-
Trump parece prorrogar prazo ao Irã para reabrir Estreito
-
St. Pauli desperdiça oportunidade de se afastar do rebaixamento no Alemão
-
Candidato da direita na Colômbia denuncia 'interceptações ilegais' do presidente
-
Imprensa americana diz que EUA percorreu regiões profundas do Irã para resgatar piloto
-
Família real britânica aparece unida em missa do domingo de Páscoa
-
Naufrágio deixa mais de 70 desaparecidos no Mediterrâneo, dizem ONGs
-
Ataques israelenses deixam quatro mortos em Gaza
-
Lyon empata sem gols com Angers e emenda 6º jogo sem vitória no Francês
-
Opep+ volta a aumentar cotas de produção em 206.000 barris por dia
-
Israel recorre à IA para aperfeiçoar seu sistema de alerta de ataques aéreos
-
Trump ameaça desatar 'inferno' se Irã não reabrir Estreito de Ormuz
-
PSV Eindhoven é campeão holandês pela 27ª vez
-
Astronautas da Artemis vislumbram 'Grand Canyon' da Lua antes de sobrevoá-la
-
Papa pede que se 'escolha a paz' em sua primeira mensagem de Páscoa
-
Trump anuncia resgate de segundo piloto acidentado no Irã
-
Petro denuncia que líder guerrilheiro suborna oficiais colombianos para evitar prisão
-
Ataques de Israel matam sete pessoas no Líbano
-
Lens perde para Lille e se afasta da briga pelo título francês
-
EUA anuncia prisão de familiares de general iraniano
-
Barcelona vence Atlético e abre 7 pontos do Real Madrid
-
Com Itália fora da Copa, Canadá tenta atrair torcida dos residentes italianos
-
Ataque de Israel mata meninas no Líbano
-
Real Madrid perde para Mallorca e se complica na disputa do título espanhol
-
Barcos franceses zarpam para nova flotilha rumo a Gaza
-
Erdogan e Zelensky se reúnem na Turquia
-
Salvadorenhos confeccionam tapete de sal com mais de 1 km na Semana Santa
-
Meia Oscar se aposenta do futebol após problema cardíaco
-
Real Madrid perde pra Mallorca e se complica na disputa do título espanhol
-
A vida cotidiana dos astronautas da missão Artemis II no espaço
-
Bayern vira sobre Freiburg e vai embalado para duelo com Real Madrid na Champions
-
Trump dá 48 horas para alcançar acordo sobre Ormuz; bombardeios no Irã atingem área de usina nuclear
-
Botafogo inicia processo judicial para cobrar dívida de R$ 745 milhões do Lyon
-
City atropela Liverpool (4-0) na Copa da Inglaterra com hat-trick de Haaland
-
Astronauta Jeremy Hansen descreve sua sensação de 'cair do céu'
-
Astronautas da Artemis II já estão na metade do caminho até a Lua
-
Nicaraguenses comemoram a Semana Santa com proibição de procissões nas ruas
-
Irã e EUA disputam busca por piloto do caça americano derrubado
-
Documentário sobre trabalho dos repórteres da AFP em Gaza é premiado na França
-
Papa Leão XIV faz sua primeira via-crúcis no Coliseu, em tempos de guerra
-
Paquistão anuncia transporte público gratuito em meio à crise energética
-
Com Dembélé inspirado, PSG vence Toulouse e reforça liderança no Francês
-
Trump pede ao Congresso US$ 152 milhões para reabrir Alcatraz
-
Artemis e Apollo compartilham o mesmo prédio... E lições de física
-
Fora da Copa e sem representantes na Champions, Itália volta a viver futebol com retorno da Serie A
-
Sem Kane e antes das quartas da Champions, Bayern busca do 100º gol no Alemão
-
Investigação jornalística revela suposta campanha midiática russa contra Milei na Argentina
-
City e Liverpool duelam por vaga na semifinal da Copa de Inglaterra
-
Zelensky denuncia 'escalada' após morte de 10 pessoas em ataques russos na Ucrânia
-
Rússia fez avanço territorial mínimo na Ucrânia em março, algo inédito desde 2023
-
Cuba começa a libertar presos após concessão de indulto
Chavismo busca ratificar controle na Venezuela em eleições legislativas e de governadores
Dez meses após a questionada reeleição do presidente Nicolás Maduro e os distúrbios que se seguiram, a Venezuela escolhe no domingo governadores estaduais e deputados para o Parlamento, em uma eleição da qual não participará a oposição majoritária.
