-
Russell domina treinos livres do GP do Azerbaijão de F1
-
Cidade turística da Colômbia reabre lojas após onda de violência do tráfico
-
Xi propõe a Trump 'controle humano' da inteligência artificial
-
Michelle Bolsonaro ganha espaço na direita
-
Audi confirma Bortoleto e Hülkenberg como pilotos para 2027
-
Em livro de memórias, Nobel da Paz iraniana conta dor de ter sido separada dos filhos
-
Casa Branca barra CNN, MS NOW e Politico apesar de ordem judicial
-
Nadador japonês de 17 anos bate recorde mundial dos 200m peito
-
Equador perde para Coreia do Sul na estreia de Gallardo
-
Deus e IA: o Vaticano se convida à mesa dos gigantes da tecnologia
-
Documentário israelense 'NAZA' estará disponível gratuitamente online
-
Amistosos da Seleção serão 'boa oportunidade' para os jovens, diz Ancelotti
-
Trump recebe Xi com todas as honras e garante que China também não quer barreiras à IA
-
Papa defende prevenção à mudança climática por 'justiça' social
-
Embaixador de Israel nos EUA afirma que seu filho luta pela vida
-
Isolado e na defensiva, Netanyahu discursa na Assembleia da ONU
-
Grécia volta a instar Reino Unido a devolver frisos do Partenon
-
Governo talibã afegão afirma que ataques do Paquistão mataram 4 civis
-
Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Stefan Haupt συμφωνούν σε συνεργασία για μια θρυλική συλλογή έργων τέχνης στη Ρουμανία
-
Rebeldes do norte da Etiópia anunciam 'guerra total' contra o governo
-
Juiz ordena que a Casa Branca restabeleça acesso a canais e site vetados por Trump
-
Coreia do Norte manterá armas nucleares 'para sempre', promete chanceler
-
Alex Bodi och prof. dr Stefan Haupt ingår samarbetsavtal om en legendarisk konstsamling i Rumänien
-
एलेक्स बोडी और प्रो. डॉ. स्टीफन हॉप्ट रोमानिया में एक पौराणिक कला संग्रह पर सहयोग करने के लिए सहमत हुए
-
อเล็กซ์ โบดี และศาสตราจารย์ ดร. สเตฟาน ฮาปท์ ตกลงร่วมมือกันในการจัดตั้งคอลเลกชันศิลปะอันเป็นตำนานในโรมาเนีย
-
Alex Bodi ve Prof. Dr. Stefan Haupt, Romanya’daki efsanevi sanat koleksiyonu için işbirliği anlaşması imzaladı
-
Alex Bodi a prof. dr. Stefan Haupt se dohodli na spolupráci na legendární umělecké sbírce v Rumunsku
-
Alex Bodi i prof. dr Stefan Haupt uzgodnili współpracę w sprawie legendarnej kolekcji dzieł sztuki w Rumunii
-
알렉스 보디와 슈테판 하우프트 교수, 루마니아의 전설적인 미술품 컬렉션을 위한 협력 합의
-
Ataques russos deixam dois mortos na capital da Ucrânia
-
'Medo de sair': violência assusta moradores de cidade turística na Colômbia
-
Anthropic apresenta descobertas biológicas impulsionadas por IA
-
Premier da Austrália afirma que OpenAI hackeou site do governo
-
Delcy afirma na ONU que haverá eleições na Venezuela
-
Presidente chinês chega a Washington para uma aguardada cúpula com Trump
-
Presidente do Irã afirma a Trump que seu país não se 'ajoelhará'
-
Executivos pedem na ONU cautela no desenvolvimento da IA
-
Juiz examina proibição de Trump a veículos de comunicação na Casa Branca
-
Panamá pede à ONU apoio para projeto vital para Canal
-
Kimi Antonelli chega ao GP do Azerbaijão de F1 de olho no título, mas com pés no chão
-
Ataques russos deixam sete mortos na Ucrânia; Zelensky promete atacar no inverno
-
Parlamento venezuelano apoia presença de presidente interina na ONU
-
CEO da OpenAI pede na ONU 'cuidado extremo' com a IA
-
Grande Mesquita de Paris dedicará sermão de sexta-feira à visita do papa
-
Zelensky acusa Rússia de recrutar soldados de 47 nacionalidades
-
Rio de Janeiro bate recorde de chuvas em setembro
-
Verstappen descarta participar das 24 Horas de Le Mans em 2027
-
Houthis ameaçam atacar interesses americanos se EUA apoiar Arábia Saudita
-
Manchester United registra novo déficit, apesar de receita recorde
-
Estudo alerta que El Niño pode causar 451 mil mortes adicionais no mundo até fevereiro
Cúpula sobre Ucrânia em Paris descarta levantar as sanções contra a Rússia
Os aliados de Kiev, reunidos nesta quinta-feira (27) em Paris sem os Estados Unidos, descartaram a suspensão das sanções econômicas à Rússia, como Moscou exige, mas não conseguiram chegar a um consenso sobre o envio de tropas à Ucrânia para garantir um possível acordo de paz.
