-
'Consigo jogar os 90 minutos contra a Áustria', garante Yamal, a 2 dias da estreia no mata-mata
-
Enviados dos EUA chegam ao Catar para discussões sobre Irã
-
Mercosul mostra divergências após acordo com a UE e manifesta solidariedade à Venezuela
-
Alemanha não pode 'simplesmente voltar ao normal', diz presidente da federação
-
Seleção do Irã se despede de Tijuana com apoio de torcedores mexicanos
-
Chefe da CIA define modelos mais avançados de IA como 'armas nucleares digitais'
-
Senegal e Bélgica afinam pontaria para duelo valendo vaga nas oitavas da Copa
-
Noruega vence Costa do Marfim (2-1) e vai enfrentar o Brasil nas oitavas da Copa
-
Inglaterra tenta resolver quebra-cabeças defensivo contra RD Congo
-
Jihadistas sequestram mais de 30 estudantes em escola da Nigéria
-
Zverev perde set, mas avança à segunda rodada de Wimbledon
-
Netanyahu diz que Israel ficará no Líbano enquanto durar ameaça do Hezbollah
-
Supremo dos EUA rejeita tentativa de Trump de restringir cidadania por nascimento
-
'Estou pronto para ajudar a seleção', diz meio-campista português Bernardo Silva
-
Ben Shelton, número 5 do mundo, cai na estreia em Wimbledon
-
Falta de comida e de abrigo sufoca os sobreviventes dos terremotos na Venezuela
-
Paquetá tem lesão muscular confirmada e vira dúvida para as oitavas de final da Copa
-
Rybakina avança com dificuldade para segunda rodada de Wimbledon
-
Cúpula do Mercosul começa com crítica a assimetrias do pacto com a UE
-
Monaco exerce opção de compra de Ansu Fati
-
Milan anuncia contratação do atacante português Gonçalo Ramos
-
Cúpula do Mercosul começa com dura crítica a assimetrias do pacto com a UE
-
Francisco Cerúndolo cai na primeira rodada em Wimbledon
-
Suprema Corte dos EUA avaliza exclusão de esportistas trans de competições femininas
-
Iga Swiatek inicia defesa de título de Wimbledon com vitória difícil
-
Os desafios de Keiko Fujimori na Presidência do Peru
-
Mbappé e Haaland disputam seu futuro na Copa do Mundo
-
'Onde está?': famílias buscam seus desaparecidos após terremotos na Venezuela
-
Celebridades de Hollywood marcam presença nas arquibancadas da Copa do Mundo
-
Nasa prepara missão robótica para salvar o telescópio espacial Swift
-
Milhares de sul-africanos pedem expulsão de migrantes sem documentos
-
Sommer e Acerbi deixam a Inter de Milão
-
Russos e bielorrusos são autorizados a competir sob status neutro na patinação
-
Lateral-esquerdo Caio Henrique assina com o Ajax
-
Polícia busca autor de atentado a bomba em Mônaco que feriu oligarca ucraniano
-
Operações de resgate prosseguem na Venezuela entre alertas de escassez e doenças
-
Emissários americanos chegam ao Catar para discussões com mediadores sobre o Irã
-
Papa faz último apelo à Fraternidade São Pio X para evitar cisma
-
EUA acelera ajuda à Venezuela após terremotos com abertura de porto
-
Mais de um milhão de migrantes solicitaram regularizar sua situação na Espanha
-
Emissário americano viaja ao Catar para possíveis encontros com o Irã
-
Taiwan investiga empresas por suposto contrabando de chips para a China
-
Vitória da seleção do Marrocos provoca alegria e detenções em Haia
-
Mais de 58.000 edifícios danificados ou destruídos por terremotos na Venezuela
-
"Mostramos grande força mental", diz Hakimi após vitória do Marrocos
-
Van Dijk diz que eliminação da Copa do Mundo é o momento mais difícil para um jogador
-
Entre sangue, lágrimas e pênaltis, Marrocos vence Países Baixos e vai às oitavas da Copa
-
Marrocos vence Países Baixos nos pênaltis e vai às oitavas da Copa
-
"Mais um pesadelo": imprensa alemã detona 'Mannschaft' após eliminação na Copa
-
Explosão de 'pacote-bomba' deixa oligarca ucraniano e mais dois feridos em Mônaco
Terremoto em Mianmar soma mais de 1.600 mortes
Mais de 1.600 pessoas morreramem Mianmar no terremoto de magnitude 7,7 que atingiu a região na sexta-feira e também afetou severamente a Tailândia, de acordo com um novo número oficial divulgado neste sábado (29).
