-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
-
Houthis dizem ter atacado "locais sensíveis" na capital saudita
-
Campeão Arsenal é atropelado pelo Brighton e perde invencibilidade no Inglês
Estado de Maine bloqueia participação de Trump nas primárias locais
O estado do Maine, no nordeste dos Estados Unidos, anunciou nesta quinta-feira (28) que o magnata Donald Trump não aparecerá nas cédulas das primárias presidenciais republicanas de 2024, uma semana após uma decisão semelhante em Colorado, relacionada ao ataque ao Capitólio em 2021.
"Ele não está qualificado para ser presidente" de acordo com a 14ª Emenda da Constituição, que exclui da responsabilidade pública aqueles que tenham participado de atos de "insurreição", disse em um documento oficial Shenna Bellows, secretária de Estado do Maine, responsável pela organização das eleições.
"Não cheguei a esta conclusão de maneira leviana", confessou Bellows no documento, no qual acrescentou que o ataque ao Capitólio, sede do Congresso americano, foi cometido "por ordem, com pleno conhecimento e apoio do presidente em fim de mandato".
A decisão será "suspensa" em caso de impugnação judicial, completou, o que deve ser o caso, já que o porta-voz da campanha de Trump anunciou que o republicano impugnará a decisão do Maine nos tribunais. O caso poderia até ser objeto de um recurso final na Suprema Corte dos Estados Unidos.
Trump se apressou em condenar a decisão, afirmando que foi tomada por "um esquerdista radical" que era um "ardente apoiador" de Joe Biden.
"Estamos testemunhando ao vivo uma tentativa de roubo de uma eleição e a privação do direito de voto do eleitor americano", denunciou o republicano por meio de sua equipe de campanha.
Em 2020, o magnata venceu em um dos distritos eleitorais (responsáveis pela eleição do presidente e vice-presidente dos EUA) no Maine. Isso significa que a decisão de Bellows, caso seja aplicada, poderia ter consequências em grande escala se as eleições forem apertadas.
- À espera da Suprema Corte -
Em 6 de janeiro de 2021, centenas de apoiadores de Trump invadiram violentamente o Capitólio, santuário da democracia americana, em uma tentativa de impedir a certificação da vitória de seu oponente democrata Biden.
Trump e seus apoiadores mais fervorosos continuam contestando, sem provas, os resultados das eleições de 2020.
O ex-presidente foi indiciado em 1º de agosto a nível federal e, posteriormente, em 14 de agosto, pelo estado da Geórgia, acusado de tentar anular os resultados das eleições de 2020.
Em vários estados do país, foram iniciados processos para bloquear o caminho do claro favorito nas primárias republicanas.
Enquanto Michigan e Minnesota os rejeitaram, o Tribunal Supremo do Colorado foi o primeiro, na semana passada, a declarar Trump inelegível por suas ações durante o ataque ao Capitólio.
Por enquanto, as decisões de Maine e Colorado se referem apenas às primárias republicanas realizadas em seus estados, programadas para 5 de março, durante o "superterça", que envolve cerca de quinze estados.
Os juízes em Colorado reconheceram estar "entrando em território desconhecido" em sua decisão de ordenar às autoridades eleitorais desse estado do oeste do país que retirem o nome de Donald Trump das cédulas de votação para as primárias republicanas de 2024.
O presidente Biden reagiu a essa decisão, afirmando que Trump havia "claramente apoiado uma insurreição". "Não há dúvida sobre isso, nenhuma", disse.
No entanto, até que a Suprema Corte se pronuncie, as cédulas continuarão a incluir o nome do ex-presidente, tanto no Colorado quanto em Maine.
S.Jackson--AT