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Imigração é ativo 'crucial' para EUA, afirma OCDE
A imigração é um ativo "crucial" para a economia dos Estados Unidos, afirmou à AFP o economista-chefe da OCDE, Álvaro Pereira, enquanto Washington impõe restrições aos vistos no setor tecnológico e persegue imigrantes em situação irregular.
O economista, que está se preparando para deixar o cargo após ser nomeado governador do Banco de Portugal, também observa que o impacto das tarifas impostas pelos Estados Unidos a seus parceiros "demora" a se materializar no crescimento global.
A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, com sede em Paris, revisou para cima, nesta terça-feira (23), suas previsões de crescimento global para 3,2% em 2025, embora tenha alertado que vários sinais de desaceleração já estão presentes.
PERGUNTA: Ao aumentar sua previsão de crescimento global para 2025, a OCDE mostra menos pessimismo sobre o efeito das tarifas dos EUA na economia?
RESPOSTA: O impacto das tarifas demora mais para ser sentido na economia, em parte porque muitas empresas em vários países anteciparam essas tarifas antes de sua entrada em vigor. Decidiram agir e exportar para os Estados Unidos e outros países para evitar essas tarifas.
Dito isto, já vemos um menor crescimento e uma inflação mais alta do que o previsto.
Geralmente, quando a economia vai muito bem, o crescimento tende a estar em torno de 4%, então estamos longe disso.
P: Com restrições aos vistos no setor tecnológico nos Estados Unidos, Donald Trump mantém a pressão sobre os imigrantes. Isso é uma ameaça para a economia dos EUA?
R: Continuar atraindo pessoas altamente qualificadas, dos Estados Unidos ou de todo o mundo, é uma vantagem crucial para a economia dos Estados Unidos, e isso será intensificado com o avanço da inteligência artificial, já que existe fundamentalmente uma escassez significativa de mão de obra no setor tecnológico.
Os Estados Unidos e a Alemanha são os dois países da OCDE que experimentam as maiores carências de mão de obra nesses setores.
Evidentemente, já há um menor crescimento da força de trabalho, o que obviamente terá um impacto no PIB. Não incorporamos em nossas previsões as mudanças mais recentes que ocorreram há apenas dois ou três dias.
P: O debate aumenta na Europa sobre uma tributação para grandes fortunas. É uma solução viável para restaurar as finanças públicas?
R: Mais importante do que falar de um imposto específico é determinar que tipo de política pode ser implementada em termos fiscais e de corte de despesas para alcançar um nível de dívida mais baixo.
Segundo a OCDE, a maneira adequada [de realizar economias] é garantir que sejam feitos todos os esforços para reduzir a dívida. Alguns países acreditam que isso deve ser por meio do IVA, outros pelo imposto de renda. Outros consideram outros impostos, ou um corte nos gastos. Há muitas maneiras de fazer isso.
Se a Europa é mais regulada do que outras regiões do mundo, se a Europa oferece um ambiente de negócios menos favorável, se a Europa impõe impostos mais altos... Isso significa que os empresários, em vez de investir na Europa, irão para outros lugares. É por isso que insisto na necessidade de realizar reformas.
H.Gonzales--AT