-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Veneto aprova variação orçamental de 48,8 milhões para infraestruturas e serviços
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Governo Trump anuncia envio de 'centenas' de agentes adicionais a Minneapolis
Centenas de efetivos das forças federais serão mobilizados em Minneapolis entre este domingo (11) e a segunda-feira, depois que a morte de uma mulher por um agente de imigração provocou protestos maciços nos Estados Unidos, anunciou o governo de Donald Trump.
A morte de Renee Nicole Good, de 37 anos, atingida por disparos de um agente do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE, na sigla em inglês), durante uma operação na quarta-feira nessa cidade do estado de Minnesota, fez com que milhares de pessoas fossem às ruas para protestar nos últimos dias em diversas partes do país.
"Haverá centenas [de agentes] adicionais para que nosso pessoal do ICE e da Patrulha Fronteiriça em Minneapolis possa fazer seu trabalho de forma segura", disse a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, em entrevista à emissora Fox News.
Noem detalhou que o reforço chegará ainda neste domingo e na segunda-feira.
"Vamos continuar fazendo com que a lei seja cumprida: se alguém comete atos violentos contra as forças da ordem ou obstrui nossas operações, isso é crime, e os responsabilizaremos pelas consequências", advertiu.
Mais cedo, em outra entrevista ao canal CNN, a secretária acusou políticos democratas de promover a violência contra agentes de imigração e insistiu na narrativa da Casa Branca de que Renee Good era "uma terrorista doméstica" e que o agente envolvido, Jonathan Ross, agiu em legítima defesa.
Em um vídeo gravado pelo celular do agente, Renee aparece ao volante lhe dizendo: "Não estou com raiva do senhor". Quando Ross passa em frente ao veículo, ouve-se outro oficial ordenar que saia do carro, antes de ela tentar fugir. Em seguida, são ouvidos disparos. No final da gravação, é possível ouvir o autor dos disparos e da gravação dizer: "maldita cadela."
"Os fatos da situação são que o veículo foi usado como arma e ela atacou o agente. Ele se defendeu e defendeu as pessoas ao seu redor [...] Isso é um ato de terrorismo doméstico", reiterou Noem na entrevista à CNN neste domingo.
Vários políticos democratas, entre eles o governador de Minnesota Tim Walz e o prefeito de Minneapolis Jacob Frey, rejeitam essa explicação, mostrando vídeos como prova.
Desde que Good morreu na quarta-feira, milhares de pessoas têm se manifestado em diversas cidades do país, em sua maioria de maneira pacífica, para exigir, entre outras cosas, que se esclareça por completo as circunstâncias desse incidente fatal.
As autoridades democratas criticam o fato de os órgãos de segurança locais terem sido afastados das investigações, dirigidas pelo FBI. A investigação deve ser "neutra, imparcial e baseada no estabelecimento dos fatos", reiterou Frey neste domingo à CNN.
F.Wilson--AT