-
UE não consegue acordo para suspender sanções contra oligarcas russos; negociações continuarão
-
Reino Unido vai apoiar Arábia Saudita contra houthis (imprensa)
-
Incêndio em joia do turismo colombiano é parcialmente controlado
-
"Ainda estou com a bala aqui dentro", relata imigrante detido pelo ICE nos EUA
-
EUA mobiliza aliados no Ártico
-
Venezuelano ferido pelo ICE no Texas está detido com bala no corpo, denuncia advogada
-
Filme argentino 'El Tren Fluvial' é uma viagem iniciática de dor e aventura
-
João Fonseca anuncia pausa após lesões
-
Paramount chega a acordo com estados dos EUA para megafusão com Warner Bros.
-
EUA anuncia que companhias aéreas iranianas deixarão de operar em dois dias
-
Menor viaja de Ceuta à Península Ibérica no compartimento inferior do ônibus do Valladolid
-
Argentina estima que visita do papa mobilizará sete milhões de fiéis
-
Segundo navio reporta impacto nas águas de Ormuz, diz agência britância
-
Principais emissoras de TV dos EUA suspendem cobertura conjunta de Trump em apoio à CNN
-
Partido alemão de extrema esquerda rejeita acusações de antissemitismo
-
Merz promete seguir governando pelo 'futuro democrático' da Alemanha
-
Incêndio que ameaça joia turística da Colômbia está parcialmente sob controle
-
Extrema direita afirma que é o 'partido do povo' na Alemanha e prevê queda de Merz
-
Merz promete manter governo pelo 'futuro democrático' da Alemanha
-
'Lofi Girl', um fenômeno mundial no YouTube com música relaxante
-
Partido de Putin conquista supermaioria nas eleições parlamentares
-
CNN, MS NOW e Politico vão processar governo Trump por impedi-los de entrar na Casa Branca
-
Leão XIV, o americano reservado que começa a afirmar seu estilo
-
Luis de la Fuente renova contrato com a seleção espanhola até 2032
-
Exterma direita afirma que é o 'partido do povo' na Alemanha e prevê queda de Merz
-
Samlingen Haupt: Vad pengar avslöjar om oss människor
-
Haupt Koleksiyonu: Paranın Biz İnsanlar Hakkında Anlattıkları
-
Modelo Presley Gerber, filho de Cindy Crawford, morre aos 27 anos
-
हॉप्त् कलेक्शन: पैसा हमारे बारे में एक इंसान के रूप में क्या प्रकट करता है
-
Συλλογή Haupt: Τι αποκαλύπτει το χρήμα για εμάς τους ανθρώπους
-
ハウプト・コレクション:お金が人間について明かすこと
-
하우프트 컬렉션: 돈이 우리 인간에 대해 드러내는 것
-
Колекція Гаупта: Що гроші розповідають про нас, людей
-
Sbírka Haupt: Co o nás lidech prozrazují peníze
-
Estados Unidos deportaram mais de 25.000 pessoas para terceros países sob acordos sigilosos
-
Venezuelano é baleado durante operação do ICE no Texas
-
مجموعة هاوبت: ما يكشفه المال عنا نحن البشر
-
豪普特收藏:金錢如何揭露人類的本質
-
Colecția Haupt: Ce ne dezvăluie banii despre noi, oamenii
-
Kolekcja Haupta: Co pieniądze mówią o nas, ludziach
-
Coleção Haupt: O que o dinheiro revela sobre nós, seres humanos
Ataque russo deixa 23 mortos em Kiev e ameaça esforços de paz
Ao menos 23 pessoas morreram em Kiev, entre elas quatro menores, em um dos maiores ataques aéreos russos contra a Ucrânia, que os Estados Unidos consideraram, nesta quinta-feira (28), uma ameaça aos esforços de paz de Donald Trump.
Moscou continuava bombardeando cidades ucranianas, apesar do impulso do presidente americano para encerrar a guerra - iniciada pela invasão russa em fevereiro de 2022 -, que até o momento não trouxe resultados concretos.
Trump "não está feliz" com a notícia dos ataques à capital ucraniana, mas "tampouco está surpreso", descreveu a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.
A reação do presidente americano foi diferente da do enviado especial para a Ucrânia, Keith Kellogg, que denunciou "ataques cruéis que ameaçam a paz".
Charles Kushner, embaixador dos Estados Unidos em Paris, insistiu por sua vez em uma entrevista à televisão francesa que Trump conseguiu avanços para o fim do conflito, enquanto os europeus "não conseguiram nada".
Em paralelo, no entanto, Washington anunciou nesta quinta-feira que aprovou a venda a Kiev de 3.350 mísseis de longo alcance e equipamentos no valor de 825 milhões de dólares, o que, assegurou, deve ajudar a Ucrânia a se defender melhor.
Esse ataque massivo lançado pela Rússia tirou a vida de 23 pessoas, entre elas quatro menores, e deixou cerca de 50 feridos, segundo um novo balanço anunciado na madrugada de sexta-feira por Timur Tkatchenko, chefe da administração militar de Kiev.
Atingiu áreas centrais da capital ucraniana e causou danos importantes na representação da União Europeia e no escritório do British Council. Os embaixadores russos em Bruxelas e Londres foram convocados.
- "Gritamos" -
Em um bairro do leste de Kiev, as equipes de resgate retiraram vários cadáveres de um edifício residencial totalmente destruído, constataram jornalistas da AFP.
Uma bomba deixou uma cratera fumegante em outro bloco de cinco andares que ficou partido ao meio pelo bombardeio. Uma creche também foi danificada e um centro comercial foi atingido.
"Os vidros voavam (...). Gritamos quando as bombas explodiram", disse Galina Shcherbak em um estacionamento próximo.
O Exército ucraniano detalhou que a Rússia utilizou 598 drones e 31 mísseis, incluindo dois supersônicos Kinzhal, no que foi o segundo maior ataque aéreo contra todo o país desde o início da invasão russa em fevereiro de 2022.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, qualificou o ataque como uma "horrível e deliberada matança de civis".
"A Rússia não tem nenhum interesse na diplomacia. Prefere continuar matando a pôr fim à guerra", acrescentou o dirigente, que pediu novas sanções.
"Já foram descumpridos todos os prazos e destruídas dezenas de oportunidades para a diplomacia. A Rússia deve se sentir responsável por cada ataque, por cada dia desta guerra", insistiu.
- Interesse na diplomacia -
O Kremlin, que afirmou ter atacado alvos militares, insistiu que continua interessado na diplomacia, mas que seus bombardeios contra a Ucrânia "continuarão".
"As forças armadas russas cumprem sua missão. Continuam atacando alvos militares e paramilitares", declarou à imprensa o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, em resposta a uma pergunta da AFP.
"Ao mesmo tempo, a Rússia segue interessada em dar continuidade ao processo de negociação para alcançar seus objetivos por meios políticos e diplomáticos", acrescentou.
O ataque contra Kiev acontece depois de três anos e meio da invasão russa e com as negociações de paz bloqueadas, apesar da pressão americana.
Líderes mundiais, incluindo os da França e do Reino Unido, condenaram esse novo ataque russo.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, assegurou, após os danos à missão da União Europeia em Kiev, que o bloco "não se deixará intimidar" pela Rússia.
O presidente francês, Emmanuel Macron, condenou o "terror e a barbárie" russos, enquanto o chefe de governo alemão, Friedrich Merz, afirmou que "a Rússia mostrou sua verdadeira face".
O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que "os ataques contra civis e infraestruturas civis violam o direito internacional humanitário, são inaceitáveis e devem cessar imediatamente".
H.Gonzales--AT