-
City e Villa empatam e abrem caminho para Arsenal disparar na liderança do Inglês
-
Papa convoca cardeais de todo o mundo após pedidos por governança colegiada
-
Trump ameaça proibir empresas de defesa de pagar dividendos e recomprar ações
-
Com 2 gols de Raphinha, Barça goleia Athletic Bilbao (5-0) e vai à final da Supercopa da Espanha
-
Adiada a audiência do filho do cineasta Rob Reiner, acusado de matar os pais
-
EUA mantém pressão sobre Venezuela e apreende petroleiros no Atlântico Norte e Caribe
-
Trump considera fazer oferta para comprar a Groenlândia
-
Inter Miami contrata zagueiro Micael, do Palmeiras, por empréstimo
-
Agente migratório dos EUA mata mulher que tentou atropelar colegas
-
Napoli reage mas fica no empate em casa com Hellas Verona (2-2)
-
Venezuela e EUA negociam venda de petróleo e Casa Branca garante estar no comando
-
Kevin Keegan, ex-técnico e jogador da seleção inglesa, é diagnosticado com câncer
-
UE busca apoio para assinar acordo comercial com o Mercosul
-
Casa Branca diz que ditará ordens à Venezuela e anuncia que receberá petroleiras dos EUA
-
Oposição da Venezuela, apagada dos planos de Trump
-
Crise financeira levou UNRWA a demitir 571 funcionários em Gaza
-
Simeone sobre treinar na Arábia Saudita: 'Não fechamos portas'
-
México se torna 'fornecedor importante' de petróleo para Cuba diante da crise na Venezuela
-
Falcao García retorna ao Millonarios 6 meses após deixar o clube
-
Sorteio define confrontos de oitavas de final da Copa do Rei da Espanha
-
EUA mantém pressão e apreende petroleiros no Atlântico Norte e Caribe
-
Trump diz duvidar que Otan esteja ao lado dos EUA em caso de necessidade
-
Acusado de violência sexual, Ben Yedder assina com clube do Marrocos
-
Tribunal dos Países Baixos invalida casamento que usou votos gerados com IA
-
Strasbourg anuncia Gary O'Neil como substituto de Liam Rosenior
-
Bolsonaro dá entrada em hospital de Brasília para exames após queda em cela
-
Onda de desinformação sobre captura de Maduro inunda as redes
-
Contratações no setor privado dos EUA aumentaram em dezembro
-
STF autoriza transferência de Bolsonaro para hospital após queda em cela
-
Presidente do Irã ordena forças de segurança a não reprimir manifestantes
-
Temporal de neve causa caos no transporte em vários países europeus
-
Inflação na zona do euro cai ligeiramente para 2% em dezembro
-
Trump afirma que Venezuela entregará milhões de barris de petróleo aos EUA
-
Como Cuba combate mais de 60 anos de embargo econômico
-
Tamagotchi completam 30 anos e seguem fazendo sucesso
-
De olho em Cuba, Marco Rubio assume papel crucial na crise da Venezuela
-
França limita importações agrícolas em resposta à indignação com o acordo UE-Mercosul
-
Saint-Tropez se despede da lendária Brigitte Bardot
-
ONU acusa Israel de 'apartheid' na Cisjordânia
-
Ex-agente da CIA condenado por espionar para os soviéticos morre na prisão
-
Brigitte Bardot morreu de câncer, revela seu marido
-
Líderes guerrilheiros fogem para Colômbia após operação na Venezuela, indica Exército
-
Manifestantes bloqueiam estradas na Bolívia contra plano econômico do governo
-
Sucessora de Maduro diz governar sem pressão, mas Trump anuncia controle sobre petróleo venezuelano
-
Barcelona e Real Madrid são favoritos de uma Supercopa com polêmica
-
Europa e EUA cerram fileiras com Ucrânia diante da Rússia
-
Nottingham Forest vence de virada no fim (2-1) e afunda West Ham
-
Presidente interina diz governar Venezuela sem influência externa, apesar de Trump
-
Juventus vence Sassuolo (3-0) e reassume 4º lugar no Campeonato Italiano
-
Trump estuda 'várias opções' para Groenlândia, incluindo a militar
Europeus e Estados Unidos discutem garantias de segurança para a Ucrânia
Aliados europeus de Kiev e enviados de alto escalão dos Estados Unidos se reúnem nesta terça-feira (6) em Paris com o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, para discutir garantias de segurança para a Ucrânia em caso de cessar-fogo na guerra com a Rússia.
A cúpula da chamada "Coalizão de Voluntários", aliados de Kiev, ocorre apesar da ausência de qualquer sinal de trégua, quase quatro anos após o início do conflito mais sangrento na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.
A captura, no fim de semana, pelas forças americanas do presidente venezuelano deposto, Nicolás Maduro, aliado do russo Vladimir Putin, alarmou diversos países europeus e representa um novo elemento potencial de tensão transatlântica.
Alguns membros da coalizão pretendem mobilizar uma força multinacional para deter qualquer futuro ataque russo caso a guerra, iniciada com a invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022, termine em cessar-fogo.
No entanto, nenhum acordo de cessar-fogo foi alcançado, já que ambos os lados permanecem em desacordo sobre uma possível divisão de território para pôr fim à guerra. Kiev insiste que a Rússia deve se retirar de todo o território ucraniano que ocupa atualmente.
Moscou também declarou repetidamente sua oposição a qualquer presença de tropas da Otan em solo ucraniano para monitorar o fim das hostilidades.
Representantes de 35 países, incluindo 27 chefes de Estado, estão reunidos em Paris para demonstrar a "convergência" entre Washington, Kiev e seus aliados europeus em relação às garantias de segurança para a Ucrânia, segundo a Presidência francesa.
Zelensky chegou a Paris antes do meio-dia e as conversas estão programadas para começar à tarde, informou seu gabinete.
O enviado especial do presidente dos EUA, Donald Trump, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, também participarão da reunião da coalizão, lançada no ano passado pela França e pelo Reino Unido.
O presidente francês, Emmanuel Macron, conversou com o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, durante um café da manhã no Palácio do Eliseu, antes de um almoço planejado com Zelensky e os enviados americanos.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e seus homólogos da Alemanha, Friedrich Merz; da Itália, Giorgia Meloni; e da Espanha, Pedro Sánchez, também devem participar da reunião da coalizão, de acordo com fontes diplomáticas.
Os líderes europeus evitaram condenar categoricamente a operação dos EUA que levou à captura de Maduro no fim de semana, embora tenham expressado preocupação com as implicações para o direito internacional.
Antes de partir para Paris, o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, afirmou que o objetivo da reunião era "fortalecer e alinhar as posições europeias e americanas" para garantir que "os russos levem a sério a questão do cessar-fogo e da paz".
burs-fff-ah/tjc/mas/aa
H.Romero--AT