-
Wimbledon dá a Serena Williams 'todo o tempo possível' para poder jogar em duplas
-
Sabalenka segue avançando em busca de primeiro título em Wimbledon
-
Onda de calor sufocante atinge a costa leste dos Estados Unidos
-
Lenta recuperação dos corpos das vítimas dos terremotos revolta venezuelanos
-
'Podemos parar qualquer um', diz goleiro da Noruega antes de jogo contra o Brasil
-
Êxodo de estrangeiros na África do sul continua em contexto de violência
-
Napoli anuncia Massimiliano Allegri como novo técnico
-
Sinner avança às oitavas e segue firme em busca do 2º título seguido em Wimbledon
-
Protestos na Mercedes-Benz marcam início de mobilização no setor automotivo da Alemanha
-
Djokovic vence Rindeknech e vai às oitavas de final de Wimbledon
-
Preços dos alimentos caem, mas fenômeno El Niño é uma ameaça
-
Hamilton faz a pole da corrida sprint do GP da Grã-Bretanha de F1
-
Medvedev é eliminado na 3ª rodada de Wimbledon
-
Raphinha retorna aos treinos com a Seleção Brasileira
-
Sufocante onda de calor atinge a costa leste dos Estados Unidos
-
Neymar não está satisfeito em ser reserva, mas é 'muito respeitoso', diz Ancelotti
-
Líderes iranianos prestam tributo ao falecido guia supremo Ali Khamenei
-
Naomi Osaka se classifica pela primeira vez às oitavas de Wimbledon
-
Crise na família Bolsonaro abala a direita antes das eleições
-
Cabo Verde enfrenta Argentina nos últimos confrontos dos 16-avos da Copa
-
Tabu em torno do aborto no Quênia expõe milhares de mulheres à morte
-
Vida 'nas sombras' dos militares ucranianos que atacam Moscou com drones
-
Bayern de Munique anuncia contratação do alemão Nathaniel Brown
-
Iranianos que não irão ao funeral de Ali Khamenei
-
João Fonseca volta a cair na 3ª rodada de Wimbledon
-
Nagelsmann pede demissão e Alemanha se prepara para 'era Klopp'
-
Líderes iranianos prestam homenagem ao falecido líder supremo Ali Khamenei
-
Trump vai ao Monte Rushmore para celebrar os 250 anos da independência dos EUA
-
Casamento de Taylor Swift transforma Nova York em palco de evento digno da realeza
-
ONU prevê intensificação do El Niño com fenômenos extremos
-
Irã se blinda para despedida de Ali Khamenei, o líder supremo morto no início da guerra
-
Pelo menos 30 mortos nos piores ataques russos contra Kiev desde 2022
-
Suíça vence Argélia (2-0) e avança às oitavas de final da Copa do Mundo
-
Egito aposta em seu 'pequeno Zico' para derrotar a Austrália nos 16-avos da Copa
-
Fifa apoia decisão de anular gol de Gvardiol em meio aos protestos da Croácia
-
Cristiano Ronaldo dedica vitória e classificação de Portugal a Diogo Jota
-
Terremotos deixaram 2.595 mortos na Venezuela, anuncia presidente interina
-
Roberto Martínez elogia 'personalidade' de Portugal após virada contra Croácia
-
'Quando é preciso um gol, eu estou lá', comemora Gonçalo Ramos após classificação de Portugal
-
Portugal vence Croácia de virada (2-1) e vai enfrentar Espanha nas oitavas da Copa
-
Celebrações do casamento de Taylor Swift e Travis Kelce começam em Nova York
-
'Assumo a responsabilidade', diz Valverde após eliminação do Uruguai na Copa
-
Irã se blinda para a despedida de Ali Khamenei, o líder supremo morto no início da guerra
-
Koundé responde a Lamine Yamal e aguarda possível duelo entre França e Espanha
-
Inglaterra volta ao Azteca de seus pesadelos após 40 anos
-
Protagonistas da Fórmula 1 correm 'em casa' no GP da Grã-Bretanha
-
Pelo menos 27 mortos nos piores ataques russos contra Kiev desde 2022
-
Argentina, atual campeã, cruza o caminho da surpreendente seleção de Cabo Verde nos 16-avos da Copa
-
Néstor Lorenzo descarta favoritismo da Colômbia na Copa do Mundo
-
Paraguai 'vai dar muitas pancadas', alerta Barcola, atacante da França
Massa anuncia US$ 1,3 bi em empréstimos do MB e BID à Argentina
O ministro da Economia argentino e candidato presidencial, Sergio Massa, anunciou, nesta terça-feira (22), US$ 1,3 bilhão (R$ 6,4 bilhões, na cotação atual) em empréstimos do Banco Mundial e do BID para a Argentina, durante uma visita a Washington.