O terremoto, cujo epicentro foi a cidade birmanesa de Sagaing, ocorreu às 3h20 (horário de Brasília) de sexta-feira, seguido minutos depois por um tremor secundário de magnitude 6,4, posteriormente revisado para 6,7.
Em Mianmar, o desabamento de casas, prédios, pontes e centros religiosos gera temores de um grande número de vítimas, em um país já severamente afetado por um conflito civil que começou com o golpe de Estado da junta militar, em 2021.
O terremoto foi muito intenso porque ocorreu a pouca profundidade e foi sentido a 1.000 km do epicentro, em Bangcoc, capital da Tailândia.
Em Mianmar, o último balanço oficial é de 1.644 mortos e 3.408 feridos, informou a junta militar neste sábado, a maioria na cidade de Mandalay e regiões próximas.
Nessa urbe com mais de 1,7 milhão de habitantes, mais de 90 pessoas podem estar soterradas nos escombros de um prédio residencial de 12 andares, de acordo com a Cruz Vermelha.
Jornalistas da AFP em Mandalay também viram um pagode centenário reduzido a escombros. "Começou a tremer e depois as coisas ficaram sérias", disse um soldado. "Nunca vivi algo assim", acrescentou.
Perto do aeroporto de Mandalay, agentes de segurança impediam o acesso. "O teto desabou, mas ninguém ficou ferido", explicaram.
O fechamento do aeroporto pode complicar as operações de resgate em um país onde a guerra dizimou o sistema de saúde e isolou seus líderes do resto do mundo.
O presidente da Junta, Min Aung Hlaing, pediu assistência internacional e convidou "qualquer país, qualquer organização" a vir e ajudar.
- Ajuda internacional -
As autoridades declararam estado de emergência nas seis regiões mais afetadas.
Em um hospital na capital Naypyidaw, centenas de feridos tiveram que ser tratados do lado de fora devido aos danos ao prédio, relataram jornalistas da AFP.
Um avião da Índia carregando kits de higiene, cobertores e alimentos pousou em Yangon neste sábado.
A China anunciou o envio de 82 socorristas. A Coreia do Sul, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Malásia também se mobilizaram.
"Nós vamos ajudá-los [...] É terrível o que está acontecendo", disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na sexta-feira. O presidente chinês Xi Jinping expressou "sua profunda tristeza" em uma mensagem ao líder da junta.
Agências humanitárias alertam que Mianmar não está preparado para um desastre dessa magnitude.
Ainda neste sábado, a ONU alertou que a "grave escassez" de suprimentos médicos repercute na assistência mobilizada no terreno, e destacou que os socorristas precisam especialmente de "kits de trauma", bolsas de sangue, produtos anestésicos e alguns medicamentos essenciais.
O conflito civil deslocou cerca de 3,5 milhões de pessoas, de acordo com a ONU, que estimou antes do terremoto que 15 milhões de birmaneses corriam o risco de morrer de fome em 2025.
Em Bangcoc, capital da vizinha Tailândia, as equipes de resgate trabalharam a noite toda para procurar sobreviventes nos escombros de um prédio de 30 andares em construção, que desabou em segundos.
O governador da cidade, Chadchart Sittipunt, disse à AFP que uma dúzia de pessoas morreu na capital tailandesa, a maioria delas na área do prédio em construção, mas alertou que o número pode aumentar.
Os socorristas passaram a usar drones com câmeras de imagem térmica para buscar sinais de vida.
As autoridades da cidade receberam mais de 2.000 relatos de danos e mobilizaram mais de 100 especialistas para verificar a integridade dos edifícios.
Cerca de 400 pessoas passaram a noite em parques porque suas casas não eram seguras, de acordo com o governador.
Uma mulher teve que dar à luz ao ar livre após ser retirada de um hospital e um cirurgião continuou operando um paciente na rua depois de ter que deixar a sala de cirurgia com urgência, disse um porta-voz à AFP.
burx-ah/dbh/pc-hgs/jvb/aa/dd/rpr
R.Lee--AT