-
Michael Carrick é o favorito para assumir o Manchester United até o final da temporada
-
Começa no Panamá o julgamento por supostas propinas da Odebrecht
-
Venezuela anuncia libertação de mais de 100 presos políticos em meio à pressão dos EUA
-
Finalista de Wimbledon em 2016, Milos Raonic anuncia aposentadoria do tênis
-
Simeone pede desculpas após provocar Vini Jr. na Supercopa da Espanha
-
Presidente cubano afirma que 'não há negociações' em curso com EUA, após pressão de Trump
-
Queda de Maduro impulsiona expectativas para economia venezuelana
-
Ouro e prata batem recorde após investigação do Federal Reserve dos EUA
-
Pacientes de hospital de Gaza querem que Médicos Sem Fronteiras continue missão
-
Trump alerta que EUA controlará Groenlândia 'de um jeito ou de outro'
-
Louvre permanece fechado nesta segunda-feira por greve
-
CIJ inicia audiências sobre denúncia de genocídio contra os rohingyas em Mianmar
-
Irã afirma estar pronto para guerra diante de ameaças de Trump
-
Lista de vencedores do Globo de Ouro nas principais categorias
-
Uma noite brasileira em Hollywood: Wagner Moura e 'O Agente Secreto' brilham no Globo de Ouro
-
"O Agente Secreto" vence Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Não Inglesa
-
Opositores esperam 'ansiosos' por libertações anunciadas na Venezuela
-
Inter e Napoli empatam, e Serie A continua aberta
-
Policial acusado de 'traição à pátria' morre sob custódia na Venezuela
-
Endrick estreia pelo Lyon e marca gol da vitória sobre o Lille (2-1) na Copa da França
-
Israel realiza novos bombardeios no sul do Líbano
-
Barcelona vence Real Madrid (3-2) e é bicampeão da Supercopa da Espanha
-
Trump insta Cuba a fazer acordo 'antes que seja tarde demais'
-
Governo do Irã aumenta repressão a protestos e convoca marcha de apoio
-
Governo Trump anuncia envio de 'centenas' de agentes adicionais a Minneapolis
-
United perde para Brighton (2-1) em Old Trafford e está fora da Copa da Inglaterra
-
Bayern atropela Wolfsburg (8-1) e dá mais um passo rumo ao título alemão
-
Incêndios florestais devastam mais de 15 mil hectares na Patagônia argentina
-
Governo sírio retoma controle de Aleppo após expulsar combatentes curdos
-
Novos bombardeios israelenses no sul do Líbano
-
Milan arranca empate com Fiorentina e pode ver Inter disparar na liderança do Italiano
-
Família relata busca angustiante por cinco presos na Venezuela
-
Com hat-trick de Martinelli, Arsenal goleia Portsmouth (4-1) e avança na Copa da Inglaterra
-
Trump alerta Cuba para fazer um acordo 'antes que seja tarde demais'
-
Bublik é campeão em Hong Kong e entra no Top 10 do ranking da ATP
-
Trump republica mensagem sugerindo que Rubio seja presidente de Cuba
-
A uma semana do Aberto da Austrália, Sabalenka é campeã do WTA 500 de Brisbane
-
Hollywood celebra Globo de Ouro com 'O Agente Secreto' indicado a três categorias
-
Venezuelanos aguardam libertação de mais presos políticos; Maduro diz estar 'bem'
-
Protestos no Irã deixam quase 200 mortos, diz ONG
-
Forças curdas evacuam Aleppo após vários dias de combates mortais
-
Milhares protestam nos EUA por morte de mulher por agente migratório
-
Chelsea goleia Charlton (5-1) na estreia de Rosenior e avança na Copa da Inglaterra
-
Irã registra nova manifestação, apesar dos temores de repressão brutal
-
Trump decreta proteção de receitas do petróleo da Venezuela
-
Egito vence Costa do Marfim (3-2) e vai enfrentar Senegal na semifinal da Copa Africana
-
Nicarágua liberta dezenas de presos políticos
-
Aston Villa elimina Tottenham (2-1) e avança na Copa a Inglaterra
-
EUA registra fim de semana de protestos após morte de mulher por agente migratório
-
Stuttgart goleia Leverkusen e sobe na tabela do Campeonato Alemão
Irã afirma estar pronto para guerra diante de ameaças de Trump
O Irã está preparado para uma guerra e também pronto para negociar, disse nesta segunda-feira (12) o chanceler Abbas Araqchi, depois que Washington reiterou suas ameaças de intervir militarmente caso a repressão ao movimento de protesto, que teria deixado ao menos quase 200 mortos, não cesse.
