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Zelensky deixa Casa Branca após bate-boca com Trump
Volodimir Zelensky deixou a Casa Branca antes do previsto após um bate-boca inédito no Salão Oval com Donald Trump, que o repreendeu e o ameaçou, dizendo que os Estados Unidos virarão as costas para a Ucrânia se ele não fizer "concessões" à Rússia.
"[Zelensky] faltou com o respeito aos Estados Unidos em seu estimado Salão Oval. Pode voltar quando estiver preparado para a paz", afirmou o presidente dos Estados Unidos em sua rede Truth Social.
A assinatura de um acordo sobre minerais, hidrocarbonetos e infraestrutura da Ucrânia – a justificativa para a viagem de Zelensky a Washington – foi cancelada, assim como a coletiva de imprensa conjunta que estava prevista.
No Salão Oval, houve um momento extremamente tenso por vários minutos entre Zelensky, Trump e o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance.
A discussão começou quando Vance disse ao presidente ucraniano que ele estava sendo "desrespeitoso" com os americanos.
Então, Trump interveio, repreendendo Zelensky por estar se colocando em uma "posição muito ruim" e dizendo que o presidente ucraniano "não tem as cartas" nas mãos.
Imediatamente, Trump o ameaçou: "Seu povo é muito valente, mas ou alcançam um acordo ou estamos fora".
Trump afirmou que será "muito difícil" negociar com o líder ucraniano e se mostrou irritado: "Ele está brincando com a vida de milhões de pessoas. Está brincando com a Terceira Guerra Mundial".
"Pergunte ao povo o que pensa sobre o cessar-fogo?", disse Zelensky, interrompendo-o para tentar fazer um ponto. "Você já esteve na Ucrânia para ver os problemas que temos?", perguntou a Vance, sem levantar a voz.
A visita começou tensa. "Você veio muito elegante hoje", comentou o presidente dos Estados Unidos sobre Zelensky, vestido como de costume com um traje com toques militares, em vez de terno e gravata. Não se sabe se foi uma piada ou uma crítica velada.
Antes que a reunião se azedasse, o presidente ucraniano garantiu que Trump estava "do lado" da Ucrânia, e o republicano de 78 anos se felicitou por ter alcançado um acordo "muito justo" sobre o acesso aos recursos ucranianos.
No entanto, Zelensky também afirmou que não se deve fazer concessões ao presidente russo, Vladimir Putin, a quem chamou de "assassino".
"Malucos russos", disse, acusando-os de deportar crianças ucranianas e cometer crimes de guerra desde que invadiram seu país há três anos.
Trump afirmou ter conversado "muitas" vezes recentemente com o presidente russo, com quem estreitou relações após retornar ao poder em 20 de janeiro.
A Ucrânia e a Europa têm acompanhado com preocupação a aproximação entre Trump e Putin, que conversaram longamente no dia 12 de fevereiro e iniciaram negociações para pôr fim à guerra.
O presidente dos Estados Unidos repetiu que confia no presidente russo, apesar das repetidas advertências de Londres e Paris sobre a fragilidade de qualquer cessar-fogo que não fosse acompanhado de um mecanismo sólido de controle e segurança garantido pelos Estados Unidos.
Na quinta-feira, Trump disse estar convencido de que Putin "cumprirá sua palavra" em caso de cessar-fogo.
Trump se recusa a considerar Moscou responsável pela guerra e fechou completamente a porta para uma possível adesão da Ucrânia à Otan.
O líder da minoria democrata no Senado dos Estados Unidos, Chuck Schumer, acusou Trump e Vance de fazerem o "trabalho sujo" de Putin.
E.Rodriguez--AT