-
Virgínia aprova novo mapa eleitoral antes das 'midterms' nos EUA
-
Trump estende trégua indefinidamente, diante de um Irã desafiador
-
Bachelet espera que o mundo esteja 'preparado' para uma mulher na chefia da ONU
-
Chefe de órgão eleitoral do Peru renuncia após irregularidades no pleito
-
Kevin Warsh, de linha-dura contra a inflação a aliado de Trump
-
Homem é executado na Flórida após passar 35 anos no corredor da morte
-
Com gols de Vini e Mbappé, Real Madrid vence Alavés (2-1) e fica a 6 pontos do líder Barça
-
Atirador de pirâmide no México foi influenciado por massacre de Columbine e sacrifícios pré-hispânicos
-
Inter vence Como de virada (3-2) e avança à final da Copa da Itália
-
Lens vence Toulouse (4-1) e vai à final da Copa da França
-
Ataque armado em pirâmide no México foi planejado, dizem autoridades
-
Chelsea perde para o Brighton (3-0) no Inglês, sua 5ª derrota consecutiva sem marcar gol
-
Leicester, campeão da Premier League em 2016, é rebaixado para a 3ª divisão inglesa
-
Filha de Maradona critica duramente 'manipulação' da família por equipe médica de seu pai
-
Advogados em Miami consideram Messi "cúmplice" da AFA em processo multimilionário
-
Na Guiné Equatorial, papa faz apelo ao 'direito' e à 'justiça'
-
Começam os argumentos no novo julgamento de Weinstein por estupro em Nova York
-
Procuradoria da Flórida abre investigação contra ChatGPT por ataque a tiros mortal
-
UE não chega a acordo sobre novas sanções contra Israel
-
Material girl: Madonna oferece recompensa por figurino desaparecido após Coachella
-
Centenas de turistas retornam ao Morro Dois Irmãos após susto causado por operação policial
-
Virgínia vota referendo crucial antes das eleições de meio de mandato nos EUA
-
Fifa inicia nova fase de venda de ingressos para Copa de 2026
-
Ataque armado em pirâmide de Teotihuacán, no México, foi planejado, dizem autoridades
-
Lula defende multilateralismo e aposta em relações comerciais sem 'preferência'
-
Indicado de Trump ao Fed promete preservar independência do banco central
-
Lula avalia responder com 'reciprocidade' à expulsão pelos EUA de delegado da PF
-
Trump acusa Irã de violar o cessar-fogo um dia antes do fim da trégua
-
Entre cafés e passeios, habitantes de Teerã aproveitam a trégua
-
"Nunca joguei muito bem em Madri", admite Jannik Sinner
-
Curaçao quer "surpreender o mundo" na Copa de 2026, diz seu técnico
-
Flick diz que Barça precisa de "líderes" para voltar a conquistar a Champions League
-
Guardiola ameniza temores sobre lesão de Rodri
-
Fãs do Rei do Pop lotam Hollywood para estreia de 'Michael'
-
Rafa Márquez será o técnico da seleção mexicana após a Copa de 2026
-
O que provoca o atraso nos resultados oficiais das eleições do Peru?
-
Papa Leão XIV visita Guiné Equatorial, última etapa da viagem pela África
-
City, Chelsea, Inter e Juventus farão torneio amistoso em Hong Kong
-
Irã não envia delegação para negociações com EUA
-
Japão faz mudança histórica ao eliminar restrições à exportação de armas
-
Homem mata canadense baleada e comete suicídio em complexo de pirâmides no México
-
Charles III presta homenagem à sua mãe Elizabeth no centenário de seu nascimento
-
Victor Wembanyama é eleito Defensor do Ano da NBA
-
Anistia Internacional alerta que líderes 'predadores' buscam impor nova ordem mundial
-
Com Scudetto quase garantido, Inter enfrenta Como nas semis da Copa da Itália
-
Turista canadense morre em ataque a tiros em complexo de pirâmides no México
-
Wolverhampton confirma seu rebaixamento para a 2ª divisão inglesa
-
Alcaraz, Lamine Yamal e Sabalenka recebem Prêmio Laureus 2026
-
Suprema Corte dos EUA examinará caso de escolas católicas excluídas de financiamento estadual
-
Lens: a um passo da final da Copa da França e da história
Trump defende medidas comerciais, migratórias e geopolíticas no Congresso
Os Estados Unidos de Donald Trump "estão de volta". O presidente republicano defendeu na terça-feira (4), no Congresso, as tarifas, suas medidas contra a imigração, prometeu "uma guerra contra os cartéis", recuperar o Canal do Panamá, além de reservar muitos elogios a Elon Musk.
