-
Protesto contra reforma trabalhista na Argentina deriva em confrontos em Buenos Aires
-
Citado no caso Epstein, presidente do comitê dos Jogos de Los Angeles 2028 seguirá no cargo
-
Inglaterra escolhe Kansas City como base para Copa do Mundo e disputará amistoso contra Costa Rica
-
Equador disputará amistosos contra Marrocos e Países Baixos antes da Copa do Mundo de 2026
-
James Van Der Beek, estrela de 'Dawson's Creek,' morre aos 48 anos
-
Diretor do Instagram rejeita noção de 'dependência clínica' às redes sociais
-
Candidato da oposição da Colômbia promete bombardear acampamentos do narcotráfico com apoio dos EUA
-
Gisèle Pelicot revela dor e resiliência em seu livro de memórias
-
Swiatek avança às quartas do WTA 1000 de Doha; Andreeva é eliminada
-
Jutta Leerdam, a 'diva' que quebra os protocolos da patinação de velocidade
-
Lindsey Vonn passa por terceira cirurgia após queda nos Jogos de Inverno
-
Norris dita ritmo dos testes no Bahrein; Hamilton pede igualdade na F1
-
Democratas acusam procuradora-geral dos EUA de 'encobrir' arquivos Epstein
-
Rebelião policial na Argentina entre sirenes e reivindicações salariais
-
Polícia e Procuradoria britânicas 'em contato' após documentos comprometedores para Andrew
-
Secretário de Energia dos EUA se reúne com presidente interina na Venezuela
-
Tribunal francês se pronunciará em 7 de julho sobre caso de Marine Le Pen
-
Canadá de luto por massacre em escola e residência que deixou 9 mortos
-
Tottenham demite Thomas Frank após derrota que o aproxima da zona de rebaixamento
-
Netanyahu chega à Casa Branca para pedir a Trump mais pressão sobre o Irã
-
Shakira fará megashow gratuito na praia de Copacabana em 2 de maio
-
Alegando fadiga, Djokovic desiste do ATP 500 de Doha
-
Real Madrid chega a acordo com Uefa para encerrar projeto da Superliga
-
EUA diz que neutralizou drones de narcotraficantes mexicanos após fechar aeroporto de El Paso
-
Congresso argentino debate controversa reforma trabalhista
-
Primeiro-ministro britânico está envolvido em nova polêmica por uma nomeação
-
Técnico do Barça confirma ausência de Raphinha contra o Atlético na Copa do Rei
-
Agricultores espanhóis protestam em Madri contra acordo UE-Mercosul
-
Obstáculos para realizar eleições em tempos de guerra na Ucrânia
-
Otan lança nova missão para reforçar a defesa no Ártico
-
Ataque a tiros em escola e residência deixa nove mortos no Canadá
-
Detido no âmbito do sequestro de mãe de apresentadora é solto nos EUA
-
Captura de Maduro quase frustrou sonho olímpico de Nicolas Claveau
-
Estrelas de Hollywood retornam ao tradicional almoço do Oscar
-
OMC necessita de reforma urgente, adverte sua diretora
-
Nova lei paulista permite enterro de animais de estimação em sepulturas familiares
-
Setor aéreo da UE pede 'revisão imediata' do novo sistema de controle de fronteiras
-
Hong Kong condena pai de ativista pró-democracia por administrar seus recursos
-
Trump recebe Netanyahu, que deseja o fim do programa de mísseis do Irã
-
Um detido no âmbito do sequestro de mãe de apresentadora nos EUA
-
Ataque a tiros em escola e arredores deixa nove mortos no Canadá
-
Violência política sacode a Colômbia com ameaças a presidente e senadora
-
Policiais protestam na Argentina por melhores salários e atenção à saúde mental
-
Retirada de bandeira arco-íris revolta comunidade LGBTQ+ em Nova York
-
Atlético de Madrid recebe Barça na Copa do Rei com Julián Álvarez e gramado questionados
-
LeBron tem sequência incrível interrompida após lesão o deixar de fora da partida contra Spurs
-
FBI divulga imagens de indivíduo ligado a desaparecimento da mãe de apresentadora
-
Cilic conquista 600ª vitória na ATP, ficando atrás apenas de Djokovic
-
United arranca empate, Chelsea tropeça e Tottenham perde em casa na Premier League
-
Freiburg elimina Hertha Berlim nos pênaltis e vai às semis da Copa da Alemanha
Quais sanções serão restabelecidas contra o Irã?