O dia começou com uma reunião com a diretora-gerente de Operações do Banco Mundial, Anna Bjerde, com quem fechou dois programas de financiamento.
Um deles, no valor de US$ 450 milhões (R$ 2,22 bilhões), é centrado na segurança alimentar, e o outro, de US$ 200 milhões (R$ 988 milhões), nas PMEs, para garantir acesso ao crédito para importação e liquidação rápida de divisas para exportação, explicou Massa em uma coletiva de imprensa no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
No BID, Massa se encontrou com o presidente da entidade, Ilan Goldfajn, em uma reunião que resultou no anúncio de fundos adicionais no valor de US$ 650 milhões (R$ 3,2 bilhões) para três propósitos: financiar uma ponte entre as províncias de Corrientes e Chaco, melhorias na represa de Salto Grande, que a Argentina compartilha com o Uruguai, e aumentar as exportações na economia do conhecimento.
No total, são cerca de "1,3 bilhão de dólares até o final do ano em financiamento adicional" para a Argentina.
Segundo o ministro, esses créditos também são "essenciais para continuar fortalecendo as reservas", que "nos últimos 21 dias acumularam 1,7 bilhão de dólares" (R$ 8,4 bilhões), mas também para "financiar projetos de desenvolvimento".
A Argentina, com uma inflação superior a 100% ao ano, enfrenta uma grave escassez de reservas internacionais em meio a uma alta demanda por dólares, moeda à qual os argentinos recorrem como refúgio diante da disparada dos preços.
Massa também se reunirá nesta terça-feira com funcionários do Departamento do Tesouro para "revisar a relação bilateral em termos comerciais para os próximos 120 dias", declarou.
- Reunião com o FMI -
Mas o ponto alto da viagem de Massa será na quarta-feira, quando ele se reunirá com Kristalina Georgieva, a diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), com o qual seu país assinou um programa de crédito pelo qual a Argentina recebe US$ 44 bilhões (R$ 217,5 bilhões) em 30 meses, em troca do aumento das reservas internacionais do banco central e da redução do déficit fiscal pelo governo.
O ministro programou sua visita de dois dias para coincidir com a reunião do conselho do FMI, que na quarta-feira deverá aprovar o desembolso de US$ 7,5 bilhões (R$ 37 bilhões) correspondentes à quinta e sexta revisão do acordo.
À espera do pagamento, que costuma ser uma formalidade, a Argentina teve que recorrer, como fez em outras ocasiões, a alternativas para cumprir seus compromissos de dívida. Os últimos vencimentos de agosto foram honrados com um empréstimo do Catar, usando yuans de um swap cambial vigente com a China e um empréstimo-ponte da Corporação Andina de Fomento (CAF).
Dos US$ 7,5 bilhões que provavelmente serão pagos pelo FMI, a Argentina terá que repassar uma parte ao Catar, à China e à CAF, e reservar outra parte para honrar os próximos vencimentos.
Como resultado, Massa não apenas espera obter os US$ 7,5 bilhões, mas também deseja aumentar o valor e, como explicou, "revisar todo o procedimento de desembolso", pois seu país está enfrentando "talvez o ano mais trágico em termos econômicos" devido ao impacto da seca.
- "Conto eleitoral" -
O FMI impôs à Argentina uma desvalorização da moeda e isso "tem um impacto inflacionário" que em agosto causará "prejuízos no bolso das pessoas", afirmou o ministro, que espera que a alta de preços se modere em setembro e outubro.
Em Washington, Massa alterna suas duas funções: a de ministro e a de candidato a presidente nas eleições de outubro pelo peronismo governista.
E ele tem na mira Milei, um economista de extrema direita e ultraliberal que foi o candidato mais votado nas primárias, com propostas radicais como dolarizar a economia e eliminar o Banco Central da República Argentina (BCRA), responsável por fixar as taxas de juros e controlar a inflação.
Massa diz que os Estados Unidos estão acostumados a ver na região "o surgimento desses fenômenos antipolítica ou extrapolítica", mas "sim, eles se preocupam com a ideia de alguém prometer que vai construir a economia usando a moeda deles".
Mas "bem, eu suponho que eles devem ter tido alguma permissão ou conversa com aqueles que hoje estão oferecendo aos argentinos a dolarização para poder usar dólares na Argentina", afirmou sobre Milei, sem citá-lo diretamente.
"Entendo que isso não será apenas um conto eleitoral", acrescentou, "mas terá algum correlato de conversa com o Federal Reserve dos Estados Unidos ou com o Congresso dos Estados Unidos", lançou, em referência ao Fed, o Banco Central americano.
W.Moreno--AT