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Rappers Kneecap desafiam críticas e defendem causa palestina em Glastonbury
O trio de rap Kneecap, conhecido por suas declarações pró-palestinas e porque um de seus membros é acusado de apoiar o Hezbollah, subiu ao palco do festival de Glastonbury, neste sábado (28), apesar de o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, ter pedido que fossem retirados do evento.
O grupo da Irlanda do Norte virou notícia nos últimos meses por seu apoio à causa palestina e pelo processo contra Liam O'Hanna, acusado de "terrorismo" por supostamente ter exibido uma bandeira do movimento libanês pró-iraniano Hezbollah durante um show.
"Glastonbury, sou um homem livre!", disse O'Hanna, que compareceu ao tribunal no início do mês.
Durante um show em Londres no ano passado, ele também teria gritado "Viva o Hamas, viva o Hezbollah!", em referência ao grupo islamista palestino.
Tanto o Hezbollah quanto o Hamas estão proscritos no Reino Unido e é um crime expressar apoio a esses grupos armados.
O'Hanna, conhecido por seu nome artístico Mo Chara, nega as acusações.
"Essa situação pode ser muito estressante, mas é algo mínimo comparado ao que sofre o povo palestino", declarou O'Hanna, que usava um lenço palestino e óculos escuros diante de milhares de fãs em Glastonbury, muitos deles com bandeiras palestinas.
O'Hanna também dedicou algumas palavras de reconhecimento ao Palestine Action Group, organização que será proibida segundo a lei antiterrorista, de acordo com um anúncio da ministra do Interior britânica, Yvette Cooper, na semana passada.
Outro membro do trio, DJ Provai, usou uma camiseta dedicada a esse grupo de ativistas, que o governo quer proibir após vários de seus membros invadirem uma base da Força Aérea Britânica e destruírem dois aviões.
Antes da apresentação do Kneecap, a dupla de rap punk Bob Vylan instou a multidão a entoar o lema "Morte, morte ao IDF", referindo-se à sigla em inglês que designa as Forças Armadas de Israel.
Desde as acusações contra O'Hanna, várias apresentações do grupo na Escócia e na Alemanha foram canceladas.
Mas os organizadores de Glastonbury desafiaram o primeiro-ministro britânico, que afirmou que não era "apropriado" que o Kneecap se apresentasse no Glastonbury, um dos principais festivais de música do Reino Unido.
H.Gonzales--AT