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Swiatek minimiza seu status de favorita antes do US Open
Iga Swiatek insistiu neste sábado (23) que não se considera favorita para o US Open, apesar da impressionante fase que vive, que a tornou a tenista a ser batida, segundo as casas de apostas.
A polonesa de 24 anos, segunda cabeça de chave, chegou a Nova York tendo acabado de conquistar seu primeiro título do Aberto de Cincinnati, poucas semanas após seu triunfo avassalador em Wimbledon, em julho.
No entanto, Swiatek minimizou as sugestões de que suas vitórias recentes a tornem a favorita para conquistar seu segundo título do US Open, que seria sua sétima glória de Grand Slam na carreira.
"Honestamente, acho que não faz sentido dizer que alguma é a favorita", disse neste sábado a campeã do Aberto dos Estados Unidos de 2022.
Swiatek terá na número um do mundo e atual campeã, a bielorrussa Aryna Sabalenka, como sua grande rival a ser batida.
"Eu não diria que o tênis feminino é imprevisível, porque há algumas jogadoras que estão consistentemente entre as melhores e estamos provando que podemos jogar bem ao longo da temporada. Mas há muitas tenistas que jogam muito bem e podem vencer o torneio".
Swiatek acrescentou, no entanto, que se sente confortável lidando com a pressão das expectativas.
"Já me acostumei com as expectativas", disse ela. "Obviamente, depois de vencer tantas coisas, elas sempre estarão lá".
As vitórias de Swiatek em Wimbledon e Cincinnati sugerem que a ex-número um do mundo está se tornando uma ameaça mais consistente em superfícies rápidas, depois de ser considerada especialista em saibro no início de sua carreira.
Swiatek disse neste sábado que a adaptação a superfícies mais rápidas foi o foco principal de seus preparativos de pré-temporada com seu novo treinador, Wim Fissette, a quem ela contratou em outubro do ano passado.
"Basicamente, toda a pré-temporada girou em torno disso", disse ela. "Eu diria que depois de Roland Garros, voltei a ser eu mesma. O processo de aprendizado de tudo o que aprendi na pré-temporada voltou para minha mente, e eu definitivamente o usei em Wimbledon e na quadra dura de Cincinnati".
"Veremos o que o futuro nos reserva", acrescentou Swiatek, que começa sua trajetória no US Open, o último Grand Slam do ano, na segunda-feira contra a colombiana Emiliana Arango (WTA nº 81).
F.Ramirez--AT