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Tarifas dos EUA entram em vigor e provocam respostas duras de parceiros comerciais
União Europeia, China e Canadá anunciaram nesta quarta-feira (12) fortes represálias às tarifas de 25% sobre o aço e o alumínio impostas pelos Estados Unidos.
China, a segunda maior potência do mundo e o maior produtor de aço, prometeu fazer o "necessário" para "preservar seus direitos e interesses legítimos".
Pequim disse que "as ações dos Estados Unidos violam seriamente as regras" da Organização Mundial do Comércio (OMC) "e danificam o sistema comercial multilateral baseado em regras", segundo a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Pequim, Mao Ning.
O Canadá aplicará a partir de amanhã novas tarifas sobre produtos dos Estados Unidos, totalizando US$ 20,7 bilhões, em reposta ao que chamou de tarifas aduaneiras injustificáveis de Washington, declarou o ministro das Finanças canadense, Dominic LeBlanc.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, anunciou que vai aguardar até 2 de abril para definir suas ações. Já o Brasil, um dos grandes fornecedores de aço para os Estados Unidos, anunciou que não tomará medidas.
A UE respondeu com a renovação de tarifas sobre produtos americanos que havia adotado em 2018 e 2020, mas que posteriormente ficaram sem efeito. Além disso, a UE complementou as medidas com um novo pacote de tarifas contra produtos dos Estados Unidos, que inclui o bourbon, motos Harley Davidson e iates. No total, o grupo europeu vai taxar US$ 28 bilhões em importações.
"Acreditamos de modo veemente que, em um mundo repleto de incertezas geopolíticas e econômicas, não é do interesse comum sobrecarregar nossas economias com tarifas", declarou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, ao ler um comunicado.
Trump prometeu nesta quarta-feira "replicar" a resposta do bloco europeu e o representante comercial de Washington, Jamieson Greer, considerou que a UE está "desligada da realidade".
As ações punitivas da UE ignoram completamente os imperativos de segurança dos Estados Unidos e, inclusive, da segurança internacional, declarou Greer, ao culpar a União Europeia de ter fracassado na tentativa de enfrentar conjuntamente a superprodução de metais e outros produtos.
- Nem tudo é represália -
O Reino Unido afirmou que está "decepcionado" com as medidas dos Estados Unidos, mas anunciou que não adotaria medidas de retaliação imediatas.
O Japão lamentou não ter sido excluído das tarifas americanas, mas não anunciou represálias até o momento.
O país mais afetado pelas tarifas americanas será o Canadá, que fornece metade das importações de alumínio e 20% das importações de aço dos Estados Unidos, segundo a consultoria EY-Parthenon.
O futuro primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, indicou nesta quarta-feira que está disposto a falar diretamente com Trump sobre as relações comerciais bilaterais.
"Estou pronto para me sentar com o presidente Trump no momento oportuno, em um marco em que haja respeito à soberania canadense", declarou em uma siderúrgica de Hamilton, província de Ontário.
Trump não para de dizer que quer que o Canadá se torno o 51º estado americano.
Seu objetivo declarado no setor da siderurgia é proteger a indústria americana, cuja produção cai a cada ano, confrontada com uma concorrência feroz, em particular da Ásia.
- Os mais afetados -
No caso do alumínio, Emirados Árabes Unidos, Coreia do Sul, Bahrein e China, que representam entre 3% e 6% das importações americanas, também sofrerão as consequências.
Brasil, Índia, Argentina e México abastecem o mercado em menor escala, mas "ainda assim podem sofrer interrupções na cadeia de suprimento à medida que os compradores ajustem suas estratégias de abastecimento", alerta a consultoria.
No setor do aço, Brasil (17% das importações) e México (10%) serão os mais afetados depois do Canadá. Em seguida, aparecem Coreia do Sul, Alemanha e Japão.
Os Estados Unidos importam quase metade do aço e do alumínio utilizados no país por indústrias tão diversas como a automotiva, aeronáutica, petroquímica e produtos básicos de consumo, como as conservas.
Desde o início de seu segundo mandato, Trump tem utilizado as tarifas como uma ferramenta de negociação com seus parceiros comerciais, como um incentivo para que as empresas se estabeleçam no país e como fonte de receita para as finanças federais.
Trump exige de Canadá, China e México que façam mais para frear o tráfico de fentanil para os Estados Unidos. O presidente americano também anunciou tarifas às importações de aço e alumínio durante seu primeiro mandato (2017-2021).
Após semanas de negociações, ele concordou em isentar México e Canadá dos 25% de tarifas aos produtos contemplados no T-MEC até 2 de abril.
Na data, em tese, entrarão em vigor o que Trump chama de tarifas "recíprocas", projetadas para taxar os produtos de um país quando entram nos Estados Unidos no mesmo nível que esta nação impõe aos mesmos bens americanos que importa.
A medida visa os países emergentes, como Brasil ou Índia, que muitas vezes impõem tarifas mais elevadas para proteger a indústria nacional.
Th.Gonzalez--AT