-
Netanyahu diz que Israel enviou "mensagem clara" à Turquia sobre a Síria
-
Corinthians busca vaga nas quartas da Libertadores após encerrar novela Memphis
-
Nova temporada, mesma ambição para o PSG
-
Tirante é o 1º argentino a chegar às quartas em Cincinnati desde Del Potro
-
Estreia do PSG no Francês é transferida do Parque dos Príncipes para casa do Rennes
-
Oito mortos em ataques na Ucrânia e na Rússia
-
Mais de 100 países debatem na Argentina estratégias contra o tráfico de drogas
-
Primeiro-ministro britânico vai doar parte do salário para os sem-teto
-
Acidente de helicóptero no Quênia deixa sete mortos, incluindo chefe de inteligência do Equador
-
Reijnders deixa o Manchester City rumo à Arábia Saudita
-
ONU, Alemanha e França condenam declarações "desumanas" de ministro israelense sobre Gaza
-
Chanceleres da OEA vão debater medidas contra a Nicarágua por eliminação de eleições
-
Honduras declara alerta em quase 80% de seu território devido ao El Niño
-
Moderna e Merck anunciam resultados promissores de tratamento contra câncer de pele
-
Presidente de honra do Bayern diz que disfunção neurológica de Musiala é um "drama"
-
Swiatek avança às quartas do WTA 1000 de Cincinnati e espera por Rybakina
-
França investiga novas agressões de ex-cirurgião pedófilo condenado
-
Mais de 5 mil casos de ebola registrados na RDC
-
Carlos Sainz renova contrato com a Williams
-
Irã ameaça países do Golfo que ajudam o Exército dos Estados Unidos
-
Lawson substituirá Hadjar, lesionado, no GP dos Países Baixos de F1
-
Trump diz que se reunirá com líder norte-coreano Kim Jong Un este ano
-
Esquerda consegue vitória surpreendente na Flórida, enquanto candidatos de Trump tropeçam
-
Emirados cancelam shows de Shakira e Christina Aguilera
-
OEA aprova reunião de chanceleres para discutir medidas contra a Nicarágua
-
Arsenal chega a acordo com Aston Villa para contratar zagueiro Ezri Konsa
-
Facções brasileiras expandem seu poder com violência nas fronteiras da Bolívia
-
Vice-presidente do Conselho da Fifa retira apoio a Infantino
-
Diretor de cinema britânico John Irvin morre aos 86 anos
-
'American Doctor' leva às telas o horror testemunhado por médicos em Gaza
-
'Sobrenatural: Agora Entre Nós' nasceu do medo da paternidade, afirma diretor
-
Imprensa britânica criticada após morte de professor negro de Cambridge
-
TPI condena sanções dos EUA à sua presidente como 'ataque flagrante'
-
China expande centros de dados para o interior do país como forma de impulsionar IA
-
Moderna e Merck anunciam resultados promissores de vacina contra o câncer de pele
-
Mulher de 84 anos é encontrada viva três dias após terremoto na Indonésia
-
ChatGPT terá anúncios a partir de 24 de agosto em 30 países europeus
-
Mães do sul da África suplicam por seus filhos na guerra da Rússia
-
Irã ameça países do Golfo que ajudam o Exército dos Estados Unidos
-
China acelera indústria de robôs humanoides; ações da Unitree disparam em estreia na Bolsa
-
Proprietário de casa cercada por colonos israelenses na Cisjordânia pede ajuda aos Estados Unidos
-
Tenista australiano Nick Kyrgios é suspenso pelo consumo de cocaína
-
Coreia do Sul encurta exercícios militares com EUA após crítica de Trump
-
Incêndio em hotel de Calcutá deixa nove mortos
-
Palmeiras tem prova de fogo em Assunção contra o Cerro Porteño na Libertadores
-
Com tudo em aberto, Flamengo recebe Cruzeiro no jogo de volta das oitavas da Libertadores
-
Libéria vai receber até 1,2 mil deportados dos EUA
-
Sabalenka atropela Wang e vai às oitavas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Fluminense vence Independiente Rivadavia nos pênaltis e vai às quartas da Libertadores
-
Turquia nega denúncia israelense sobre envio de tropas à Síria
EUA acelera fim das sanções petrolíferas contra Venezuela e envia ajuda médica
Os Estados Unidos aceleraram nesta sexta-feira (13) o fim das sanções petrolíferas contra a Venezuela com licenças de exploração para cinco multinacionais do setor e, ao mesmo tempo, anunciaram o envio de mais de 6 toneladas de suprimentos médicos.
