-
A improvável trajetória dos Patriots e dos Seahawks até a revanche no Super Bowl
-
Presidente da Autoridade Palestina convoca primeiras eleições ao Parlamento da OLP
-
'Fiz o possível e o impossível' para voltar ao Flamengo, diz Paquetá
-
Portugal se soma a países que querem proibir redes sociais para menores de 16 anos
-
Mamadou Sarr retorna ao Chelsea após período de empréstimo no Strasbourg
-
Pacientes palestinos começam a chegar ao Egito após abertura limitada da passagem de Rafah
-
Napoli contrata por empréstimo o atacante brasileiro Alisson Santos, do Sporting
-
Nasa realizas testes essenciais antes de lançar missão lunar Artemis 2
-
Menino que não tinha dinheiro para passagem de ônibus participará da abertura dos Jogos de Inverno
-
Irã se prepara para negociações com EUA sobre seu programa nuclear
-
Chile, México e Brasil impulsionam candidatura de Bachelet para secretária-geral da ONU
-
Milan desiste de contratar Mateta, do Crystal Palace, após exames médicos
-
Juventus reforça defesa com lateral sueco Emil Holm, que estava no Bologna
-
Maracanã vai receber jogo da NFL na temporada de 2026
-
Rússia confirma conversas com Ucrânia na quarta e na quinta-feira em Abu Dhabi
-
Iranianos na Turquia observam de longe agitação em seu país natal
-
Observatório astronômico europeu celebra cancelamento de projeto de hidrogênio verde no Chile
-
Cuba sofreu forte queda no turismo em 2025
-
Incerteza no Congresso dos EUA sobre as negociações orçamentárias
-
Kendrick Lamar: o poeta do rap consagrado no Grammy
-
Russell diz estar 'pronto' para desafiar Verstappen pelo título da F1
-
Começa a limpeza profunda do Juízo Final de Michelangelo na Capela Sistina
-
Verona e Pisa, último e penúltimo do Campeonato Italiano, demitem seus treinadores
-
México reforça operação de busca por mineradores sequestrados
-
Técnico do Chelsea não impõe prazo para retorno de Estêvão, que está no Brasil por motivos pessoais
-
Raphinha sofre lesão muscular e vira desfalque no Barcelona para Copa do Rei
-
Bad Bunny, o fenômeno de Porto Rico no topo do mundo
-
Sarah Ferguson chamou Epstein de 'irmão' em e-mail ao financista
-
Rússia acelerou seus avanços na Ucrânia em janeiro, aponta análise da AFP
-
Agência da UE propõe limitar doses de toxinas no leite em pó
-
Presidente do Irã pede início de negociações com EUA sobre seu programa nuclear
-
Trump fechará o Kennedy Center em Washington por dois anos para reformas
-
Roma começa a cobrar turistas pelo acesso à Fontana di Trevi
-
Grammy reforça mensagem contra a polícia migratória dos EUA
-
Laura Fernández, a ponta de lança do modelo Bukele na Costa Rica
-
Fernández, direitista de linha dura, é eleita presidente da Costa Rica
-
Bad Bunny faz história ao levar Grammy de Álbum do Ano
-
Fronteira com Egito reabre a conta-gotas para os palestinos de Gaza
-
Vencedores das principais categorias do Grammy; Caetano Veloso e Maria Bethânia vencem Melhor Álbum de Música Global
-
Snapchat bloqueia 415.000 contas de menores de 16 anos na Austrália
-
Costa Rica votou para presidente com uma favorita linha-dura contra a violência do narcotráfico
-
Ativista libertado diz que 1.675 dias de prisão são 'dor demais para um ser humano'
-
Inter vence Cremonese e segue líder do Italiano; Juventus goleia Parma
-
PSG vence Strasbourg e se mantém na liderança do Campeonato Francês
-
Arsenal vence Corinthians (3-2) e é o primeiro campeão mundial feminino de clubes
-
Atlético de Madrid chega a acordo com Atalanta para contratar Ademola Lookman
-
Costa Rica vota para presidente com uma favorita linha dura contra narcotráfico
-
Inter vence Cremonese e segue firme na liderança do Italiano
-
Trump se diz otimista sobre acordo com Irã após advertências de Khamenei sobre guerra regional
-
City e Aston Villa deixam Arsenal escapar na liderança, United vence 3ª seguida
Ex-secretário do Tesouro dos EUA diz querer comprar TikTok, em meio a disputa com China
O ex-secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steve Mnuchin, disse nesta quinta-feira (14) que pretende reunir um grupo de investidores para comprar a rede social TikTok, em plena disputa com a China após a aprovação no Congresso americano de um projeto de lei que pode proibi-la no país.
