-
Redesenho da Classe S 2026
-
Trump pede ao Hamas que faça desarmamento 'total e imediato'
-
Netanyahu pede desmonte da capacidade de enriquecimento de urânio do Irã
-
João Fonseca busca impulso em casa, no Rio Open 2026
-
Alex de Miñaur vence Auger-Aliassime e conquista ATP 500 de Roterdã
-
Obama lamenta falta de 'vergonha' após vídeo racista compartilhado por Trump
-
Rubio afirma que EUA não pede à Europa que seja um 'vassalo'
-
Nottingham Forest anuncia Vitor Pereira, seu quarto treinador da temporada
-
Neuer sofre lesão na panturrilha e vai desfalcar Bayern de Munique
-
Morre francês Michel Portal, referência do jazz contemporâneo
-
Ao menos 12 mortos em ataques israelenses na Faixa de Gaza (Defesa Civil)
-
Lens goleia Paris FC (5-0), assume liderança e segue sonhando com título da Ligue 1
-
Inter vence Juventus no fim (3-2) e fica mais perto do título da Serie A
-
Real Madrid vence Real Sociedad (4-1) com 2 gols de Vini e é líder provisório do Espanhol
-
City vence time da 4ª divisão e avança na Copa da Inglaterra; Liverpool elimina Brighton
-
Putin é 'um escravo da guerra', afirma Zelensky
-
City vence time da 4ª divisão e avança na Copa da Inglaterra; Newcastle elimina Aston Villa
-
Cerca de 250 mil pessoas protestam em Munique contra regime iraniano
-
Auger-Aliassime e De Minaur vão disputar final do ATP 500 de Roterdã
-
Olympique de Marselha cede empate nos acréscimos contra Strasbourg (2-2) e é 4º no Francês
-
Lucas Pinheiro Braathen conquista ouro olímpico histórico para o Brasil e a América Latina
-
Tottenham anuncia Igor Tudor como novo treinador até o final da temporada
-
Cinco países acusam Rússia de envenenar opositor Navalny com 'toxina'
-
Carolina Muchová conquista em Doha seu primeiro título de WTA 1000
-
Sem brilho, City vence time da 4ª divisão e avança na Copa da Inglaterra
-
Líder Bayern vence na visita ao Werder Bremen (3-0) e resiste à pressão do Dortmund
-
Lucas Pinheiro Braathen, um campeão que brilha no esqui e na moda
-
Irã transfere Nobel da Paz Narges Mohammadi de prisão
-
Familiares de presos políticos iniciam greve de fome na Venezuela
-
Opositor Navalny foi 'envenenado' na prisão pela Rússia, afirmam cinco países europeus
-
Sabalenka e Swiatek desistem de disputar WTA 1000 de Dubai
-
Rubio defende Europa forte que apoie visão de mundo de Trump
-
Lucas Pinheiro Braathen conquista ouro, a 1ª medalha olímpica de inverno da história para o Brasil
-
Departamento de Segurança Interna dos EUA entra em paralisação orçamentária
-
Europa discute segurança e pede que EUA seja razoável
-
Impasse no Congresso dos EUA pode resultar em novo bloqueio orçamentário
-
Peru discutirá destituição de presidente interino na 3ª feira
-
EUA suspende agentes federais por mentirem sobre operação em Minneapolis
-
Carney lidera homenagem às vítimas do massacre que enluta Canadá
-
Trump diz que mudança de regime no Irã 'seria a melhor coisa que poderia acontecer'
-
EUA acelera fim das sanções petrolíferas contra Venezuela e envia ajuda médica
-
Dortmund goleia Mainz e se aproxima do líder Bayern
-
Carney liderará homenagem às vítimas do massacre que enluta Canadá
-
Polícia mata homem que empunhava faca no Arco do Triunfo em Paris
-
Europeus pedem que Trump seja razoável
-
Durante ato com militares, Trump gaba-se de arma 'desorientadora' usada em Caracas
-
Governo Trump processa Harvard para obter informações sobre admissões
-
EUA envia mais de 6 toneladas de suprimentos médicos para a Venezuela
-
PSG perde para Rennes e deixa liderança do Francês em risco
-
Victoria Mboko vai à final do WTA 1000 de Doha e entra no Top 10 aos 19 anos
Grande manifestação em Tel Aviv em apoio a reféns de Gaza
Dezenas de milhares de manifestantes saíram neste domingo (17) às ruas de várias cidades de Israel para pedir ao governo um cessar-fogo em Gaza que garanta a libertação dos reféns, uma exigência rejeitada pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
O Fórum das Famílias de Reféns, que convocou a jornada, estimou em cerca de 500 mil o número de participantes.
