-
Hadjar é penalizado e larga em último no GP de Miami; Bortoleto ganha posição e sai em 21º
-
Achávamos que 'ia morrer' em 3 de janeiro, diz filho de Maduro sobre o pai à imprensa
-
Choque de ordem ameaça as icônicas barracas de comida de rua de Bangcoc
-
Adnoc, petroleira estatal dos Emirados, promete investir US$ 55 bi em 2 anos
-
Marco Rubio visitará o Vaticano após confronto entre papa e Trump
-
Ataques cruzados deixam três mortos na Ucrânia e dois na Rússia
-
Sem Emirados, Opep+ aumenta suas cotas de produção
-
Sob a lua cheia, a 'loba' Shakira encanta uma multidão em Copacabana
-
Irã desafia EUA a escolher entre um 'acordo ruim' e uma operação militar impossível
-
Opep+ aumenta suas cotas de produção e não comenta saída dos Emirados
-
Corte israelense prorroga detenção de Thiago Ávila e ativista espanhol-palestino
-
F1 antecipa horário do GP de Miami devido à previsão de tempestade
-
Lyon elimina Arsenal e vai à final da Champions League feminina
-
Porto conquista o campeonato português pela 31ª vez
-
Antonelli (Mercedes) conquista pole do GP de Miami de F1; Bortoleto larga em último
-
Barça vence e fica mais perto do título; Villarreal goleia Levante e garante vaga na Champions
-
Schalke 04 volta à Bundesliga após três temporadas na 2ª divisão alemã
-
Alex Zanardi: as múltiplas vidas de um esportista idolatrado na Itália
-
Rio entra em 'modo Shakira' antes de megashow da colombiana em Copacabana
-
Napoli empata com Como (0-0) e Inter fica a um ponto de conquistar Scudetto
-
Time curdo Amedspor garante seu acesso à primeira divisão turca
-
Arsenal vence Fulham (3-0) e abre seis pontos de vantagem sobre o City
-
Com vários reservas, PSG empata com Lorient (2-2) e dá esperanças ao Lens
-
Bombardeio perto da capital do Sudão deixa cinco mortos
-
Homem é detido na Áustria, acusado de envenenar comida para bebês
-
Bayern arranca empate nos acréscimos contra o lanterna Heidenheim (3-3)
-
Spirit Airlines anuncia 'encerramento gradual' de operações e cancela todos os voos
-
Lando Norris vence corrida sprint do GP de Miami de F1; Bortoleto termina em 11º
-
Ucraniana Marta Kostyuk vence russa Mirra Andreeva e conquista WTA 1000 de Madri
-
Nobel da Paz iraniana Narges Mohammadi foi hospitalizada, diz círculo próximo
-
Villarreal goleia Levante (5-1) e garante vaga na Champions; Atlético derrota Valencia
-
West Ham perde para o Brentford e Tottenham ganha fôlego na luta contra o rebaixamento
-
Recusado em vários países europeus, Kanye West se apresentará na Albânia em julho
-
Israel, em xeque com drones de baixo custo e fibra óptica do Hezbollah
-
Alemanha e Otan pedem reforço da defesa europeia após retirada de tropas dos EUA
-
Carvajal, do Real Madrid, sofre fissura no pé direito
-
Armênia aposta em IA e no Ocidente com construção de megacentro de dados
-
Baleia encalhada na Alemanha é liberada no Mar do Norte
-
Shakira transforma o Rio na capital do pop latino com megashow em Copacabana
-
Alex Zanardi, ex-piloto de F1 e campeão paralímpico, morre aos 59 anos
-
Governador mexicano acusado de narcotráfico pelos EUA deixa cargo para ser investigado
-
Comando militar do Irã considera 'provável' retomada das hostilidades com EUA
-
Ativista brasileiro Thiago Ávila está em Israel para ser interrogado
-
Grupos armados tomam base militar no norte do Mali
-
Petro propõe coletar 2 milhões de assinaturas para impulsionar constituinte
-
Trump endurece sanções a Cuba em pleno 1º de Maio em Havana
-
Norris conquista pole da corrida sprint do GP de Miami; Bortoleto larga em 11º
-
Lando Norris conquista pole position da corrida sprint do GP de Miami
-
Principal sindicato da Bolívia declara greve por tempo indeterminado contra governo
-
Leeds vence Burnley (3-1) e praticamente garante sua permanência na Premier League
Netanyahu ameaça Líbano com 'destruição' similar à de Gaza
O primeiro-ministro de Israel ameaçou nesta terça-feira (8) o Líbano com uma "destruição" semelhante à de Gaza, caso o país não se “livre” do Hezbollah, após o Exército israelense intensificar sua ofensiva terrestre contra o movimento islamista pró-iraniano no sul do território libanês.
"Livrem seu país do Hezbollah para que esta guerra possa terminar", declarou Benjamin Netanyahu em um vídeo em inglês dirigido aos libaneses.
O líder ameaçou, caso contrário, com "uma destruição e um sofrimento como os que vemos em Gaza", onde o Exército israelense lançou, há mais de um ano, uma implacável ofensiva contra o movimento palestino Hamas, que já deixou dezenas de milhares de mortos.
