-
BMW iX3 novo estilo e design
-
Imigrantes recorrem a aulas remotas em Minneapolis por medo de deportação
-
Dortmund vence no fim na visita ao Wolfsburg (2-1) e fica a 3 pontos do líder Bayern
-
Tcheca Sara Bejlek conquista em Abu Dhabi seu primeiro torneio da WTA
-
BMW iX3 nova era SUV
-
Barça anuncia que está se retirando da Superliga Europeia
-
Irã espera continuar negociações com EUA mas reitera linhas vermelhas
-
Paquistão chora vítimas de ataque a mesquita xiita
-
EUA deseja que guerra termine até junho (Zelensky)
-
Cuba decreta medidas de emergência diante de crise energética
-
Espanha e Portugal enfrentam nova tempestade após inundações durante a semana
-
Plataforma envia acidentalmente US$ 40 bilhões em bitcoins para seus usuários
-
Bill e Hillary Clinton pedem que seu depoimento sobre Epstein seja feito em público
-
Pentágono cortará seus laços acadêmicos com Harvard
-
Trump se recusa a pedir desculpas por vídeo racista que retratava casal Obama como macacos
-
França abre investigação contra ex-ministro envolvido em arquivos Epstein
-
Trump diz que haverá mais diálogo com Irã após 'conversas muito boas'
-
Estado Islâmico reivindica atentado que matou mais de 30 em mesquita no Paquistão
-
Trump apaga vídeo racista que retratava casal Obama como macacos
-
JD Vance é vaiado durante cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno em Milão
-
Itália exalta harmonia e sua cultura na abertura dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina
-
CEO da SAF do Botafogo deixa cargo após atrito com John Textor
-
EUA anuncia prisão de participante do ataque de 2012 a consulado em Benghazi
-
Dow Jones supera os 50.000 pontos pela primeira vez em sua história
-
Manifestação contra EUA em Milão antes dos Jogos Olímpicos e na presença de JD Vance
-
Festa olímpica começa com cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina
-
Real Madrid confirma lesão na coxa direita de Rodrygo
-
Ao menos 31 mortos e 169 feridos em atentado suicida contra mesquita xiita no Paquistão
-
ONU alerta que mais de 4 milhões de meninas podem sofrer mutilação genital neste ano
-
UE exige que TikTok mude sua interface 'viciante'
-
Julgamento de jovem acusado de matar executivo nos EUA terá início em junho
-
PSG recebe prazo para pagar 5,9 milhões de euros a Mbappé
-
Drone russo atinge refúgio de animais na Ucrânia
-
Trump apaga vídeo racista que retratava os Obama como macacos
-
EUA pede negociações trilaterais com Rússia e China sobre não proliferação nuclear
-
Polícia britânica realiza buscas em duas propriedades ligadas ao ex-embaixador Mandelson
-
James Rodríguez assina com Minnesota United, da MLS
-
Equipes de resgate buscam seis pessoas presas após explosão em mina na Colômbia
-
Irã anuncia que negociações com EUA continuarão
-
Narcotraficante relacionado ao assassinato do jogador Andrés Escobar é morto no México
-
Cidadão francês narra o 'calvário' que viveu nas prisões venezuelanas
-
Trump provoca fúria ao publicar vídeo dos Obama como macacos
-
Atentado suicida contra mesquita xiita no Paquistão deixa mais de 30 mortos e 169 feridos
-
Guardiola defende direito de se manifestar sobre questões de fora do futebol
-
Semifinal da Copa do Rei terá Atlético x Barça e clássico basco entre Athletic e Real Sociedad
-
Premiê espanhol pede prudência com previsão de temporal em áreas já encharcadas
-
Meloni e Vance celebram 'valores comuns'
-
Guitarras de Kurt Cobain, Beatles e outras lendas da música serão leiloadas nos EUA
-
Caso Master, o escândalo financeiro que abala os Três Poderes
-
Senegaleses detidos na Copa Africana de Nações declaram greve de fome
Fundada há 40 anos, Repórteres sem Fronteiras passa da defesa à ação
A ONG francesa Repórteres Sem Fronteiras (RSF), que celebra seu 40º aniversário esta semana, defende incansavelmente a liberdade de imprensa, mas adota uma postura cada vez mais ofensiva no combate à impunidade por crimes contra jornalistas e à censura.
