-
Europa discute segurança e pede que EUA seja razoável
-
Impasse no Congresso dos EUA pode resultar em novo bloqueio orçamentário
-
Peru discutirá destituição de presidente interino na 3ª feira
-
EUA suspende agentes federais por mentirem sobre operação em Minneapolis
-
Carney lidera homenagem às vítimas do massacre que enluta Canadá
-
Trump diz que mudança de regime no Irã 'seria a melhor coisa que poderia acontecer'
-
EUA acelera fim das sanções petrolíferas contra Venezuela e envia ajuda médica
-
Dortmund goleia Mainz e se aproxima do líder Bayern
-
Carney liderará homenagem às vítimas do massacre que enluta Canadá
-
Polícia mata homem que empunhava faca no Arco do Triunfo em Paris
-
Europeus pedem que Trump seja razoável
-
Durante ato com militares, Trump gaba-se de arma 'desorientadora' usada em Caracas
-
Governo Trump processa Harvard para obter informações sobre admissões
-
EUA envia mais de 6 toneladas de suprimentos médicos para a Venezuela
-
PSG perde para Rennes e deixa liderança do Francês em risco
-
Victoria Mboko vai à final do WTA 1000 de Doha e entra no Top 10 aos 19 anos
-
Mercedes domina último dia de testes oficiais da F1 no Bahrein
-
Chris Paul, um dos maiores armadores NBA, anuncia aposentadoria aos 40 anos
-
Sonhando com a glória do Carnaval do Rio, longe dos desfiles para a elite
-
Marcelo Moreno desiste da aposentadoria para levar Bolívia à Copa do Mundo
-
Nacionalistas vencem primeiras eleições em Bangladesh desde revolta de 2024
-
'Quanto mais abraçarmos outras culturas, melhor será nossa sociedade', diz Guardiola
-
TAS rejeita recurso de atleta ucraniano contra desclassificação dos Jogos de Inverno
-
Alemanha pede nova 'parceria' com EUA
-
Com Lucas Pinheiro Braathen, carnaval brasileiro chega a Milão-Cortina
-
Congresso dos EUA enfrenta nova paralisação orçamentária devido ao controle de imigração
-
Federação inglesa acusa Rodri de 'questionar integridade dos árbitros'
-
Corinthians confirma saída de José Martínez após atos de indisciplina
-
Obra do século XIX é danificada em vazamento de água no Louvre
-
Mbappé está em condições de jogar contra Real Sociedad, afirma Arbeloa
-
'Espero que a verdade vença', diz ucraniano desclassificado dos Jogos de Inverno
-
Filho do último xá do Irã convoca novas manifestações
-
Partido do premiê da Tailândia anuncia coalizão com partido do ex-governante Shinawatra
-
Tripulação internacional decola rumo à ISS
-
Hollywood acusa IA chinesa Seedance de infração em larga escala dos direitos autorais
-
Jornalista guatemalteco que investigava casos de corrupção deixa a prisão
-
Nacionalistas vencem primeiras eleições em Bangladesh desde a revolta de 2024
-
Escritor holandês Cees Nooteboom morre aos 92 anos
-
Designer da Hello Kitty deixa o cargo após quatro décadas
-
Partido Nacionalista de Bangladesh reivindica vitória eleitoral; islamistas contestam
-
Japão apreende barco pesqueiro chinês e detém seu capitão
-
Manifestante iraniano acusado de matar policial corre risco de ser executado (ONG)
-
Presidente interina da Venezuela promete organizar eleições livres
-
México envia ajuda humanitária para Cuba enquanto Chile e Rússia prometem assistência
-
Bloqueio energético dos EUA asfixia turismo em Cuba
-
Arsenal empata com Brentford e vantagem na liderança cai para 4 pontos
-
Atlético de Madrid goleia Barcelona (4-0) e fica perto da final da Copa do Rei
-
Juiz ordena que governo autorize retorno para os EUA de venezuelanos deportados para El Salvador
-
Venezuela adia aprovação de histórica lei de anistia
-
Ucrânia acusa Rússia de campanha de desinformação sobre seus atletas
Indonésia destaca exército para controlar protestos que deixaram seis mortos
Milhares de pessoas voltaram às ruas da Indonésia nesta segunda-feira (1º) para protestar contra o que consideram privilégios econômicos desmedidos de seus parlamentares, o que levou à implantação do Exército na capital para evitar um ressurgimento da violência que deixou seis mortos na última sexta-feira.
As manifestações começaram na semana passada contra os subsídios à moradia dos parlamentares, quase 10 vezes o salário mínimo em Jacarta.
Durante os protestos de sexta-feira, uma caminhonete da polícia atropelou e matou um mototaxista, incidente cujas imagens divulgadas provocaram a ira dos indonésios, que incendiaram quartéis da polícia, edifícios públicos e saquearam casas de políticos e da ministra das Finanças.
Nesta segunda-feira, a polícia da Indonésia instalou postos de controle por toda capital, enquanto agentes policiais e militares realizaram patrulhas e posicionaram atiradores de elite em locais estratégicos.
As ruas, normalmente congestionadas, estavam mais tranquilas do que o habitual. Alguns militares vigiavam o palácio presidencial, segundo um jornalista da AFP.
Pelo menos 500 manifestantes se reuniram em frente ao Parlamento em Jacarta na tarde desta segunda, vigiados por dezenas de agentes.
No restante do arquipélago, milhares de outros manifestantes protestaram em cidades como Palembang (ilha de Sumatra), Banjarmasin (Borneo), Yogyakarta (Java) e Macassar (Celebes).
"Nosso objetivo principal é reformar o Parlamento. Esperamos que o Parlamento saia e se reúna conosco. Queremos falar diretamente com eles, são nossos representantes", disse a estudante universitária Nafta Keisya Kemalia, de 20 anos, à AFP.
A violência obrigou o presidente Prabowo Subianto e o Parlamento a anularem os benefícios polêmicos dos legisladores. Mas alguns cidadãos acreditam que a mudança não aliviará o descontentamento popular.
"O governo indonésio é um desastre. O gabinete e o Parlamento não vão ouvir as súplicas do povo", disse Suwardi, um vendedor de alimentos de 60 anos.
"Sempre mentiram para nós. Por isso as pessoas estão sempre irritadas", acrescentou.
Os distúrbios afetaram os mercados e o índice de ações da Indonésia caiu mais de 3% na abertura de segunda-feira.
Em resposta aos distúrbios, a rede social TikTok, que possui 100 milhões de usuários no país, suspendeu por "alguns dias" sua função de transmissões ao vivo para evitar inflamar as massas.
P.A.Mendoza--AT