-
Quando a tecnologia decide: VAR ganha destaque na Copa do Mundo de 2026
-
Demora no resgate de corpos após terremotos revolta venezuelanos
-
"Nova etapa" para o Peru, promete Keiko Fujimori após proclamação oficial de sua vitória
-
Deschamps minimiza previsão de calor para jogo entre França e Paraguai
-
Para Rashford, mudar horário de início do jogo México-Inglaterra não seria 'ideal'
-
Brasil prepara defesa contra jogo aéreo de Haaland e cia
-
Marrocos disputará seu jogo 'mais importante' contra um 'temível' Canadá, diz técnico Ouahbi
-
Fifa considera antecipar horário do início de México-Inglaterra devido ao risco de tempestade
-
Egito elimina Austrália nos pênaltis e vai às oitavas da Copa do Mundo
-
Canadá promete ser o 'pesadelo' de uma seleção marroquina 'sem pontos fracos'
-
Casamento de conto de fadas de Taylor Swift gera frenesi mundial
-
Ange Postecoglou é o novo técnico do Al-Nassr de Cristiano Ronaldo
-
Justiça eleitoral do Peru oficializa vitória de Keiko Fujimori
-
LeBron James avalia 10 possíveis novas equipes, diz seu agente
-
Kane espera 'grande atmosfera' contra México nas oitavas da Copa
-
Wimbledon dá a Serena Williams 'todo o tempo possível' para poder jogar em duplas
-
Sabalenka segue avançando em busca de primeiro título em Wimbledon
-
Onda de calor sufocante atinge a costa leste dos Estados Unidos
-
Lenta recuperação dos corpos das vítimas dos terremotos revolta venezuelanos
-
'Podemos parar qualquer um', diz goleiro da Noruega antes de jogo contra o Brasil
-
Êxodo de estrangeiros na África do sul continua em contexto de violência
-
Napoli anuncia Massimiliano Allegri como novo técnico
-
Sinner avança às oitavas e segue firme em busca do 2º título seguido em Wimbledon
-
Protestos na Mercedes-Benz marcam início de mobilização no setor automotivo da Alemanha
-
Djokovic vence Rindeknech e vai às oitavas de final de Wimbledon
-
Preços dos alimentos caem, mas fenômeno El Niño é uma ameaça
-
Hamilton faz a pole da corrida sprint do GP da Grã-Bretanha de F1
-
Medvedev é eliminado na 3ª rodada de Wimbledon
-
Raphinha retorna aos treinos com a Seleção Brasileira
-
Sufocante onda de calor atinge a costa leste dos Estados Unidos
-
Neymar não está satisfeito em ser reserva, mas é 'muito respeitoso', diz Ancelotti
-
Líderes iranianos prestam tributo ao falecido guia supremo Ali Khamenei
-
Naomi Osaka se classifica pela primeira vez às oitavas de Wimbledon
-
Crise na família Bolsonaro abala a direita antes das eleições
-
Cabo Verde enfrenta Argentina nos últimos confrontos dos 16-avos da Copa
-
Tabu em torno do aborto no Quênia expõe milhares de mulheres à morte
-
Vida 'nas sombras' dos militares ucranianos que atacam Moscou com drones
-
Bayern de Munique anuncia contratação do alemão Nathaniel Brown
-
Iranianos que não irão ao funeral de Ali Khamenei
-
João Fonseca volta a cair na 3ª rodada de Wimbledon
-
Nagelsmann pede demissão e Alemanha se prepara para 'era Klopp'
-
Líderes iranianos prestam homenagem ao falecido líder supremo Ali Khamenei
-
Trump vai ao Monte Rushmore para celebrar os 250 anos da independência dos EUA
-
Casamento de Taylor Swift transforma Nova York em palco de evento digno da realeza
-
ONU prevê intensificação do El Niño com fenômenos extremos
-
Irã se blinda para despedida de Ali Khamenei, o líder supremo morto no início da guerra
-
Pelo menos 30 mortos nos piores ataques russos contra Kiev desde 2022
-
Suíça vence Argélia (2-0) e avança às oitavas de final da Copa do Mundo
-
Egito aposta em seu 'pequeno Zico' para derrotar a Austrália nos 16-avos da Copa
-
Fifa apoia decisão de anular gol de Gvardiol em meio aos protestos da Croácia
Fim das sanções dos EUA contra colonos extremistas da Cisjordânia levanta temores de mais violência
A Autoridade Palestina criticou a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de suspender as sanções contra colonos israelenses extremistas na Cisjordânia ocupada, uma medida que pode levar ao aumento da violência.
