-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
-
Conselho de Estado discute coesão social, habitação, educação e saúde
Bombardeios russos atingem centro médico na Ucrânia
Uma pessoa morreu em um ataque russo que atingiu um centro médico de Kiev nesta segunda-feira (5), levando à evacuação do local durante a madrugada, e outra faleceu em bombardeios nos arredores da capital ucraniana, na véspera de uma cúpula diplomática na França em busca de uma saída para a guerra.
Sirenes de alerta aéreo soaram após a meia-noite em todo o país, alvo de 165 drones, informou o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky.
Em Kiev, a capital, os ataques causaram um incêndio em um centro médico particular, deixando um morto e três feridos, segundo os serviços de resgate, que divulgaram imagens dos pacientes em macas sendo retirados do local.
Margaryta Maliovana, diretora da unidade médica, declarou à AFP que foi "uma noite terrível".
Segundo ela, 26 pacientes estavam no local no momento do impacto e um homem de 30 anos morreu.
"Há pessoas com ferimentos leves, mas foram atendidas na clínica, alguns arranhões aqui e ali, algumas pessoas estavam estressadas", acrescentou.
"Estávamos dormindo (...) e, de repente, houve uma explosão. Acordamos (...) Depois vimos fumaça", contou Vytali Chliayev, um aposentado que mora nas proximidades.
Nos arredores da capital, os bombardeios atingiram várias residências e infraestruturas essenciais. Um homem morreu na localidade de Fastiv, indicou o governador Mykola Kalashnik na plataforma Telegram.
Os ataques causaram cortes de energia na região, levando à ativação dos sistemas de emergência para manter o fornecimento de água e calefação, acrescentou Kalashnik. As temperaturas na Ucrânia caíram para -8°C.
A Rússia intensificou seus ataques contra a Ucrânia enquanto Kiev e seus aliados buscavam concluir um plano apoiado pelos Estados Unidos para encerrar o conflito.
Os bombardeios ocorreram na véspera de uma reunião de líderes europeus em Paris, onde tentarão avançar com um plano de paz que Kiev afirmou estar "90% concluído".
Para preparar o terreno, conselheiros de segurança de 15 países, incluindo Reino Unido, França e Alemanha, assim como representantes da Otan e da União Europeia, reuniram-se em Kiev durante o fim de semana.
O enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, participou das negociações virtualmente, informou um funcionário ucraniano à AFP.
Os esforços diplomáticos para pôr fim ao conflito mais sangrento da Europa desde a Segunda Guerra Mundial se intensificaram nas últimas semanas.
A Rússia, que ocupa cerca de 20% da Ucrânia, pressiona pelo controle total da região leste do Donbass como parte do acordo de paz. Kiev, por outro lado, afirmou que não assinará um acordo de paz que não impeça a Rússia de invadir o país novamente.
No terreno, a Rússia continuou seus avanços nesta segunda-feira e afirma ter tomado a localidade de Grabovsky, na região de Sumy, no nordeste da Ucrânia.
E.Hall--AT