Aqui estão cinco pontos-chave sobre a organização.
- Origem -
Fundada em 1985 em Montpellier, no sul da França, por quatro jornalistas, Repórteres Sem Fronteiras (RSF) começou como uma pequena associação que buscava conscientizar o público por meio de reportagens sobre países em desenvolvimento devastados por desastres.
Quatro décadas depois, a sede de RSF emprega mais de 50 pessoas e conta com uma rede de cerca de 150 colaboradores no exterior.
Além da sede em Paris, a ONG possui 15 escritórios em todo o mundo.
A organização é financiada por meio de doações, vendas de álbuns, fundações privadas e subsídios públicos (da Suécia, Países Baixos, União Europeia, entre outros).
- Ajuda aos jornalistas -
A missão de RSF é "agir em favor da liberdade, do pluralismo e da independência do jornalismo e defender aqueles que personificam esses ideais", enfatiza a ONG.
A organização oferece assistência física e jurídica a jornalistas no terreno, por exemplo, fornecendo capacetes e coletes à prova de balas ou auxiliando os pedidos de asilo de repórteres que precisam fugir.
A ONG também realiza campanhas de mobilização, pesquisas e produz um ranking geográfico da liberdade de imprensa, publicado desde 2002 em oito idiomas.
Esse ranking, uma referência na área, mede a situação da liberdade de imprensa em 180 países, baseando-se principalmente em "uma contagem quantitativa de agressões cometidas contra jornalistas".
- Luta judicial -
Segundo um relatório da Unesco de 2024, 85% dos assassinatos de jornalistas ficam impunes. Para combater isso, o "recurso ofensivo na justiça" tornou-se uma ferramenta importante para a ONG.
Na Ucrânia, a organização convenceu o procurador-geral da gravidade desses crimes, o que levou à abertura de 115 processos por crimes contra jornalistas. Há três anos, não havia nenhum, de acordo com RSF.
A organização também apresentou cinco denúncias contra Israel ao Tribunal Penal Internacional (TPI) por "crimes de guerra cometidos contra jornalistas em Gaza", onde mais de 210 jornalistas foram mortos desde outubro de 2023.
A ONG também atua nos Estados Unidos, onde, em março, contestou judicialmente o desmantelamento dos veículos de imprensa públicos do país no exterior, uma iniciativa do presidente Donald Trump.
- Na frente digital -
"Em 40 anos, vimos até que ponto os inimigos da liberdade de imprensa desenvolveram uma grande criatividade" e RSF "evoluiu acompanhando as ameaças", explicou Thibaut Bruttin, diretor-geral da organização, à AFP. É uma espécie de "hiperativismo", acrescentou.
Em 2024, RSF lançou uma plataforma via satélite para informações independentes, produzidas em grande parte por jornalistas russos exilados desde a invasão da Ucrânia.
Outra ferramenta tecnológica para contornar a censura de regimes autoritários é a "Collateral Freedom" (Liberdade Colateral, em tradução livre), uma operação que, desde 2015, mantém o acesso a cerca de 150 veículos de comunicação censurados em todo o mundo, criando sites-espelho — ou seja, réplicas de seus sites.
- Próximo desafio -
Segundo o diretor de Repórteres Sem Fronteiras, existe um risco de que o jornalismo se torne marginalizado no mundo digital e acessível apenas a uma parcela da população.
"As pessoas mais ricas que conheço assinam o The New York Times", mas a maioria dos cidadãos "rola a tela sem parar" e não tem um acesso real a informações confiáveis, lamenta Bruttin.
RSF está em contato com autoridades do Brasil, África do Sul e União Europeia para pressionar as plataformas e redes sociais a "aumentarem a disponibilidade de fontes confiáveis de informação", marginalizadas por algoritmos.
R.Garcia--AT