Todas as resoluções da ONU relativas a sanções contra Teerã para impedir a proliferação nuclear no Irã, levantadas em virtude do acordo de 2015, serão reimpostas na noite deste sábado (27), salvo um avanço diplomático improvável de última hora.
O Plano de Ação Integral Conjunto (JCPOA, na sigla em inglês), assinado em 2015 pelo Irã e pelos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas — China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia —, além da Alemanha e da União Europeia, permitiu à ONU suspender as sanções internacionais contra Teerã em troca de restrições ao seu programa nuclear.
Mas as sanções voltarão a entrar em vigor à meia-noite GMT (21h em Brasília) de sábado com a ativação de um mecanismo de reimposição ("snapback") solicitado em 28 de agosto pelo grupo E3 (Alemanha, França, Reino Unido), que considerou que o Irã não cumpriu suas obrigações.
A seguir, a AFP explica o que implica o "snapback":
- A quem ou ao quê se dirigem as sanções? -
As sanções são dirigidas a empresas, entidades e indivíduos que contribuam direta ou indiretamente para o programa nuclear iraniano ou para o desenvolvimento de mísseis balísticos, seja fornecendo os equipamentos necessários, o conhecimento técnico ou o financiamento.
- Quais setores serão afetados? -
As sanções que serão reimpostas incluem, em particular, um embargo de armas convencionais, que proíbe qualquer venda ou transferência de armas ao Irã.
Portanto, serão proibidas as importações, exportações ou transferências de peças, bens e tecnologias relacionadas aos programas nucleares e de mísseis balísticos do Irã.
Também serão congelados os ativos de entidades e indivíduos no exterior pertencentes a pessoas ou entidades iranianas vinculadas aos programas nucleares.
Além disso, será possível proibir a entrada e o trânsito internacional nos Estados-membros da ONU para pessoas designadas por participarem em atividades proibidas.
Os Estados-membros da ONU também deverão restringir as atividades bancárias e financeiras que possam ajudar o Irã em seus programas nucleares ou de mísseis balísticos.
Da mesma forma, as pessoas ou entidades que violarem as disposições poderão ter seus bens ou ativos congelados em nível internacional.
- Há outras medidas? -
Sim, a União Europeia adotou medidas próprias que aplicam e ampliam as resoluções do Conselho de Segurança da ONU.
O objetivo dessas medidas é ter um impacto direto na economia iraniana, não apenas para dificultar a atividade nuclear, mas também para impor um custo econômico ao poder iraniano e forçá-lo a modificar seu comportamento em relação à proliferação nuclear.
As potências ocidentais temem que o Irã adquira armas nucleares, algo que Teerã nega categoricamente, ao mesmo tempo que defende seu direito de desenvolver um programa nuclear para fins civis.
Por outro lado, os Estados Unidos já impõem suas próprias sanções, incluindo algumas que proíbem outros países de comprar petróleo iraniano, depois que o presidente Donald Trump retirou os EUA do acordo de 2015 durante seu primeiro mandato (2017-2021).
- Como o "snapback" entra em vigor? -
O processo de "snapback" reativa as resoluções da ONU, mas sua implementação prática exige que os Estados-membros da ONU atualizem suas leis para cumpri-las.
A UE e o Reino Unido precisarão aprovar a legislação necessária para que as sanções sejam aplicadas, mas ainda não forneceram detalhes sobre esse processo.
- As sanções serão cumpridas? -
As resoluções e sanções do Conselho de Segurança da ONU são vinculativas, mas regularmente violadas.
A grande questão é se países como China e Rússia, que consideram ilegal a ativação do "snapback", respeitarão as medidas contra o Irã.
Alguns países, incluindo a China, continuaram a negociar com o Irã apesar das sanções dos EUA, que foram restabelecidas quando os EUA se retiraram do JCPOA em 2018.
As potências europeias antecipam que a Rússia não cumprirá as sanções, mas não têm clareza sobre como a China reagirá, considerando que ela importa grandes quantidades de petróleo do Irã.
"Evadir as sanções tem um custo político, mas também econômico, porque as transações financeiras tornam-se mais caras", observou Clément Therme, pesquisador associado do Instituto Internacional de Estudos Iranianos da Universidade Sorbonne.
Haverá maior pressão, por exemplo, sobre empresas de transporte marítimo.
"No caso das sanções da ONU, provavelmente não haverá um bloqueio total, mas os custos aumentarão", resumiu Therme.
F.Wilson--AT