"Eliminamos [Hassan] Nasrallah [líder do Hezbollah assassinado em 27 de setembro em um ataque israelense nos subúrbios do sul de Beirute] e o substituto de Nasrallah e o substituto do seu substituto", continuou Netanyahu.
O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, afirmou pouco antes que o Hezbollah é uma "organização falida" pelos intensos bombardeios israelenses.
Apesar dos golpes infligidos ao Hezbollah e ao Hamas, cujo líder também foi assassinado, os dois movimentos continuam lançando foguetes contra Israel, que faz fronteira ao sul com a Faixa de Gaza e ao norte com o Líbano.
O Exército israelense, por sua vez, anunciou que a divisão 146 iniciou na segunda-feira "operações limitadas, localizadas e seletivas contra alvos terroristas e infraestruturas do Hezbollah no sudoeste do Líbano", na costa mediterrânea.
Essa divisão é a quarta que Israel mobilizou desde o início de sua ofensiva terrestre no sul do Líbano em 30 de setembro.
- "Vários êxitos" -
Israel continua bombardeando o sul e o leste do Líbano, assim como os subúrbios do sul de Beirute, três redutos do Hezbollah.
O movimento islamista, por sua vez, reivindicou disparos de foguetes contra posições militares no norte de Israel, incluindo a cidade de Haifa. Foram lançados cerca de 85 projéteis, segundo o Exército israelense, sendo que a maioria foi interceptada.
O Hezbollah também afirmou ter repelido tropas israelenses que se "infiltraram" perto de um posto da missão de paz da ONU no sul do Líbano.
"Todos os dias conseguimos vários êxitos", disse nesta terça-feira Naim Qasem, número dois do grupo. "Nossas capacidades continuam sendo boas" e a liderança do movimento está "perfeitamente organizada", acrescentou.
Após ter enfraquecido o Hamas em sua ofensiva destrutiva em Gaza, o Exército israelense deslocou, em meados de setembro, a maior parte de suas operações para o Líbano para combater o Hezbollah, que abriu uma frente em 8 de outubro de 2023 contra Israel em apoio ao grupo palestino.
Israel quer afastar os milicianos pró-iranianos de suas áreas fronteiriças, para reduzir as hostilidades e permitir que cerca de 60.000 habitantes do norte que fugiram da violência voltem para casa.
Após quase um ano de fogo cruzado transfronteiriço, o Exército israelense começou em 23 de setembro a bombardear massivamente os redutos do Hezbollah no sul e leste do Líbano, e nos subúrbios do sul de Beirute. Nasrallah morreu em um destes ataques.
Em 30 de setembro, o Exército lançou uma ofensiva terrestre no sul do Líbano, 24 anos após a retirada de suas tropas da região, que foi ocupada por duas décadas.
Desde outubro do ano passado, mais de 2.000 pessoas morreram no Líbano e mais de mil delas desde 23 de setembro, segundo um levantamento da AFP com base em números oficiais. Mais de um milhão de habitantes foram forçadas a se deslocar.
- "Missão sagrada" -
"Definimos os objetivos da guerra e estamos a caminho de alcançá-los: derrubar o Hamas [em Gaza], trazer de volta todos os reféns, tanto os vivos quanto os mortos. Trata-se de uma missão sagrada e não vamos parar até conseguir", declarou na segunda-feira Netanyahu.
O ataque sem precedentes do Hamas em 7 de outubro de 2023 em solo israelense causou a morte de 1.206 pessoas, a maioria civis, segundo um levantamento da AFP baseado em cifras oficiais israelenses, que inclui os mortos durante o cativeiro na Faixa de Gaza.
Das 251 pessoas sequestradas naquele dia, 97 ainda estão retidas em Gaza, incluindo 34 que foram declaradas mortas pelo Exército israelense.
Em resposta, Israel lançou uma ofensiva na Faixa de Gaza, governada pelo Hamas, na qual já morreram mais de 41.965 palestinos, a maioria civis, segundo dados do Ministério da Saúde de Gaza, que são considerados confiáveis pela ONU.
A Defesa Civil de Gaza informou nesta terça-feira a morte de 17 pessoas, incluindo várias crianças, no campo de refugiados de Bureij, no centro do território governado pelo Hamas.
As operações militares israelenses também continuam em Jabaliya, no norte, onde tropas lançaram um ataque terrestre, segundo testemunhas e socorristas.
A guerra em Gaza e no Líbano desencadeou também uma escalada de violência entre Israel e Irã.
Israel afirma estar se preparando para um ataque ao seu arqui-inimigo iraniano, em resposta aos mísseis disparados há uma semana por Teerã contra o território israelense.
Já a República Islâmica promete responder a qualquer retaliação israelense.
Na Síria, pelo menos quatro pessoas morreram nesta terça-feira em um ataque israelense contra Damasco, indicou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), precisando que o bombardeio teve como alvo um edifício "frequentado" por membros do Hezbollah e da Guarda Revolucionária iraniana.
Ch.Campbell--AT