O presidente Donald Trump, muito satisfeito com a colaboração do novo governo interino de Delcy Rodríguez, assegurou a jornalistas que viajará em algum momento ao país sul-americano, cujo rumo alterou dramaticamente em 3 de janeiro passado com a captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.
As relações com a Venezuela são "tão boas quanto se poderia desejar" e a presidente interina está fazendo "um grande trabalho", declarou Trump nesta sexta-feira.
Após a queda de Maduro, Washington anunciou três etapas para a Venezuela, um país empobrecido pela crise econômica, corrupção e sanções: estabilidade econômica, recuperação e transição política.
A estabilidade passa sobretudo, segundo Trump, pelo controle das vendas de petróleo venezuelano, principalmente aos Estados Unidos, que em troca depositam o dinheiro no Catar e depois o entregam a Caracas, para "benefício de todos os venezuelanos".
- Mais petrolíferas -
Nesta sexta-feira, o Departamento do Tesouro anunciou que permitirá à americana Chevron, à italiana Eni, à espanhola Repsol e às britânicas BP e Shell retomar suas operações no país sul-americano sem mais obstáculos.
Caracas promulgou uma reforma de sua lei de hidrocarbonetos para facilitar esse retorno das multinacionais, com as quais manteve problemas jurídicos durante anos e que são indispensáveis caso queira renovar suas instalações.
Washington também emitiu uma segunda licença para permitir novos contratos com outras petrolíferas, sempre sob sua supervisão.
Todos esses projetos ficam submetidos à jurisdição americana, e não venezuelana, esclarece o Departamento do Tesouro, que nos últimos dias também anunciou licenças para equipamentos, material de informática, contratos com navios-tanque ou projetos com portos e aeroportos.
O setor petrolífero venezuelano esteve submetido a sanções dos Estados Unidos desde 2019.
Embora com dificuldades, a Chevron era a única empresa americana que explorava o petróleo venezuelano por meio de uma licença dos Estados Unidos para contratos muito específicos com a empresa estatal venezuelana, PDVSA.
- Ajuda médica -
Pouco depois desses anúncios, o Departamento de Estado revelou o envio por via aérea de mais de 6 toneladas de "suprimentos médicos prioritários".
"Este é o primeiro envio de um esforço significativo para aumentar o abastecimento de suprimentos médicos críticos à Venezuela", acrescentou o comunicado.
O texto não mencionou se Caracas pagará por esses suprimentos.
O presidente Trump assegurou, após a captura de Maduro, que além de fiscalizar o dinheiro do petróleo venezuelano, Caracas concordou em comprar prioritariamente bens americanos.
Os suprimentos médicos enviados à Venezuela serão distribuídos pelo ministério da Saúde "provisório", detalhou o texto.
Embora Trump tenha recebido a opositora María Corina Machado e declarado que o objetivo político na Venezuela é a realização de eleições e a transição democrática, em suas declarações mais recentes ele omite mencionar esse aspecto.
Caracas adiou a aprovação de uma lei de anistia e, embora tenha libertado centenas de presos políticos, muitos deles permanecem em prisão domiciliar, sob monitoramento eletrônico.
O "discombobulator" -
Trump também visitou uma base militar na Carolina do Norte, Fort Bragg, onde estão baseados alguns dos soldados de elite que participaram da ousada operação de captura de Maduro e sua esposa.
O presidente os elogiou e gabou-se de uma arma secreta, o "discombobulator" ("desorientador"), capaz de bloquear os sistemas de defesa russos e chineses, e que foi utilizado na poderosa operação militar.
É a primeira vez que Trump menciona essa arma misteriosa em um evento público, depois de ter deixado escapar alguns detalhes em entrevistas anteriores.
"Fala-se do 'discombobulator', porque eles não conseguiram disparar nem um único tiro", disse Trump, referindo-se ao bloqueio de grande parte dos sistemas defensivos da Venezuela durante a incursão de 3 de janeiro.
"O equipamento russo não funcionou. O equipamento chinês não funcionou. Todos estão tentando descobrir por que não funcionou. Um dia saberão", afirmou com um sorriso.
R.Lee--AT