Cerca de 21 milhões de eleitores estão convocados às urnas para eleger 24 governadores e 285 legisladores, embora especialistas concordem que a participação será baixa.
A votação inclui, pela primeira vez, o Essequibo, a rica região petrolífera em disputa com a Guiana, que as autoridades venezuelanas agora reconhecem como mais uma província.
Será eleito um governador e oito deputados para essa jurisdição, embora não haja centros de votação nos seus 160 mil km², e sim no estado fronteiriço de Bolívar. O presidente da Guiana, Irfaan Ali, disse à AFP que vê a eleição como "uma ameaça".
"Faremos todo o possível para garantir que nossa integridade territorial e soberania permaneçam intactas", assegurou.
– "Votar pra quê?" –
As urnas abrem às 6h (7h de Brasília) e fecham às 18h do horário local, desde que não haja eleitores na fila. Normalmente, o horário é prorrogado e os resultados só são conhecidos à noite.
"Votar pra quê?", questionou Santos Reinoza, um aposentado de 76 anos em um bairro de Caracas. "Eles roubaram as presidenciais" de 28 de julho e no domingo "vou ficar em casa".
"Vamos lutar pela vitória", disse por sua vez Yaczon Rivas, sindicalista de 46 anos alinhado ao chavismo. "As políticas que estão sendo aplicadas pelo [presidente dos Estados Unidos, Donald] Trump estão nos prejudicando (...), estamos enfrentando um inimigo satânico e voraz."
A oposição insiste que Maduro roubou as eleições de 28 de julho, que lhe garantiram um terceiro mandato consecutivo. O Conselho Nacional Eleitoral (CNE), acusado de servir ao governo, proclamou-o vencedor com 52% dos votos, mas não publicou os detalhes da apuração como exige a lei, alegando que sofreu um ataque cibernético.
A proclamação levou a protestos que deixaram 28 mortos e resultaram na prisão de 2.400 pessoas em apenas 48 horas, acusadas de terrorismo.
A oposição, por sua vez, publicou em um site cópias das atas emitidas pelos centros de votação para provar a vitória de seu candidato, Edmundo González Urrutia, com 70% dos votos.
– "Mapa muito vermelho" –
Em meio à sua reivindicação, a líder opositora María Corina Machado convocou a população a se manter à margem dessa "enorme farsa". "O que vamos conseguir é ratificar essa derrota (...) deixando todos os centros vazios", disse ela à AFP, falando da clandestinidade.
Essa estratégia é um "erro tático", avaliou Jesús Castillo, diretor da consultoria Polianalítica. "A abstenção favorece o governo" e "em 25 de maio vamos ter um mapa muito vermelho", cor oficialista.
O chavismo já controla a atual Assembleia Nacional com 253 dos 277 deputados, após as eleições de 2020, das quais a oposição também se retirou. E 19 das 23 governadorias estão atualmente alinhadas com Maduro.
Cerca de 400 mil agentes das forças de ordem estarão mobilizados para garantir a segurança do processo, após o governo ter informado, na segunda-feira, a prisão de 38 supostos mercenários vindos da Colômbia que pretendiam sabotar a eleição, além de ter fechado a conexão aérea com aquele país. Esse tipo de denúncia é frequente.
"A Venezuela, em absoluto cumprimento dos direitos constitucionais do nosso povo (...), pela 32ª vez, vamos às urnas", celebrou Maduro.
– "Escorpião!" –
Uma ala dissidente da oposição decidiu participar. Ela é liderada pelo duas vezes candidato presidencial Henrique Capriles, que aspira a uma cadeira no Parlamento.
Mas as projeções são modestas: um punhado de deputados e a manutenção em duas governadorias — a do petrolífero estado de Zulia e a do insular Nueva Esparta, que inclui a turística ilha de Margarita.
"O voto é uma ferramenta de mudança, de luta, de resistência", afirmou Juan Requesens, que disputa o governo do estado de Miranda, que abrange parte de Caracas.
Ele fez a declaração durante uma caminhada por um bairro em que buscava mobilizar eleitores. "Escorpião!", gritaram alguns, em referência ao apelido usado pela oposição para quem considera colaboracionista.
P.Smith--AT