração
-
Federação inglesa acusa Rodri de 'questionar integridade dos árbitros'
-
Corinthians confirma saída de José Martínez após atos de indisciplina
-
Obra do século XIX é danificada em vazamento de água no Louvre
-
Mbappé está em condições de jogar contra Real Sociedad, afirma Arbeloa
-
'Espero que a verdade vença', diz ucraniano desclassificado dos Jogos de Inverno
-
Filho do último xá do Irã convoca novas manifestações
-
Partido do premiê da Tailândia anuncia coalizão com partido do ex-governante Shinawatra
-
Tripulação internacional decola rumo à ISS
-
Hollywood acusa IA chinesa Seedance de infração em larga escala dos direitos autorais
-
Jornalista guatemalteco que investigava casos de corrupção deixa a prisão
-
Nacionalistas vencem primeiras eleições em Bangladesh desde a revolta de 2024
-
Escritor holandês Cees Nooteboom morre aos 92 anos
-
Designer da Hello Kitty deixa o cargo após quatro décadas
-
Partido Nacionalista de Bangladesh reivindica vitória eleitoral; islamistas contestam
-
Japão apreende barco pesqueiro chinês e detém seu capitão
-
Manifestante iraniano acusado de matar policial corre risco de ser executado (ONG)
-
Presidente interina da Venezuela promete organizar eleições livres
-
México envia ajuda humanitária para Cuba enquanto Chile e Rússia prometem assistência
Opositor Navalny foi 'envenenado' na prisão pela Rússia, afirmam cinco países europeus
O opositor Alexei Navalny, que morreu em fevereiro de 2024 em circunstâncias obscuras em uma prisão russa, foi envenenado por Moscou com uma toxina rara, segundo uma investigação divulgada neste sábado (14) pelo Reino Unido.
"Sabemos que o Estado russo usou essa toxina letal para atingir Navalny por medo de sua oposição", afirmou o Ministério das Relações Exteriores britânico em um comunicado conjunto com Suécia, França, Países Baixos e Alemanha, à margem da Conferência de Segurança de Munique.
Os cinco países baseiam-se em uma "análise de amostras" de seu corpo.
A toxina epibatidina contida na pele das rãs-dardo originárias do Equador foi encontrada em amostras e "muito provavelmente causou sua morte", afirmaram por ocasião do segundo aniversário da morte do opositor.
Crítico ferrenho do presidente russo, Vladimir Putin, ele morreu em circunstâncias misteriosas em uma prisão no Ártico em fevereiro de 2024, quando cumpria uma pena de 19 anos de prisão.
"Apenas o Estado russo tinha os meios, um motivo e a oportunidade de utilizar essa toxina letal para atacar Navalny durante sua prisão em uma colônia penal russa na Sibéria, e o consideramos responsável por sua morte", acrescentou Londres.
A esposa de Navalny, Yulia Navalnaya, disse em setembro passado que a análise laboratorial de amostras biológicas concluiu que ele foi envenenado.
"Há dois anos (...) subi ao palco e disse: 'Vladimir Putin matou meu marido' (...) E hoje essas palavras se tornaram um fato comprovado cientificamente", declarou neste sábado, à margem da Conferência anual sobre Segurança de Munique.
"Hoje, ao lado de sua viúva, o Reino Unido lança luz sobre o bárbaro complô do Kremlin para silenciar sua voz", afirmou em comunicado a secretária de Estado britânica para as Relações Exteriores, Yvette Cooper, que se reuniu com Navalnaya.
Os países afirmam ter denunciado a Rússia à Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ).
"Estamos ainda mais preocupados com o fato de que a Rússia não tenha destruído todas as suas armas químicas", alertaram os países, que acusam Moscou de violar a Convenção sobre Armas Químicas.
Navalny já havia sido envenenado anteriormente com o agente nervoso Novichok em 2020, enquanto fazia campanha na Sibéria.
Na ocasião, foi transferido para a Alemanha, onde passou meses em tratamento.
O ativista anticorrupção havia mobilizado centenas de milhares de pessoas em toda a Rússia em protestos contra o Kremlin.
A.Anderson--AT