-
Israel intercepta flotilha para Gaza na costa da Grécia e detém pelo menos 175 ativistas
-
Palmeiras empata com Cerro Porteño (1-1) em Assunção e é 2º do Grupo F da Libertadores
-
Flamengo cede empate na visita ao Estudiantes (1-1) mas lidera Grupo A da Libertadores
-
Cantor D4vd esquartejou adolescente com uma serra, afirma promotoria de Los Angeles
-
Rei Charles III expressa 'solidariedade' com EUA no memorial de 11 de Setembro em NY
-
Alphabet dispara e seus rivais cambaleiam diante dos custos da IA
-
Dois homens judeus ficam feridos em ataque 'terrorista' com faca em Londres
-
Sinner vence Jódar e vai enfrentar Fils nas semis do Masters 1000 de Madri
-
Atlético de Madrid e Arsenal empatam (1-1) na ida das semifinais da Champions
-
OpenAI enfrenta 'onda' de processos por ataque a tiros no Canadá
-
Suspeito de tentativa de assassinato contra Trump tirou selfie antes do ataque
-
Chefe do Pentágono entra em choque com legisladores democratas por guerra com Irã
-
Lesionado, Jack Draper anuncia que não vai disputar Roland Garros este ano
-
Trump crê que EUA vai voltar a pisar na Lua antes do fim de seu mandato
-
Charles III visita o memorial de 11 de setembro, em Nova York
-
Lesionado, Hakimi vai desfalcar PSG na volta da semifinal da Champions contra o Bayern
-
Suprema Corte dos EUA limita redistribuição eleitoral destinada a favorecer minorias
-
O que o futuro reserva à Opep após a saída dos Emirados Árabes Unidos?
-
Fed mantém taxas de juros inalteradas pela terceira reunião consecutiva
-
Chefe de gabinete de Milei se defende no Congresso de suspeitas de corrupção
-
Suprema Corte dos EUA limita redesenho eleitoral destinado a favorecer minorias
-
Senado decide sobre Messias, candidato de Lula ao STF
-
Sinner vence Jódar e vai às semifinais do Masters 1000 de Madri
-
Trump diz ao Irã que 'é melhor ficarem espertos logo' e aceitarem acordo nuclear
-
Dois judeus ficam feridos em ataque 'terrorista' com faca em Londres
-
Medo e ressentimento: a violência contra figuras da IA
-
Guerra no Irã ameaça levar mais de 30 milhões de pessoas à pobreza
-
Guerrilheiros reivindicam atentado que matou 21 pessoas na Colômbia
-
Estocolmo faz experimento com cafeteria totalmente gerida por IA
-
MBDA e Safran lançam primeiro teste de foguete de longo alcance Thundart
-
Goleiro argentino do Zaragoza é suspenso por 13 jogos após dar soco em adversário
-
Potapova vence Pliskova e vai às semifinais do WTA 1000 de Madri
-
Dois judeus feridos em ataque com faca em Londres
-
Chefe do Pentágono prestará esclarecimentos ao Congresso sobre a guerra no Irã
-
Powell é foco de reunião do Fed, que deve manter juros
-
Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias'
-
UE acusa Meta de permitir acesso de menores de 13 anos ao Facebook e Instagram
-
Empresário espanhol acusado em esquema de corrupção aponta diretamente para Pedro Sánchez
-
Influente ex-primeiro-ministro tailandês deixará prisão em maio
-
Ouro perde brilho na guerra no Oriente Médio
-
Prêmio Princesa de Astúrias premia a 'madrinha do punk' Patti Smith
-
Ator Sam Neill, de 'Jurassic Park', diz que superou câncer
-
'É melhor ficarem espertos!', adverte Trump ao Irã diante de impasse nas negociações
-
A destruição de florestas tropicais desacelerou em 2025, mas continua preocupante
-
Justiça suspende direitos de voto da Eagle na SAF do Botafogo
-
Fifa aumenta premiações para a Copa do Mundo de 2026
-
Canal do Panamá descarta especulação com preços por bloqueio de Ormuz
-
Licença de emissora de TV passará por revisão após críticas de Trump a apresentador
-
Enviada de Trump na Ucrânia deixará cargo após um ano
-
Fifa afirma que Infantino desconhecia pedido de escolta policial no Canadá
Rebeldes sírios tomam Damasco e anunciam o fim do regime de Assad
A aliança rebelde síria liderada por grupos islamistas anunciou neste domingo (8) que tomou o controle de Damasco em uma ofensiva relâmpago e a queda do regime de Bashar al-Assad, que segundo o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, fugiu do país depois de perder o apoio da Rússia.
