-
Funeral de David Hockney foi realizado na mais estrita intimidade, diz assessora
-
Após decepção na estreia, Laporte acredita em virada de chave da Espanha contra Arábia Saudita
-
Sabalenka perde para Pegula e cai na semifinal do WTA 500 de Berlim
-
Uruguai busca reação contra Cabo Verde para avançar na Copa do Mundo
-
Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz em resposta aos ataques de Israel no Líbano
-
Espanha tem teste decisivo contra a Arábia Saudita no domingo
-
Juiz espanhol determina julgamento e apreensão do passaporte de esposa de Sánchez
-
Presidente Paz decreta estado de exceção na Bolívia após mais de seis semanas de protestos
-
Vini Jr. assume papel de líder na Seleção que sonha com o hexa
-
Copa do Mundo chega a 1.000 partidas e Alemanha pode voltar a um mata-mata
-
Paraguai sofre com um a menos mas vence Turquia (1-0), que está eliminada da Copa do Mundo
-
Paraguaio Almirón é o primeiro expulso por tapar a boca na Copa do Mundo
-
Brasil fez uma 'partida completa', diz Ancelotti, que espera Neymar contra Escócia
-
Brasil ganhou 'confiança' para a Copa com 'atuação excelente' contra o Haiti, diz Vini Jr
-
Brasil elimina Haiti (3-0) e lidera Grupo C da Copa do Mundo
-
Governo da Bolívia e central sindical fecham acordo para levantar protestos
-
Curaçao deve aproveitar Copa do Mundo com realismo, diz técnico Dick Advocaat
-
Estado de saúde de Raoni é grave, mas estável, informa hospital
-
Técnico do Equador pede cautela contra Curaçao: 'Não somos a Alemanha'
-
Timber está fora e De Jong é dúvida na seleção holandesa contra a Suécia
-
Governo da Bolívia e central sindical fecham acordo após semanas de crise
-
Marrocos vence Escócia (1-0) pelo grupo do Brasil na Copa
-
James Burrows, diretor de 'Friends', morre aos 85 anos
-
Neutralizar 'velocidade' da Costa do Marfim será fundamental para vitória, diz técnico da Alemanha
-
Bradley Barcola agita concorrência no ataque da França
-
Yan Diomandé, da Costa do Marfim, vive Copa do Mundo como homenagem à irmã falecida
-
Kane diz que viveu um de seus melhores momentos com a seleção da Inglaterra ao som de 'Wonderwall'
-
Museu de IA oferece imersão sensorial na Floresta Amazônica
-
Embalada, Suécia enfrenta seleção holandesa pressionada no Grupo F da Copa
-
Estados Unidos vencem Austrália (2-0) e se classificam para próxima fase da Copa do Mundo
-
Israel e Hezbollah concordam com cessar-fogo no Líbano
-
EUA recebe novo Air Force One doado pelo Catar
-
Uruguai precisará ter paciência contra uma seleção de Cabo Verde 'muito física', diz Bentancur
-
Koné passa por cirurgia e está fora da Copa do Mundo
-
Polônia retira condecoração de Zelensky
-
Presidente da Costa Rica é evacuada de área de garimpo ilegal após explosão
-
Argentina avalia mudanças para garantir classificação contra a Áustria
-
Lula diz que Neymar está fazendo 'home office' na Copa do Mundo
-
Opositora encarregada de diálogo com governo na Venezuela vai aos EUA para reuniões
-
Argélia apresenta reclamação à Fifa por 'arbitragem injusta' em jogo contra Argentina
-
Nos "Altos de Trump", israelenses gostam de Trump apesar do acordo com Irã
-
Raoni é transferido para hospital em São Paulo para seguir tratamento
-
CR7 é 'foco de atenção', mas todo o elenco português está 'em questão', diz Rúben Dias
-
Sabalenka bate Bartunkova e avança às semifinais do WTA 500 de Berlim
-
Macron critica centros de deportação para migrantes e rejeita financiamento da UE
-
Lamine Yamal considera 'desnecessário' jogar 90 minutos contra Arábia Saudita
-
Agricultores indígenas decidem endurecer protestos na Bolívia
EUA avalia 'opções' e condena 'ordem de prisão injustificada' do rival eleitoral de Maduro
Os Estados Unidos condenaram nesta terça-feira (3) a "ordem de prisão injustificada" do opositor Edmundo González Urrutia, o rival do presidente venezuelano Nicolás Maduro nas eleições, e afirmaram que estão avaliando "uma série de opções" para demonstrar ao líder chavista que suas ações "têm consequências".
"Em coordenação com nossos parceiros, estamos considerando uma série de opções para mostrar a Maduro e a seus representantes que suas ações ilegítimas e repressivas na Venezuela têm consequências", disse o porta-voz do Departamento de Estado americano, Matthew Miller, no que pode ser interpretado como um prelúdio para a imposição de sanções.
Os Estados Unidos têm pressionado Maduro desde as eleições de 28 de julho, nas quais ele foi declarado reeleito pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), sem que os detalhes das atas tenham sido divulgados.
A oposição, liderada por María Corina Machado, afirma que Edmundo González venceu as eleições.
"Há uma série de coisas que pedimos que ele faça: que pare de reprimir a dissidência, que publique as atas, o que ele ainda não fez, e que a Venezuela retorne ao seu caminho democrático, algo que pedimos a ele, mas ele não demonstrou vontade de fazer", declarou Miller em uma coletiva de imprensa.
Outros funcionários do governo do presidente Joe Biden também criticaram Maduro depois que uma corte ordenou na segunda-feira a detenção de González, um diplomata de 75 anos que está na clandestinidade há pouco mais de um mês.
"Este é apenas mais um exemplo dos esforços do senhor Maduro para manter o poder à força", declarou o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, John Kirby, a jornalistas.
Em mensagem na rede social X, o chefe da diplomacia americana para a América Latina e Caribe, Brian Nichols, afirmou que Washington se soma "à crescente lista de aliados internacionais que condenam" a ordem de prisão.
"Ao invés de reconhecer a derrota eleitoral e preparar-se para uma transição pacífica na Venezuela, Maduro ordenou agora a prisão do líder democrático que o derrotou de forma esmagadora nas urnas", afirmou.
As condenações internacionais acontecem um dia após os Estados Unidos anunciarem a apreensão de um avião de Maduro que encontrava-se na República Dominicana e que foi levado para a Flórida.
Miller explicou que esta apreensão faz parte das medidas impostas ao líder chavista ao longo dos anos, tendo menos relação com os comícios "e mais com as consequências que Maduro deve seguir enfrentando por suas ações ilegítimas, repressivas e antidemocráticas", afirmou.
E.Hall--AT