O aplicativo de compartilhamento de vídeos curtos tem enorme popularidade no mundo, mas o fato de pertencer ao gigante tecnológico chinês ByteDance e sua suposta subordinação ao Partido Comunista da China geram preocupação nos países ocidentais.
A Câmara de Representantes dos Estados Unidos aprovou na quarta-feira por ampla maioria um projeto de lei que obriga o Tiktok a desvincular-se da ByteDance. Caso não siga a determinação, o aplicativo pode ser proibido no país.
Mnuchin, que foi secretário do Tesouro no governo do republicano Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira que prepara um plano de compra.
"Acho que a legislação deve ser aprovada e deve ser vendida", afirmou Mnuchin à CNBC, garantindo que o Tiktok é "um grande negócio e (…) deveria ser propriedade de empresas americanas".
A iniciativa ainda precisa passar pelo Senado, onde deve enfrentar mais resistência.
"Os Estados Unidos deveriam respeitar os princípios da economia de mercado e concorrência justa, (e) parar de reprimir injustamente as empresas estrangeiras", declarou He Yadong, porta-voz do Ministério do Comércio da China.
Washington também deveria "proporcionar um ambiente aberto, equitativo, justo e não discriminatório para que as empresas estrangeiras invistam e atuem nos Estados Unidos", completou He.
"A China tomará todas as medidas necessárias para salvaguardar de forma efetiva seus legítimos direitos e interesses", afirmou o porta-voz.
Já o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin, afirmou que "o projeto de lei aprovado coloca os Estados Unidos no lado oposto dos princípios da livre concorrência e das regras internacionais de economia e comércio".
"Se as chamadas razões de segurança nacional podem ser usadas para suprimir arbitrariamente empresas excelentes de outros países, então não há equidade e justiça", disse Wang.
"Quando alguém vê algo de bom que outra pessoa tem e tenta tomar para si, isso é uma lógica de um criminoso", acrescentou.
Antes da votação, a China alertou que a proibição da rede social nos Estados Unidos seria "um tiro no pé".
Há anos a China bloqueia redes sociais ocidentais como o Facebook e o X, e mantém forte censura na internet.
- Incógnita sobre voto do Senado -
Os deputados aprovaram o projeto por 352 votos a favor e 65 contra, uma rara demonstração de unidade em uma câmara muito dividida.
A Casa Branca antecipou que o presidente Joe Biden promulgará a lei, conhecida oficialmente como 'Lei de Proteção dos Americanos contra Aplicativos Controlados por Adversários Estrangeiros', se ela for aprovada nas duas câmaras do Congresso.
Não está claro, porém, como será a votação no Senado, onde alguns parlamentares estão cautelosos com a tomada de medidas drásticas contra um aplicativo que tem 170 milhões de usuários nos Estados Unidos.
O TikTok sempre negou estar sob o controle do Partido Comunista. Seu CEO, Shou Zi Chew, até pediu aos usuários que se manifestassem contra a votação e vários desenvolvedores do TikTok consultados pela AFP declararam sua oposição à lei.
Os reguladores europeus também estão preocupados e a Comissão Europeia questionou o TikTok e outras plataformas como Facebook, Google e X sobre sua gestão dos riscos relacionados à utilização de inteligência artificial e a divulgação de informações falsas, fator que é especialmente preocupante face aos processos eleitorais.
Também nesta quinta-feira, o regulador de concorrência da Itália multou o TikTok em 10 milhões de euros (54 milhões de reais) por não proteger suficientemente os menores.
G.P.Martin--AT