Dezenas de pessoas saíram às ruas de Damasco, segundo imagens da AFPTV, para celebrar a queda do regime que era controlado há mais de meio século pela mesma família. Várias pessoas pisotearam uma estátua de Hafez al-Assad, pai de Bashar.
Na praça dos Omeias, o barulho dos tiros em sinal de alegria se misturava com os gritos de "Allahu Akbar" ("Deus é grande").
"Esperávamos por este dia há muito tempo", disse Amer Batha por telefone à AFP da praça. "Não posso acreditar que estou vivendo este momento", acrescentou, sem conter as lágrimas de alegria.
Na televisão pública, os rebeldes anunciaram a queda do "tirano" Bashar al-Assad e a "libertação" de Damasco.
Também afirmaram que libertaram todos os prisioneiros "detidos injustamente" e pediram a proteção das propriedades do Estado sírio "livre".
Os rebeldes também anunciaram "a fuga" do presidente em uma mensagem no Telegram.
"Assad saiu da Síria pelo Aeroporto Internacional de Damasco antes que os membros das Forças Armadas e de segurança abandonassem o local", disse à AFP Rami Abdel Rahman, diretor do Observatório Sírio para Direitos Humanos (OSDH), uma ONG com sede no Reino Unido que tem uma ampla rede de fontes dentro da Síria.
A AFP não conseguiu confirmar com fontes oficiais o paradeiro do presidente, que governou a Síria com mão de ferro durante 24 anos.
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Assad "fugiu de seu país" depois de perder o apoio da Rússia.
"Assad foi embora. "Seu protetor, Rússia, Rússia, Rússia, liderada por Vladimir Putin, não estava mais interessado em protegê-lo", escreveu em sua plataforma Truth Social.
A Casa Branca afirmou que o presidente em fim de mandato, Joe Biden, acompanha "com atenção os extraordinários acontecimentos" em curso na Síria.
- Fim de uma "era obscura" -
A Síria é cenário de uma guerra civil desde a violenta repressão em 2011 pelo regime de Assad das manifestações pró-democracia no país, no contexto das denominadas "primaveras árabes".
Após anos de estagnação, em 27 de novembro uma aliança rebelde liderada por islamistas iniciou uma ofensiva relâmpago no noroeste do país. Os insurgentes conquistaram rapidamente várias cidades, com o objetivo de chegar a Damasco e derrubar o presidente.
Também pediram aos sírios que fugiram para o exterior devido ao conflito que retornem para uma Síria "livre".
A guerra deixou meio milhão de mortos desde 2011 e dividiu o país em zonas de influência, com forças beligerantes apoiadas por potências estrangeiras.
Em um vídeo publicado em sua conta no Facebook, o primeiro-ministro sírio, Mohamed al-Jalali, afirmou que está disposto a cooperar com qualquer nova "liderança" eleita pelo povo.
"Depois de 50 anos de opressão sob o governo do partido Baath e 13 anos de crimes, tirania e deslocamento (desde o início da revolta em 2011), anunciamos hoje o fim da era obscura e o início de uma nova era para a Síria", afirmaram os rebeldes.
- Ofensiva rebelde -
O líder do grupo islamista radical Hayat Tahrir al Sham (HTS), Abu Mohammad al Jolani, que lidera a coalizão rebelde apoiada pela Turquia, pediu a seus combatentes que não se aproximem das instituições públicas e afirmou que devem permanecer sob a autoridade do primeiro-ministro até a "transferência oficial" do poder.
O Hezbollah libanês, um apoio crucial de Assad, retirou suas forças das imediações de Damasco e da região de Homs, no oeste do país, informou à AFP uma fonte próxima do movimento.
A coalizão de grupos rebeldes liderada pelo HTS, um grupo foi vinculado à Al Qaeda, conseguiu um avanço espetacular em apenas 10 dias, tomando as cidades de Aleppo, Hama e Homs até sua entrada em Damasco neste domingo.
A ofensiva começou na província de Idlib, um reduto do HTS no noroeste da Síria, apesar dos ataques aéreos da Rússia, aliada do regime, e das operações terrestres.
As tropas do governo também perderam o controle da cidade de Daraa, berço da revolta de 2011 e localizada ao sul da capital, perto da fronteira com a Jordânia.
A ofensiva relâmpago não parou até chegar a Damasco.
R.Garcia--AT