Diante das grandes concentrações dos últimos dias em Teerã e em outras cidades, as autoridades convocaram contramanifestações nesta segunda-feira em apoio à República Islâmica, que enfrenta um de seus maiores desafios sociais desde sua proclamação, em 1979.
A ONG Iran Human Rights (IHR), com sede na Noruega, afirmou no domingo que havia ao menos 192 manifestantes mortos desde o início dos protestos, em 28 de dezembro, mas advertiu que o balanço real pode ser muito maior.
"Informações não verificadas indicam que ao menos várias centenas, ou até mais de 2.000 pessoas segundo algumas fontes, foram assassinadas", ressaltou a ONG, que também registrou mais de 2.600 detenções.
Apesar do corte da internet imposto pelas autoridades desde 8 de janeiro, imagens vazadas de Teerã e de outras cidades do Irã, provavelmente por via satelital, mostraram grandes manifestações nas últimas noites.
Em um vídeo checado pela AFP, aparecem dezenas de corpos envolvidos em sacos pretos diante de um necrotério na capital, enquanto várias pessoas parecem procurar familiares desaparecidos.
Em Teerã, a vida parecia quase paralisada, segundo um jornalista da AFP.
Inicialmente, os protestos eram contra o aumento do custo de vida, mas, com o passar dos dias, transformaram-se em um movimento contra o regime teocrático que governa o Irã desde a revolução.
Essas manifestações ocorrem em um país enfraquecido pela guerra de 12 dias com Israel em junho de 2025, pelos golpes sofridos por vários de seus aliados regionais e pelas sanções relacionadas a seu programa nuclear.
- "Opções muito fortes" -
Depois de ameaçar várias vezes ordenar uma intervenção militar em resposta à repressão, o presidente americano, Donald Trump, afirmou no domingo que os líderes iranianos queriam "negociar" e que "uma reunião estava sendo preparada", sem descartar a opção militar.
"Talvez tenhamos que agir antes de uma reunião", disse Trump, acrescentando que o Exército americano estudava "opções muito fortes".
O Irã "não busca a guerra, mas está totalmente preparado", afirmou nesta segunda-feira o chanceler Abbas Araqchi, em uma conferência de embaixadores estrangeiros em Teerã.
No entanto, o diplomata acrescentou que "também estamos preparados para negociar", mas ponderou que "essas negociações devem ser justas, com igualdade de direitos e baseadas no respeito mútuo".
No domingo à tarde, o governo declarou três dias de luto nacional pelos "mártires da resistência", em referência principalmente a membros das forças de segurança mortos nos protestos.
As autoridades dizem compreender as reivindicações econômicas dos manifestantes, mas criticam os "baderneiros" que, segundo elas, estariam sendo manipulados pelo exterior, liderado pelos Estados Unidos e por Israel.
O presidente do Irã, Masud Pezeshkian, instou a população a participar de uma "marcha de resistência" em todo o país nesta segunda-feira, para denunciar a violência cometida, segundo ele, por "criminosos terroristas urbanos".
No domingo, um vídeo amplamente compartilhado voltou a mostrar manifestantes reunidos no distrito de Punak, em Teerã, entoando palavras de ordem em apoio à monarquia deposta.
Reza Pahlavi, filho do xá deposto e figura da oposição iraniana desde seu exílio nos Estados Unidos, instou nas redes sociais as forças armadas e de segurança a "apoiar o povo".
P.Hernandez--AT