-
'Colômbia Solar': símbolo da ambiciosa, mas limitada, transição energética de Petro
-
Gnabry anuncia que vai desfalcar Alemanha na Copa do Mundo de 2026
-
Médicos e pacientes protestam contra crise no sistema de saúde do Equador
-
Chelsea demite técnico Liam Rosenior após apenas três meses e meio
-
'Gás do riso' gera preocupação na França por seu impacto sobre os jovens
-
Irã intensifica repressão com prisões e execuções durante a guerra
-
'Detox digital' avança entre jovens nos EUA
-
Starmer descarta se demitir por nomear embaixador ligado a Epstein
-
Supremo Tribunal da Espanha confirma absolvição de Neymar
-
Irã anuncia apreensão de navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz
-
Censo demográfico na Índia, um desafio do tamanho do país
-
Ucrânia retoma transporte de petróleo russo para a Europa
-
Papa visitará prisão na última etapa de sua viagem pela África
-
Nasa revela novo telescópio espacial Roman, que criará um 'atlas do universo'
-
TPI rejeita recurso no caso do ex-presidente filipino Duterte
-
Anthropic investiga acesso não autorizado ao seu modelo de IA Mythos
-
Trump estende trégua e afirma que o Irã está em 'colapso financeiro'
-
Índia estabelece 'sino da água' nas escolas para combater a onda de calor
-
Toluca denuncia racismo contra o brasileiro Helinho
-
Petro encerra negociações de paz com uma das maiores guerrilhas da Colômbia
-
Virgínia aprova novo mapa eleitoral antes das 'midterms' nos EUA
-
Trump estende trégua indefinidamente, diante de um Irã desafiador
-
Bachelet espera que o mundo esteja 'preparado' para uma mulher na chefia da ONU
-
Chefe de órgão eleitoral do Peru renuncia após irregularidades no pleito
-
Kevin Warsh, de linha-dura contra a inflação a aliado de Trump
-
Homem é executado na Flórida após passar 35 anos no corredor da morte
-
Com gols de Vini e Mbappé, Real Madrid vence Alavés (2-1) e fica a 6 pontos do líder Barça
-
Atirador de pirâmide no México foi influenciado por massacre de Columbine e sacrifícios pré-hispânicos
-
Inter vence Como de virada (3-2) e avança à final da Copa da Itália
-
Lens vence Toulouse (4-1) e vai à final da Copa da França
-
Ataque armado em pirâmide no México foi planejado, dizem autoridades
-
Chelsea perde para o Brighton (3-0) no Inglês, sua 5ª derrota consecutiva sem marcar gol
-
Leicester, campeão da Premier League em 2016, é rebaixado para a 3ª divisão inglesa
-
Filha de Maradona critica duramente 'manipulação' da família por equipe médica de seu pai
-
Advogados em Miami consideram Messi "cúmplice" da AFA em processo multimilionário
-
Na Guiné Equatorial, papa faz apelo ao 'direito' e à 'justiça'
-
Começam os argumentos no novo julgamento de Weinstein por estupro em Nova York
-
Procuradoria da Flórida abre investigação contra ChatGPT por ataque a tiros mortal
-
UE não chega a acordo sobre novas sanções contra Israel
-
Material girl: Madonna oferece recompensa por figurino desaparecido após Coachella
-
Centenas de turistas retornam ao Morro Dois Irmãos após susto causado por operação policial
-
Virgínia vota referendo crucial antes das eleições de meio de mandato nos EUA
-
Fifa inicia nova fase de venda de ingressos para Copa de 2026
-
Ataque armado em pirâmide de Teotihuacán, no México, foi planejado, dizem autoridades
-
Lula defende multilateralismo e aposta em relações comerciais sem 'preferência'
-
Indicado de Trump ao Fed promete preservar independência do banco central
-
Lula avalia responder com 'reciprocidade' à expulsão pelos EUA de delegado da PF
-
Trump acusa Irã de violar o cessar-fogo um dia antes do fim da trégua
-
Entre cafés e passeios, habitantes de Teerã aproveitam a trégua
-
"Nunca joguei muito bem em Madri", admite Jannik Sinner
Otan se compromete a manter apoio militar à Ucrânia
Os países que formam a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) se comprometeram, nesta terça-feira (28), a manter o apoio militar à Ucrânia, apesar das dúvidas sobre a posição dos Estados Unidos.
O temor generalizado na Otan é de que uma diminuição da ajuda militar à Ucrânia acabe por forçar Kiev a estabelecer algum tipo de acordo com a Rússia para pôr fim ao conflito que eclodiu em fevereiro do ano passado.
"Vamos reafirmar o nosso apoio à Ucrânia, que continua enfrentando a guerra de agressão por parte da Rússia", disse o secretário de Estado americano, Antony Blinken, durante uma reunião com ministros das Relações Exteriores desta aliança militar.
Até o momento, os Estados Unidos forneceram 40 bilhões de dólares (quase 196 bilhões de reais na cotação atual) em ajuda à segurança ucraniana, embora a oposição republicana em Washington, relutante em continuar a financiar a ex-república soviética, tenha levantado dúvidas sobre a continuidade desse apoio.
Nesta terça-feira, o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, expressou sua confiança de que os EUA continuarão fornecendo suporte militar a Kiev.
"Tenho confiança de que os Estados Unidos seguirão proporcionando apoio porque é do interesse da segurança dos Estados Unidos fazê-lo", disse ele antes de se juntar à reunião na sede da Otan em Bruxelas.
Stoltenberg destacou as promessas de ajuda da Alemanha e dos Países Baixos de cerca de 10 bilhões de euros (11 bilhões de dólares ou 53,5 bilhões de reais) como prova de que a organização permanece firme em sua posição.
"Embora a linha de frente [na Ucrânia] não tenha se movido muito, os ucranianos conseguiram infligir enormes baixas às forças russas", disse o secretário-geral na segunda-feira.
A ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, afirmou nesta terça-feira que a questão de manter o apoio à Ucrânia não se trata de discutir se esse país "ainda pode fazer progresso militar, mas de salvar vidas".
Já a chanceler francesa, Catherine Colonna, analisou que a Ucrânia enfrenta alguns dos bombardeios mais pesados desde o início da invasão russa.
O chefe da diplomacia da Letônia, Kristjanis Karins, afirmou, por sua vez, que Kiev precisava de mais "mísseis de longo alcance para reduzir as capacidades logísticas da Rússia".
Para Melanie Joly, chefe da diplomacia do Canadá, a Ucrânia não deveria mudar sua estratégia na guerra. "Temos uma boa estratégia, mas precisamos implementá-la", comentou.
O chanceler ucraniano, Dmytro Kuleba, se reuniu com vários dos seus homólogos da Otan para discutir o caminho para uma eventual adesão à aliança militar.
Apesar da pressão ucraniana, a aliança transatlântica ainda não enviou um convite formal para tal adesão.
E.Rodriguez--AT