-
Ex-presidente filipino Rodrigo Duterte será julgado pelo TPI
-
Colisão de trens na Dinamarca deixa 17 feridos, cinco deles em estado grave
-
Ataques russos e ucranianos deixam seis mortos
-
França e Reino Unido firmam novo acordo para frear fluxo migratório no Canal da Mancha
-
Irã descarta reabrir Ormuz após apreender 2 navios, um de bandeira panamenha
-
Candidata a secretária-geral classifica ONU como 'conservadora em matéria de riscos'
-
Seria 'uma grande perda' se Verstappen deixasse a F1, dizem Norris e Piastri
-
Barça vence Celta (1-0) e segue firme rumo ao título; Lamine Yamal se lesiona
-
México e Washington trocam acusações após morte de dois agentes dos EUA
-
Nice vence na visita ao Strasbourg (2-0) e vai enfrentar Lens na final da Copa da França
-
Irã descarta reabrir Estreito de Ormuz após apreender dois navios
-
Manchester City rebaixa Burnley (1-0) e assume liderança da Premier League
-
Bayern vence Leverkusen (2-0) e vai à final da Copa da Alemanha
-
Medo e incerteza entre latino-americanos retidos no Congo após expulsão dos EUA
-
Atlético de Madrid tem Almada expulso e perde (3-2) na visita ao Elche
-
Papa pede na Guiné 'respeito aos direitos de cada cidadão' após visitar uma prisão
-
PSG vence Nantes (3-0) em jogo adiado e abre 4 pontos na liderança do Francês
-
Robôs movidos por IA dão esperança e novas perspectivas à indústria alemã
-
'Colômbia Solar': símbolo da ambiciosa, mas limitada, transição energética de Petro
-
Gnabry anuncia que vai desfalcar Alemanha na Copa do Mundo de 2026
-
Médicos e pacientes protestam contra crise no sistema de saúde do Equador
-
Chelsea demite técnico Liam Rosenior após apenas três meses e meio
-
'Gás do riso' gera preocupação na França por seu impacto sobre os jovens
-
Irã intensifica repressão com prisões e execuções durante a guerra
-
'Detox digital' avança entre jovens nos EUA
-
Starmer descarta se demitir por nomear embaixador ligado a Epstein
-
Supremo Tribunal da Espanha confirma absolvição de Neymar
-
Irã anuncia apreensão de navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz
-
Censo demográfico na Índia, um desafio do tamanho do país
-
Ucrânia retoma transporte de petróleo russo para a Europa
-
Papa visitará prisão na última etapa de sua viagem pela África
-
Nasa revela novo telescópio espacial Roman, que criará um 'atlas do universo'
-
TPI rejeita recurso no caso do ex-presidente filipino Duterte
-
Anthropic investiga acesso não autorizado ao seu modelo de IA Mythos
-
Trump estende trégua e afirma que o Irã está em 'colapso financeiro'
-
Índia estabelece 'sino da água' nas escolas para combater a onda de calor
-
Toluca denuncia racismo contra o brasileiro Helinho
-
Petro encerra negociações de paz com uma das maiores guerrilhas da Colômbia
-
Virgínia aprova novo mapa eleitoral antes das 'midterms' nos EUA
-
Trump estende trégua indefinidamente, diante de um Irã desafiador
-
Bachelet espera que o mundo esteja 'preparado' para uma mulher na chefia da ONU
-
Chefe de órgão eleitoral do Peru renuncia após irregularidades no pleito
-
Kevin Warsh, de linha-dura contra a inflação a aliado de Trump
-
Homem é executado na Flórida após passar 35 anos no corredor da morte
-
Com gols de Vini e Mbappé, Real Madrid vence Alavés (2-1) e fica a 6 pontos do líder Barça
-
Atirador de pirâmide no México foi influenciado por massacre de Columbine e sacrifícios pré-hispânicos
-
Inter vence Como de virada (3-2) e avança à final da Copa da Itália
-
Lens vence Toulouse (4-1) e vai à final da Copa da França
-
Ataque armado em pirâmide no México foi planejado, dizem autoridades
-
Chelsea perde para o Brighton (3-0) no Inglês, sua 5ª derrota consecutiva sem marcar gol
Milhares de palestinos retornam ao norte de Gaza após acordo entre Israel e Hamas
Dezenas de milhares de palestinos deslocados pela guerra começaram a retornar, nesta segunda-feira (27), para suas casas no norte de Gaza depois que Israel e o Hamas acordaram a libertação de outros seis reféns no marco da trégua.