Por iniciativa da França e do Reino Unido, cerca de trinta líderes europeus discutiram as "garantias de segurança" que a Europa poderia oferecer à Ucrânia no caso de um acordo de paz com a Rússia, incluindo o envio de forças militares por uma "coalizão de voluntários".
A cúpula de mais de três horas, realizada no Palácio do Eliseu, sede da presidência francesa, demonstrou que "agora não é o momento" de suspender as sanções contra a Rússia, disse o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer. "O que discutimos é como podemos aumentá-las", acrescentou.
A decisão foi "unânime", disse o presidente francês, Emmanuel Macron, citando outras decisões, como "acelerar o desembolso dos empréstimos decididos no G7" para a Ucrânia. Entretanto, o envio de tropas no caso de um acordo de paz não conseguiu obter consenso.
A iniciativa franco-britânica, na qual os Estados Unidos não participam, atraiu a Paris 27 líderes europeus, os chefes da Otan e das principais instituições da UE, os embaixadores da Austrália e do Canadá, além do vice-presidente da Turquia.
A reunião acontece depois que a Casa Branca afirmou que Rússia e Ucrânia concordaram com os contornos de um possível cessar-fogo no Mar Negro em conversas separadas com as autoridades americanas na Arábia Saudita.
Kiev confirmou isso, assim como Moscou, embora este último tenha dito que havia estabelecido condições, incluindo a exigência de que os Estados Unidos aliviassem as sanções que afetam seu setor agrícola.
Na quarta-feira, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que as condições russas serão avaliadas e alertou que um acordo de paz "não será fácil". "Levará algum tempo, mas pelo menos estamos nesse caminho", disse ele.
- "A Rússia não quer" -
"Hoje, todos entendem que a Rússia não quer nenhum tipo de paz", alertou o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, em Paris, pedindo maior pressão e mais sanções.
Em mais um exemplo de que a tensão continua elevada, a Rússia acusou a Ucrânia de ter atacado instalações de energia na quarta e na quinta-feira, apesar do acordo de trégua nas hostilidades contra este tipo de infraestrutura anunciado pelos Estados Unidos em 25 de março.
Um funcionário de alto escalão do governo ucraniano havia declarado à AFP alguns minutos antes da acusação de Moscou que nem a Rússia, nem a Ucrânia atacaram instalações de energia do outro país desde o anúncio americano.
Os dois países também trocaram acusações na quarta-feira sobre tentativas de provocar o fracasso de um eventual acordo sobre o Mar Negro.
À espera dos resultados da mediação de Washington, os aliados de Kiev na Europa discutiram o envio de forças europeias no futuro para garantir que a Rússia não volte a atacar a Ucrânia.
"Vários países europeus" estão preparados para enviar tropas à Ucrânia para garantir o cumprimento de um possível acordo de paz entre os dois países vizinhos, anunciou o presidente francês.
Essas forças "são uma proposta franco-britânica que a Ucrânia deseja", disse Macron, acrescentando que, embora não haja "unanimidade" entre os aliados de Kiev, isso não é necessário para executá-la. A Croácia já disse que não participará.
Para discutir sobre essas tropas, que seriam de natureza "dissuasiva" e não estariam na linha de frente, e o formato futuro do Exército ucraniano, uma delegação franco-britânica viajará para a Ucrânia nos próximos dias, acrescentou.
Apesar das discussões diplomáticas das últimas semanas, o Exército da Coreia do Sul afirmou nesta quinta-feira que a Coreia do Norte enviou 3.000 soldados adicionais à Rússia este ano como "reforços", além dos 11.000 mobilizados em 2024.
burs-tjc/jvb/fp/aa/dd
J.Gomez--AT