-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Veneto aprova variação orçamental de 48,8 milhões para infraestruturas e serviços
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Presidente cubano afirma que 'não há negociações' em curso com EUA, após pressão de Trump
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou nesta segunda-feira (12) que não há negociações em andamento com os Estados Unidos, em um momento em que Washington aumenta a pressão sobre a ilha comunista.
"Não há negociações com o governo dos EUA, salvo contatos técnicos no âmbito migratório", disse Díaz-Canel na rede social X, após o mandatário americano, Donald Trump, ter afirmado no domingo que seu governo mantém diálogos com Havana.
"Estamos conversando com Cuba", assegurou Trump a bordo do Air Force One no domingo.
O presidente dos Estados Unidos havia instado mais cedo Cuba, por meio de sua rede Truth Social, a "alcançar um acordo", sem mais detalhes, uma semana após suas forças militares capturarem Nicolás Maduro, o presidente venezuelano deposto aliado do regime cubano.
"Existem acordos migratórios bilaterais em vigor que Cuba cumpre cuidadosamente", sustentou Díaz-Canel em uma série de mensagens no X nesta segunda-feira.
"Como demonstra a história, as relações entre os EUA e Cuba, para avançarem, devem se basear no direito internacional em vez da hostilidade, da ameaça e da coerção econômica", acrescentou.
Trump elevou o tom contra Cuba após a queda de Maduro. "NÃO HAVERÁ MAIS PETRÓLEO NEM DINHEIRO PARA CUBA: ZERO!", disse na Truth Social no domingo. "Sugiro firmemente que alcancem um acordo, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS", acrescentou.
Trump não deu detalhes sobre a que tipo de acordo se refere. Pouco antes de sua mensagem ao governo cubano, Trump publicou um comentário de um usuário desconhecido da rede X que sugeria que seu secretário de Estado, Marco Rubio, seria presidente de Cuba, e acrescentou: "Parece bom para mim!".
G.P.Martin--AT