Um dos muitos decretos presidenciais assinados por Trump em seu primeiro dia no cargo suspendeu as sanções impostas por seu antecessor, Joe Biden, contra colonos violentos no território palestino ocupado.
"Levantar as sanções contra colonos extremistas os encoraja a cometer mais crimes contra nosso povo", disse o Ministério das Relações Exteriores palestino em um comunicado.
Antes do anúncio da decisão, colonos israelenses atacaram as aldeias palestinas de Al Funduk e Jinsafut, no norte da Cisjordânia, na noite de segunda-feira.
O ministério palestino indicou que "cerca de 50 colonos terroristas mascarados" incendiaram casas e lojas, destruíram veículos e "aterrorizaram civis desarmados".
Ao menos 21 pessoas ficaram feridas nos ataques, que ocorreram "sob a supervisão e proteção da liderança militar e política israelense", disse o ministério.
O exército israelense confirmou o incidente, dizendo que havia "reprimido distúrbios" nas proximidades de Al-Funduq, onde "civis israelenses" haviam "atirado pedras e atacado forças de segurança".
"O exército israelense não permitirá isso", disse o major-general Avi Bluth, comandante da região militar central, que inclui a área dos incidentes.
Os alertas de segurança emitidos pela ONU indicaram que pelo menos 11 incidentes envolvendo colonos ocorreram na Cisjordânia desde que o cessar-fogo em Gaza começou no domingo.
Nesses incidentes, colonos atiraram pedras em veículos palestinos, intimidaram pastores em áreas rurais e espancaram ou atiraram em palestinos.
- Cisjordânia fragmentada -
Cerca de três milhões de palestinos vivem na Cisjordânia, junto com cerca de 490.000 israelenses em assentamentos considerados ilegais pela lei internacional.
O Ministério das Relações Exteriores palestino criticou a recente decisão do ministro da Defesa israelense, Israel Katz, de libertar os colonos de sua detenção administrativa, alertando sobre "tentativas de agravar a situação na Cisjordânia" para facilitar sua anexação por Israel.
Também denunciou a proliferação de postos de controle israelenses e o endurecimento das restrições aos palestinos, causando a "fragmentação da Cisjordânia".
Enquanto isso, grupos israelenses de extrema direita celebraram o decreto de Trump.
O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, um colono, agradeceu a Trump nas redes sociais por seu "apoio inabalável ao Estado de Israel".
As sanções foram adotadas por Biden para conter o aumento de ataques no território ocupado.
A Cisjordânia viu um aumento na violência desde o início do conflito em Gaza, com o ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023.
Soldados ou colonos israelenses mataram pelo menos 847 palestinos na Cisjordânia desde o início da guerra, de acordo com o Ministério da Saúde.
Ao menos 29 israelenses morreram em ataques palestinos ou incursões israelenses no território no mesmo período, de acordo com números oficiais.
- Sinal verde -
Ao assinar as sanções, Biden disse que a violência dos colonos da Cisjordânia atingiu "níveis intoleráveis" e constitui uma "séria ameaça" à paz.
Itamar Ben Gvir, ex-ministro da Segurança de extrema direita, que renunciou devido ao acordo de cessar-fogo, também comemorou a decisão de Trump.
"É a correção de uma injustiça de longa data", disse Ben Gvir.
Israel ocupa a Cisjordânia desde a guerra árabe-israelense de 1967 e desde então estabeleceu uma crescente população de colonos no território.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu anexar os assentamentos israelenses na Cisjordânia, mas abandonou os planos diante da pressão internacional e após chegar a acordos de normalização com vários países árabes.
Trump propôs um plano de paz em 2020 que inclui anexações israelenses de partes da Cisjordânia, e seu retorno à Casa Branca reacendeu esse debate.
Moayaad Shaaban, ministro da Autoridade Palestina, disse que o levantamento das sanções "dá o sinal verde aos colonos para cometerem crimes ainda mais sérios".
Por isso, disse temer um "verdadeiro massacre em nossas aldeias".
W.Moreno--AT