-
México captura possível sucessor de 'El Mencho' em operação militar
-
Colisão entre trens deixa 7 mortos e dezenas de feridos na Indonésia
-
Ex-atriz faz depoimento emotivo em novo julgamento por estupro contra Weinstein
-
Irã atribui a EUA fracasso das negociações no Paquistão e exige garantias de segurança
-
Personalidade de Elon Musk, no centro da batalha jurídica contra a OpenAI
-
Colisão entre trens perto de Jacarta deixa ao menos cinco mortos
-
Rei Charles III se reúne com Trump em tentativa de recompor relações
-
Acordo de paz na Colômbia também deve proteger as florestas, diz ex-presidente
-
Casemiro marca e aproxima Manchester United da Liga dos Campeões
-
Sabalenka e Zverev avançam em Madri, Gauff cai nas oitavas
-
Rei Charles III chega aos EUA para reforçar vínculos com Trump
-
Colômbia registra ataque de guerrilha mais letal em décadas
-
PSG-Bayern, um duelo de titãs por uma vaga na final da Champions
-
Começa seleção do júri na batalha legal de Musk contra OpenAI
-
Modric é operado de fratura no osso da face e poderá jogar a Copa
-
UE quer obrigar Google a abrir Android para concorrentes de IA
-
Chanceler do Irã se reúne com Putin após fracasso de diálogos de paz no Paquistão
-
Suspeito de atirar contra cerimônia de gala é acusado de tentativa de assassinato de Trump
-
Taylor Swift quer registrar sua voz como marca para se proteger da IA
-
Risco de corrida armamentista nuclear marca reunião da ONU sobre proliferação
-
Dinheiro vivo ou escambo: o agitado mercado de animais de El Salvador
-
Human Rights Watch teme uma Copa 'da exclusão e do medo' nos EUA
-
O seleto mundo dos bolos de casamento superluxuosos
-
Fatores para a proliferação nuclear estão 'se acelerando', diz chefe da ONU
-
Turismo despenca em Cuba no primeiro trimestre de 2026
-
Chanceler do Irã se reúne com Putin após fracasso das negociações de paz
-
Colômbia registra 31 ataques da guerrilha desde a sexta-feira
-
Americana relata sofrimento em investigação francesa contra Al Fayed
-
BRIT School, um berço de talentos de onde surgiram Amy Winehouse, Olivia Dean e Adele
-
Mali se recupera de onda de ataques jihadistas no fim de semana
-
Ministra colombiana reivindica 'novo poder' com países dispostos a deixar o petróleo
-
Parque bíblico ameaça demolir bairro palestino em Jerusalém Oriental
-
Real Madrid confirma lesão de Mbappé na coxa esquerda
-
Xavi Simons anuncia que está fora da Copa do Mundo
-
Startup japonesa pede aprovação para tratamento de insuficiência renal crônica em gatos
-
OMS inicia semana crucial de negociações sobre vacinas e patógenos
-
Gasto militar seguiu crescendo em 2025 com multiplicação de guerras e tensões
-
Chanceler do Irã culpa EUA por fracasso das negociações de paz
-
Suspeito de atirar contra cerimônia de gala com a presença de Trump comparece à Justiça
-
Coreia do Norte inaugura monumento em homenagem a soldados mortos na guerra da Rússia contra Ucrânia
-
Trabalhador morre em acidente durante montagem de palco da Shakira em Copacabana
-
João Fonseca perde para Jódar, que avança às oitavas do Masters 1000 de Madri
-
Porto vence Estrela da Amadora (2-1) e fica a um passo do título em Portugal
-
Rybakina vence Zheng de virada e avança às oitavas do WTA 1000 de Madri
-
Chanceler do Irã segue para Rússia, sem perspectivas de diálogo com EUA
-
Marselha empata com Nice (1-1) e fica mais longe da Champions; Lille e Rennes não desistem
-
"Não posso me comparar" a Nadal ou Federer, afirma Sinner
-
Ministro das Relações Exteriores do Irã viaja a Moscou após reuniões em Paquistão e Omã
-
Partido do presidente palestino lidera eleições municipais na Cisjordânia
-
Wembanyama é liberado para jogar pelos Spurs após concussão
Curdos da Síria acenam ao novo governo, mas temem por sua autonomia
Os curdos da Síria acenam ao novo governo instalado em Damasco, mas os membros desta comunidade, que foi oprimida por muito tempo, teme agora perder a autonomia conquistada com grande esforço no nordeste do país.
Durante décadas sob o domínio do clã Assad, os curdos da Síria foram vítimas de medidas discriminatórias, como a proibição de aprender sua própria língua nas escolas e o isolamento do poder político.
Em um gesto de aproximação com o grupo islamista Hayat Tahrir al Sham (HTS), que, junto com seus aliados, derrubou o regime do presidente Bashar al Assad no último domingo, a administração autônoma curda anunciou que adotou a nova bandeira da Síria, que é utilizada pela rebelião há mais de uma década.
Dando o tom das expectativas, Mazlum Abdi, chefe das Forças Democráticas da Síria (FDS), lideradas por curdos e apoiadas pelos Estados Unidos, celebrou recentemente a "oportunidade de construir uma nova Síria baseada na democracia e na justiça".
No entanto, o futuro dos curdos da Síria, acusados de "separatismo" pelo governo anterior, "permanece incerto", devido, sobretudo, à "pressão crescente da Turquia e de facções sob seu controle", como aponta o analista Mutlu Civiroglu, de Washington.
De fato, aproveitando a ofensiva dos rebeldes do HTS, as milícias apoiadas por Ancara tomaram recentemente duas áreas no norte da Síria, Manbij e Tal Rifaat, ambas de maioria árabe e até então sob controle curdo.
As FDS controlam vastas áreas no nordeste da Síria, onde os curdos estabeleceram sua própria administração.
Essas milícias são aliadas do Ocidente na luta contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI), na qual estiveram na linha de frente, mas são consideradas pela Turquia como uma extensão do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), classificado como grupo terrorista por Ancara.
- O fator Turquia-
Na quinta-feira, o secretário de Estado norte-americano Antony Blinken afirmou que as FDS são "essenciais" para impedir que surja novamente na Síria a ameaça jihadista do Estado Islâmico, que há uma década cometeu várias atrocidades nas áreas atualmente sob controle curdo.
Seu homólogo turco, Hakan Fidan, concordou que, para Ancara, é prioridade combater o grupo Estado Islâmico, mas também, simultaneamente, o PKK.
A Turquia viu com bons olhos a tomada do poder em Damasco pelo grupo Hayat Tahrir al Sham e nomeou um representante diplomático na Síria. O movimento afirmou ter se distanciado de suas origens, quando se chamava Frente al Nusra e era um braço local da Al Qaeda.
- Estado federal, sim; ditadura, não -
Muitos moradores do nordeste da Síria estão preocupados com o futuro de sua administração autônoma.
"As facções de Damasco não reconhecem os curdos", diz à AFP Ali Darwish, um morador da cidade de maioria curda de Qamishli.
"Agora querem suavizar sua imagem perante a comunidade internacional", complementa.
Os novos líderes sírios reiteraram que as minorias serão protegidas, mas não se referiram expressamente aos curdos, que representam a maior minoria étnica do país.
"Queremos um Estado democrático que respeite os direitos e a religião de cada um", afirmou à AFP, em Qamishli, Jorshed Abo Rasho, um morador de 68 anos.
"Queremos um Estado federal, e não uma ditadura", concluiu,
Th.Gonzalez--AT