Bloqueios de estradas em várias localidades, pneus em chamas e alguns confrontos com as forças de segurança marcaram o dia de mobilização.
Uma imensa bandeira israelense com os retratos dos sequestrados foi estendida na chamada "praça dos reféns", em Tel Aviv, convertida em local de congregação desde o início da guerra, que estourou em 7 de outubro de 2023 com o ataque sem precedentes do Hamas em Israel.
Apesar da crescente pressão, o governo israelense está determinado a expandir sua ofensiva na Faixa de Gaza para acabar com o movimento islamista palestino Hamas e assumir o controle da segurança em todo o enclave, sitiado e faminto após quase dois anos de guerra.
Neste domingo, ao menos 60 pessoas morreram no território palestino, segundo a Defesa Civil local.
"Aqueles que hoje pedem para pôr fim à guerra sem uma derrota do Hamas não apenas reforçam a posição do Hamas e afastam a libertação de nossos reféns, mas também garantem que os horrores de 7 de outubro se repitam uma e outra vez, e tenhamos que lutar uma guerra sem fim", afirmou Netanyahu em uma reunião de gabinete.
O chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir, reuniu-se neste domingo com responsáveis militares para discutir o plano que prevê a tomada de controle da Cidade de Gaza, com o objetivo declarado de derrotar o Hamas e libertar os reféns ainda cativos no enclave.
Após a reunião, anunciou que o exército "concentrará" suas operações na Cidade de Gaza, com esses objetivos.
Esse anúncio despertou medo nas famílias dos reféns, que temem que seus entes queridos morram na operação, e exigem um acordo negociado para a libertação de todos os cativos.
– "Tragam todos de volta" –
O Fórum de Famílias de Reféns e Desaparecidos, principal grupo de familiares dos cativos, assim como a oposição e uma parte do setor econômico e sindical, haviam convocado essa greve de solidariedade com os reféns para este domingo, primeiro dia da semana em Israel.
No entanto, a maioria dos comércios permaneceu aberta em Jerusalém e Tel Aviv, segundo constatou a AFP.
Pela manhã, dezenas de pessoas pediram diante da residência de Netanyahu, em Jerusalém, "terminar a guerra" e "trazer todos [os reféns] de volta".
O epicentro dos protestos foi Tel Aviv, onde se reuniram manifestantes com retratos dos sequestrados, bandeiras israelenses e cartazes amarelos (a cor símbolo dos reféns).
"Estamos fazendo todo o possível para trazê-los de volta (...) Podemos ter divergências, mas a verdade é que todo o povo de Israel quer que nossos irmãos e irmãs regressem para casa", declarou na praça o presidente israelense, Isaac Herzog.
"E quero dizer ao mundo: (...) Pressionem o Hamas", acrescentou.
"Se não os trouxermos de volta agora, os perderemos para sempre", alertou, por sua vez, o Fórum de Famílias de Reféns e Desaparecidos.
Milhares de agentes das forças de segurança foram mobilizados em todo o país, informou a polícia, que prendeu 32 manifestantes por distúrbios da ordem pública e restrição da liberdade de circulação.
– "Uma recompensa para o inimigo" –
Partidários de Netanyahu e da extrema direita criticaram duramente o movimento.
"Bloquear as principais estradas de Israel e perturbar a vida dos cidadãos é um grave erro e uma recompensa para o inimigo", lamentou o ministro da Cultura, Miki Zohar.
O titular das Finanças e figura da extrema direita, Bezalel Smotrich, também denunciou uma "campanha (...) que faz o jogo do Hamas".
São "mensagens repugnantes", replicou o chefe da oposição, Yair Lapid. "Não têm vergonha?", acrescentou.
Entre os 251 reféns capturados no ataque de 7 de outubro, 49 seguem cativos em Gaza, dos quais 27 teriam morrido, segundo o exército israelense.
O Hamas e a Jihad Islâmica divulgaram no início de agosto vídeos de dois reféns israelenses debilitados e abatidos, que consternaram a sociedade israelense e reacenderam o debate sobre a necessidade de um acordo para sua libertação.
A imprensa nacional divulgou na noite deste domingo um novo vídeo de um refém, transmitido por sua família.
Nesse curto vídeo, Matan Zangauker, muito magro, dirige-se a seus familiares para dizer que sente saudades. Sua família explicou que as imagens foram filmadas pelo Hamas, mas encontradas pelo exército.
O ataque de 7 de outubro causou a morte de 1.219 pessoas no lado israelense, em sua maioria civis, segundo um levantamento da AFP a partir de dados oficiais.
A operação israelense em Gaza já provocou 61.944 mortos, sobretudo civis, de acordo com os dados do Ministério da Saúde do território, considerados confiáveis pela ONU.
A.Ruiz--AT