Esse avanço mantém com vida o frágil cessar-fogo na guerra de 15 meses entre Israel e o movimento islamista, vigente desde 19 de janeiro, e abre a porta para uma nova troca de reféns por presos palestinos.
As imagens desta segunda-feira da AFP mostram diversos habitantes de Gaza, homens, mulheres e crianças, caminhando, carregados de malas ou empurrando carroças, pela estrada costeira para o norte do território palestino.
Longas filas de veículos se formaram em Nuseirat, em virtude da previsão da abertura da passagem para os automóveis, o que deve acelerar ainda mais esse enorme movimento de retorno.
O movimento islamista palestino prometeu, na noite de domingo, libertar três reféns nesta quinta-feira, incluindo Arbel Yehud, uma civil de 29 anos, e Agam Berger, de 20, sequestrada enquanto cumpria serviço militar perto de Gaza. E mais três no sábado.
"Após intensas e determinadas negociações (...), Israel recebeu do Hamas uma lista com a situação de todos os reféns" vivos ou mortos que podem ser liberados na primeira fase do acordo, indicou o gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em um comunicado.
O governo israelense disse nesta segunda-feira que oito dos reféns que poderiam ser libertados nas próximas semanas estão mortos, de acordo com o documento recebido do movimento islamista, que "coincide com o dos serviços de inteligência israelenses", disse um porta-voz do governo.
- Felizes e tristes -
Milhares de palestinos retornam ao norte de Gaza com sentimentos contraditórios.
"É uma sensação incrível voltar para casa, se ainda houver uma, para sua família, para seus entes queridos", diz Ibrahim Abu Hassera, no meio da multidão.
"Estamos felizes, mas tristes ao mesmo tempo, pois perdemos muitos familiares. Meu filho é um mártir", diz uma avó, Entisar Al Saeedi.
De acordo com o governo de Gaza, serão necessárias 135.000 barracas e caravanas na Cidade de Gaza e na região norte, onde mais de 90% dos edifícios foram destruídos após meses de combates e bombardeios israelenses.
A guerra também destruiu "as infraestruturas públicas, os sistemas de tratamento de águas residuais e o abastecimento de água potável, assim como a gestão pública de resíduos", disse Achim Steiner, chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
O retorno dos deslocados é uma "vitória" contra os "planos de ocupação" de Gaza e o "deslocamento" forçado de palestinos, disse o Hamas.
"É uma resposta a todos aqueles que sonham em deslocar nosso povo", acrescentou seu aliado, a Jihad Islâmica.
- "Nós não iremos embora da Palestina" -
O Hamas, o presidente da Autoridade Palestina e diversos países árabes denunciaram no domingo a proposta do presidente americano, Donald Trump, de "limpar" a Faixa de Gaza, enviando seus habitantes ao Egito e à Jordânia.
Trump comparou a Faixa de Gaza, devastada pela guerra e submersa em uma grave crise humanitária, a um "local de demolição".
"Gostaria que o Egito recebesse pessoas e gostaria que a Jordânia recebesse pessoas", declarou o mandatário americano.
No entanto, tanto Jordânia, que acolhe atualmente 2,3 milhões de refugiados palestino, como o Egito rejeitaram qualquer projeto de "deslocamento forçado" de palestinos.
A Liga Árabe denunciou a iniciativa como "limpeza étnica".
"Dissemos a Trump e ao mundo inteiro que nós não iremos embora da Palestina nem de Gaza, aconteça o que acontecer", disse à AFP Rashad al Naji, um deslocado da Cidade de Gaza.
- Trégua em três fases -
Um total de 251 pessoas foram sequestradas naquele dia. Delas, 87 seguem cativas, das quais 34 morreram, segundo o Exército.
A ofensiva lançada em represália por Israel na sitiada Faixa de Gaza deixou pelo menos 47.306 mortos, a maioria civis, segundo dados do Ministério da Saúde do Hamas.
A primeira fase do acordo de cessar-fogo deve durar seis semanas e permitirá a liberação de um total de 33 reféns contra 1.900 prisioneiros palestinos.
Nesta primeira fase está previsto a negociação das modalidades da segunda, que deve permitir a libertação dos últimos reféns, antes da última etapa, que deve iniciar o processo de reconstrução de Gaza e a devolução dos corpos dos reféns que morreram em cativeiro.
E.Rodriguez--AT