-
Lula defende multilateralismo e aposta em relações comerciais sem 'preferência'
-
Indicado de Trump ao Fed promete preservar independência do banco central
-
Lula avalia responder com 'reciprocidade' à expulsão pelos EUA de delegado da PF
-
Trump acusa Irã de violar o cessar-fogo um dia antes do fim da trégua
-
Entre cafés e passeios, habitantes de Teerã aproveitam a trégua
-
"Nunca joguei muito bem em Madri", admite Jannik Sinner
-
Curaçao quer "surpreender o mundo" na Copa de 2026, diz seu técnico
-
Flick diz que Barça precisa de "líderes" para voltar a conquistar a Champions League
-
Guardiola ameniza temores sobre lesão de Rodri
-
Fãs do Rei do Pop lotam Hollywood para estreia de 'Michael'
-
Rafa Márquez será o técnico da seleção mexicana após a Copa de 2026
-
O que provoca o atraso nos resultados oficiais das eleições do Peru?
-
Papa Leão XIV visita Guiné Equatorial, última etapa da viagem pela África
-
City, Chelsea, Inter e Juventus farão torneio amistoso em Hong Kong
-
Irã não envia delegação para negociações com EUA
-
Japão faz mudança histórica ao eliminar restrições à exportação de armas
-
Homem mata canadense baleada e comete suicídio em complexo de pirâmides no México
-
Charles III presta homenagem à sua mãe Elizabeth no centenário de seu nascimento
-
Victor Wembanyama é eleito Defensor do Ano da NBA
-
Anistia Internacional alerta que líderes 'predadores' buscam impor nova ordem mundial
-
Com Scudetto quase garantido, Inter enfrenta Como nas semis da Copa da Itália
-
Turista canadense morre em ataque a tiros em complexo de pirâmides no México
-
Wolverhampton confirma seu rebaixamento para a 2ª divisão inglesa
-
Alcaraz, Lamine Yamal e Sabalenka recebem Prêmio Laureus 2026
-
Suprema Corte dos EUA examinará caso de escolas católicas excluídas de financiamento estadual
-
Lens: a um passo da final da Copa da França e da história
-
Centenas de turistas ficam presos em mirante no Rio durante operação policial
-
Alcaraz diz que não vai forçar para disputar Roland Garros
-
Time de futebol suíço FC Basel recusa show de Kanye West em seu estádio
-
Fórmula 1 anuncia mudanças nas regras após críticas de vários pilotos
-
Candidatos de campos opostos disputam vaga no 2º turno das presidenciais no Peru
-
Ambientalista premiada prevê 'início do fim' dos combustíveis fósseis na Colômbia
-
Técnico alemão Marco Rose vai substituir Iraola no Bournemouth
-
Israel está replicando 'linha amarela' de Gaza no sul do Líbano?
-
Cafu diz confiar em bom desempenho da seleção brasileira na Copa do Mundo
-
Diretor do FBI processa revista dos EUA por US$ 250 milhões
-
Rapper D4vd é acusado pelo assassinato de uma adolescente nos EUA
-
Premiê britânico admite erro ao nomear político ligado a Epstein como embaixador nos EUA
-
Cinquenta feridos e 63 presos em tumultos no clássico paraguaio Olimpia-Cerro Porteño
-
Merz e Lula se opõem a intervenção dos EUA em Cuba
-
Elon Musk ignora chamado da Justiça francesa em caso sobre X e Grok
-
Três latino-americanos e um africano aspiram liderança da ONU
-
Bonucci sonha com Guardiola como técnico da seleção italiana
-
Arbeloa defende Mbappé das críticas: "Foi uma ameaça constante à defesa adversária"
-
Morre, aos 86 anos, o ator argentino Luis Brandoni
-
Konaté diz estar "próximo" de renovar contrato com Liverpool
-
Hagi, novo técnico da Romênia, quer "vencer todas as partidas"
-
Cultura rebelde japonesa revive impulsionada por reality show
-
Pai de Amy Winehouse perde ação contra amigas da filha que leiloaram objetos da artista
-
Ex-presidente Radev, aberto ao diálogo com a Rússia, vence eleições na Bulgária
Defesa Civil de Gaza anuncia 13 mortos em bombardeios israelenses durante a noite
A Defesa Civil da Faixa de Gaza anunciou nesta quarta-feira (1) as mortes de 13 pessoas em novos bombardeios israelenses contra o território palestino após a meia-noite.
Israel "efetuou vários bombardeios (...) que causaram as mortes de 13 pessoas e deixaram dezenas de feridos, incluindo mulheres e crianças, em Khan Yunis (sul) e na Cidade de Gaza", declarou à AFP Mahmud Basal, porta-voz da Defesa Civil.
As tropas israelenses iniciaram na terça-feira uma onda de ataques de uma magnitude e violência sem precedentes desde a entrada em vigor de uma trégua em 19 de janeiro, com o objetivo de pressionar o movimento islamista Hamas a aceitar a libertação de todos os reféns.
A trégua havia sido alcançada com a mediação do Catar, Egito e Estados Unidos mais de 15 meses após o início da guerra em Gaza, desencadeada pelos ataques do Hamas de 7 de outubro de 2023 contra Israel.
Mais de 400 pessoas morreram nos bombardeios de terça-feira, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, governada pelo Hamas.
Taher al Nunu, dirigente do Hamas, afirmou que o grupo "não fechou a porta" para as negociações, mas insistiu que "não há necessidade de novos acordos".
"Já existe um acordo, assinado por todas as partes", destacou.
"Não precisamos de condições prévias, mas exigimos que (Israel) seja obrigado a cessar imediatamente (as hostilidades) e inicie a segunda fase das negociações", previstas pelo acordo de trégua em vigor desde janeiro, acrescentou.
Taher al Nunu também pediu à comunidade internacional que atue de maneira "urgente" para acabar com o derramamento de sangue.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, advertiu que os ataques eram apenas "o início" e que a pressão militar era indispensável para obter a libertação dos reféns que continuam sob poder do Hamas, ou de seus aliados.
Em Israel, o deputado de extrema direita Itamar Ben Gvir retornou ao governo israelense como ministro da Segurança Nacional.
"O governo aprovou por unanimidade a proposta de (...) Netanyahu de voltar a nomear Ben Gvir", anunciou o gabinete do chefe de Governo.
Ben Gvir havia renunciado ao cargo de ministro em 19 de janeiro em protesto contra o acordo de trégua com o Hamas, que ele chamou de "escandaloso".
E.Hall--AT