-
Liverpool anuncia contratação do atacante da seleção espanhola Víctor Muñoz
-
Chivu renova como técnico da Inter de Milão até 2028.
-
Obama inaugura museu em Chicago com outros três ex-presidentes
-
Netanyahu pede que se preserve a 'relação vital' entre Israel e EUA
-
Marfinense Elye Wahi tem visto canadense aceito e poderá jogar contra Alemanha
-
Guerra no Irã deixa a república islâmica intacta e uma oposição dividida
-
Número 2 do mundo, Elena Rybakina cai na estreia no WTA 500 de Berlim
-
Zverev confirma favoritismo contra Hanfmann e via às quartas do ATP 500 de Halle
-
EUA suspende bloqueio naval contra o Irã
-
República Tcheca e África do Sul empatam (1-1) pelo Grupo A da Copa
-
Marfinense Elye Wahi teve visto canadense aceito e poderá jogar contra Alemanha
-
Pai de Messi enfrenta problema de saúde e família pede privacidade
-
Cuba diz que quer avançar rumo a reformas de liberalização econômica
-
Boston se rende ao 'Exército de Tartan", a torcida da Escócia que faz festa na Copa do Mundo
-
EUA de Balogun busca nova vitória contra a Austrália na Copa do Mundo
-
Suprema Corte dos EUA autoriza posse de armas por consumidores de maconha
-
Kast ajusta suas promessas após um turbulento início de governo no Chile
-
Paris concede cidadania honorária a civis e jornalistas palestinos
-
Bellingham silencia críticas na Inglaterra de Kane
-
Vinícius Júnior, a arma de Ancelotti na busca pelo hexa
-
RDC tem mais de 200 mortos por ebola quase um mês após início da epidemia
-
Trump rebate críticas a acordo com o Irã
-
PF investiga Jaques Wagner, aliado de Lula, por suspeitas ligadas ao Banco Master
-
Programas sociais, déficit e guerrilha: Colômbia diante de rumos opostos nas eleições presidenciais
-
Contra Haiti, Ancelotti busca manter sua frágil lua de mel com a Seleção
-
Neymar está fora do jogo da Seleção contra o Haiti
-
Restrições drásticas ao transporte público entram em vigor em Cuba
-
Cristiano Ronaldo, uma estrela ofuscada pelo brilho de Messi
-
Julgamento de escândalo de corrupção na Venezuela avança sob denúncias de abusos
-
Marfinense Elye Wahi tem visto negado no Canadá e não poderá jogar contra Alemanha
-
Cristiano, Lamine... Não há tempo para lamentações na Copa do Mundo
-
Eleição no norte da Inglaterra pode ser decisiva para o futuro de Starmer
-
Secretário de Defesa anuncia reavaliação da presença militar dos Estados Unidos na Europa
-
Copa do Mundo lança um raio de luz em meio à escuridão em Gaza
-
EUA e Irã começarão a negociar aplicação do acordo na sexta-feira
-
Real Madrid contrata zagueiro francês Ibrahima Konaté
-
Ucrânia incendeia refinaria em maior ataque contra Moscou em dois anos
-
Secretário de defesa americano anuncia reavaliação da presença militar na Europa
-
Partido Comunista de Cuba aprova reformas para maior economia de mercado
-
Colômbia estreia na Copa de 2026 com vitória (3-1) sobre o Uzbequistão
-
EUA e Irã assinam acordo para encerrar guerra no Oriente Médio
-
Gana vence Panamá nos acréscimos (1-0) na estreia na Copa de 2026
-
Raúl Castro apoia reformas econômicas em Cuba
-
Do G7 a Versalhes: a relação de ouro entre Macron e Trump
-
Técnico da Coreia do Sul minimiza impacto de drone que sobrevoou treino de sua equipe
-
EUA e Irã confirmam que assinaram acordo para encerrar guerra no Oriente Médio
-
Inglaterra mostrou o nível que pode alcançar na vitória sobre a Croácia, diz Kane
-
Em busca do 1º lugar do Grupo A, México enfrenta Coreia do Sul em Guadalajara
-
Com 2 gols de Kane, Inglaterra vence Croácia (4-2) em sua estreia na Copa
-
Messi faz trabalho de recuperação após seu primeiro show na Copa de 2026
Anistia Internacional alerta que líderes 'predadores' buscam impor nova ordem mundial
A Anistia Internacional instou os governos a reagirem à imposição de uma nova ordem mundial ditada por dirigentes "predadores" de países como os Estados Unidos, a Rússia ou Israel, em seu relatório anual publicado nesta terça-feira (21, data local).
No caso dos Estados Unidos, a ONG citou "homicídios extrajudiciais além de suas fronteiras", afirmou que "atacou ilegalmente a Venezuela e o Irã" e ameaçou a Groenlândia.
Segundo a organização, os governantes desses três países rejeitam as normas estabelecidas após a Segunda Guerra Mundial em favor de um mundo no qual a "guerra substitui a diplomacia".
Durante a apresentação do relatório anual em Londres, a secretária-geral da AI, Agnès Callamard, classificou como "predadores" o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o presidente russo, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
"Em 2025, Donald Trump, Vladimir Putin ou Benjamin Netanyahu, para citar apenas alguns, seguiram uma estratégia de conquista ditada por sua sede de domínio econômico, multiplicando a destruição, a repressão e a violência global em grande escala", afirmou Callamard.
O governo israelense, por sua vez, "continuou seu genocídio contra a população de Gaza, apesar do acordo de cessar-fogo de outubro de 2025", sem que a comunidade internacional adote "medidas significativas", aponta o relatório.
Diante desses "brutos e saqueadores", quase todos os líderes internacionais demonstraram "covardia", especialmente na Europa, lamentou Callamard, que destacou como exceções na União Europeia Espanha e Eslovênia, que qualificam como "genocídio" a guerra de Israel em Gaza.
"Os Estados, organismos internacionais e a sociedade civil devem rejeitar a política de conciliação a qualquer preço e resistir coletivamente a esses ataques", afirma a ONG.
Segundo a Anistia Internacional, as instituições internacionais sofreram os "piores" ataques desde 1948, com sanções americanas impostas a alguns magistrados e promotores da Corte Penal Internacional ou a retirada dos Estados Unidos de dezenas de organismos e tratados, como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas.
Para a secretária-geral da ONG, o atual conflito no Oriente Médio é um exemplo dessa "deriva de desprezo pela lei", desde os "ataques ilegais realizados pelos Estados Unidos e Israel" até as "represálias indiscriminadas" do Irã.
Pouco antes, as autoridades iranianas "massacraram manifestantes em janeiro de 2026, no que provavelmente foi a repressão desse tipo mais mortal em décadas", acrescenta a ONG.
Por outro lado, a organização elogia as ações de estivadores na Espanha, França ou Marrocos para "perturbar o envio de armas para Israel", assim como o engajamento de cidadãos americanos que se opuseram às operações do serviço de imigração dos EUA (ICE), às vezes arriscando a própria vida.
M.Robinson--AT