Em um discurso de uma hora e 40 minutos, o mais longo de um presidente americano diante do Congresso, Trump falou sobre seus projetos para "um futuro incrível, porque a era de ouro dos Estados Unidos está apenas começando".
O "sonho americano é imparável", declarou entre aplausos dos republicanos, para grande pesar dos democratas, que protestaram com cartazes com as palavras "Falso" ou "Isso é uma mentira!".
Logo no início do discurso, o congressista democrata Al Green foi expulso porque não parava de agitar sua bengala em direção a Trump e de interrompê-lo dizendo que ele não foi eleito para desmantelar os programas de saúde.
Mas o milionário de 78 anos não se intimidou e citou o que considera as conquistas de suas primeiras semanas de governo.
Em plena guerra comercial com México, Canadá e China, países aos quais impôs tarifas de até 25%, ele defendeu as tarifas de importação.
- "Proteger a alma" -
"As tarifas não servem apenas para proteger os empregos americanos. Servem para proteger a alma do nosso país", disse, embora tenha reconhecido que "algumas perturbações" serão registradas.
"Outros países têm utilizado tarifas contra nós durante décadas, e agora é nossa vez de começar a utilizá-las" contra eles, afirmou, citando Brasil, União Europeia, China, Índia, México e Canadá, entre outros.
Trump impôs tarifas aos países vizinhos porque, segundo ele, "permitiram que o fentanil entrasse" nos Estados Unidos "em níveis nunca vistos antes".
Ele afirmou que os cartéis de drogas mexicanos representam "uma grave ameaça" à segurança nacional, traficam o opioide sintético, que provoca dezenas de milhares de mortes por ano no território americano, e cometem estupros e assassinatos.
"Os cartéis estão travando uma guerra contra os Estados Unidos, e é hora de os Estados Unidos travarem uma guerra contra os cartéis, que é o que estamos fazendo", disse ao Congresso. Ele recordou que incluiu vários cartéis na lista de organizações terroristas.
O presidente mencionou de passagem a Ucrânia. Poucos dias após um confronto verbal no Salão Oval da Casa Branca com seu homólogo ucraniano, Volodimir Zelensky, reiterou que é necessário acabar com a "guerra sem sentido".
Ele disse que recebeu uma carta de Zelensky na qual ele afirma estar "preparado" para negociar a paz com a Rússia e assinar um acordo de minerais com os Estados Unidos "a qualquer momento".
- Recuperar o Canal do Panamá-
Ele voltou a ressaltar seus anseios expansionistas. Trump disse que "vai recuperar" o Canal do Panamá e apropriar-se da Groenlândia "de uma forma ou de outra".
O discurso teve a presença de Elon Musk, o homem mais rico do mundo, que virou conselheiro do presidente americano, à frente do Departamento de Eficiência Governamental, responsável por cortar os gastos do governo federal.
"Obrigado, Elon. Está trabalhando muito duro", disse Trump, depois que o magnata do setor de tecnologia se levantou na galeria do Congresso e recebeu muitos aplausos. "Muito obrigado, nós apreciamos", acrescentou.
O discurso foi um espetáculo com cenas curiosas, como quando o chefe do Serviço Secreto entregou uma identificação oficial a um menino com câncer cerebral que sonha em se tornar policial.
Em geral, foi um discurso de campanha, sem qualquer tentativa de estabelecer uma aproximação da oposição, a quem Trump culpou por todos os males e diante da qual se vangloriou de ter acabado com a "tirania" dos programas de diversidade e inclusão.
"Nosso país não será mais woke", disse.
E.Hall--AT