-
Chelsea demite técnico Liam Rosenior após apenas três meses e meio
-
'Gás do riso' gera preocupação na França por seu impacto sobre os jovens
-
Irã intensifica repressão com prisões e execuções durante a guerra
-
'Detox digital' avança entre jovens nos EUA
-
Starmer descarta se demitir por nomear embaixador ligado a Epstein
-
Supremo Tribunal da Espanha confirma absolvição de Neymar
-
Irã anuncia apreensão de navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz
-
Censo demográfico na Índia, um desafio do tamanho do país
-
Ucrânia retoma transporte de petróleo russo para a Europa
-
Papa visitará prisão na última etapa de sua viagem pela África
-
Nasa revela novo telescópio espacial Roman, que criará um 'atlas do universo'
-
TPI rejeita recurso no caso do ex-presidente filipino Duterte
-
Anthropic investiga acesso não autorizado ao seu modelo de IA Mythos
-
Trump estende trégua e afirma que o Irã está em 'colapso financeiro'
-
Índia estabelece 'sino da água' nas escolas para combater a onda de calor
-
Toluca denuncia racismo contra o brasileiro Helinho
-
Petro encerra negociações de paz com uma das maiores guerrilhas da Colômbia
-
Virgínia aprova novo mapa eleitoral antes das 'midterms' nos EUA
-
Trump estende trégua indefinidamente, diante de um Irã desafiador
-
Bachelet espera que o mundo esteja 'preparado' para uma mulher na chefia da ONU
-
Chefe de órgão eleitoral do Peru renuncia após irregularidades no pleito
-
Kevin Warsh, de linha-dura contra a inflação a aliado de Trump
-
Homem é executado na Flórida após passar 35 anos no corredor da morte
-
Com gols de Vini e Mbappé, Real Madrid vence Alavés (2-1) e fica a 6 pontos do líder Barça
-
Atirador de pirâmide no México foi influenciado por massacre de Columbine e sacrifícios pré-hispânicos
-
Inter vence Como de virada (3-2) e avança à final da Copa da Itália
-
Lens vence Toulouse (4-1) e vai à final da Copa da França
-
Ataque armado em pirâmide no México foi planejado, dizem autoridades
-
Chelsea perde para o Brighton (3-0) no Inglês, sua 5ª derrota consecutiva sem marcar gol
-
Leicester, campeão da Premier League em 2016, é rebaixado para a 3ª divisão inglesa
-
Filha de Maradona critica duramente 'manipulação' da família por equipe médica de seu pai
-
Advogados em Miami consideram Messi "cúmplice" da AFA em processo multimilionário
-
Na Guiné Equatorial, papa faz apelo ao 'direito' e à 'justiça'
-
Começam os argumentos no novo julgamento de Weinstein por estupro em Nova York
-
Procuradoria da Flórida abre investigação contra ChatGPT por ataque a tiros mortal
-
UE não chega a acordo sobre novas sanções contra Israel
-
Material girl: Madonna oferece recompensa por figurino desaparecido após Coachella
-
Centenas de turistas retornam ao Morro Dois Irmãos após susto causado por operação policial
-
Virgínia vota referendo crucial antes das eleições de meio de mandato nos EUA
-
Fifa inicia nova fase de venda de ingressos para Copa de 2026
-
Ataque armado em pirâmide de Teotihuacán, no México, foi planejado, dizem autoridades
-
Lula defende multilateralismo e aposta em relações comerciais sem 'preferência'
-
Indicado de Trump ao Fed promete preservar independência do banco central
-
Lula avalia responder com 'reciprocidade' à expulsão pelos EUA de delegado da PF
-
Trump acusa Irã de violar o cessar-fogo um dia antes do fim da trégua
-
Entre cafés e passeios, habitantes de Teerã aproveitam a trégua
-
"Nunca joguei muito bem em Madri", admite Jannik Sinner
-
Curaçao quer "surpreender o mundo" na Copa de 2026, diz seu técnico
-
Flick diz que Barça precisa de "líderes" para voltar a conquistar a Champions League
-
Guardiola ameniza temores sobre lesão de Rodri
Último dia de trégua em Gaza com vários pedidos de extensão do acordo
A trégua entre Israel e Hamas entra no último dia nesta segunda-feira (27), com negociações em curso para tentar prolongar o acordo que permitiu a libertação de reféns e prisioneiros, assim como entrada de ajuda humanitária de emergência na Faixa de Gaza.
Depois que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu a continuidade da pausa, o chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Josep Borrell, defendeu a extensão da trégua, "para torná-la sustentável e duradoura enquanto se trabalha por uma solução política".
O fim da trégua está previsto para terça-feira às 7H00 (2H00 de Brasília).
"Peço uma extensão da pausa que permitiria o alívio tão necessário ao povo de Gaza e a libertação de mais reféns", disse Jens Stoltenberg, secretário-geral da Otan.
Na madrugada de segunda-feira, o movimento islamista Hamas afirmou em um comunicado que busca "prolongar a trégua além dos quatro dias", com o objetivo de "aumentar o número de prisioneiros liberados".
Uma fonte próxima ao Hamas declarou à AFP que o grupo informou aos mediadores que é partidário de uma extensão de "dois a quatro dias".
O acordo, negociado pelo Catar com o apoio dos Estados Unidos e do Egito e que entrou em vigor na sexta-feira (24), prevê quatro dias de trégua, a entrada de ajuda humanitária em Gaza, a libertação de 50 reféns dos mais de 200 mantidos em Gaza e a saída de 150 detentos palestinos das prisões israelenses.
Uma cláusula do acordo permite a ampliação do mesmo para a libertação diária de 10 reféns do Hamas em troca de 30 presos palestinos em Israel.
- "Mais reféns liberados" -
"Os dispositivos preveem a libertação de mais 10 reféns a cada dia e é uma bênção. Mas também disse ao presidente que depois do acordo voltaremos ao nosso objetivo: eliminar o Hamas", declarou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, após uma conversa com Biden no domingo.
"Meu objetivo e o nosso é garantir que esta pausa continue além de amanhã (segunda-feira) para que possamos ver mais reféns liberados e mais ajuda humanitária", declarou o presidente dos Estados Unidos.
O Irã, que apoia o Hamas, também pediu que a trégua "entre em um processo duradouro" e que "os crimes do regime sionista terminem por completo", afirmou Nasser Kanani, porta-voz da diplomacia de Teerã.
O gabinete de Netanyahu afirmou que as "discussões prosseguem" em Israel sobre a lista de reféns que serão liberados durante o dia.
Uma fonte que acompanha as negociações no Catar afirmou que havia "um pequeno problema" com a lista. "Os cataris trabalham com as duas partes para resolver o problema e evitar atrasos".
Desde sexta-feira, 39 reféns e 117 presos palestinos foram libertados devido ao acordo. Outros 19 reféns, a maioria tailandeses que trabalhavam em Israel, foram liberados à margem do acordo.
Entre os reféns liberados no domingo está uma menina de quatro anos de nacionalidade americana, Abigail. Uma fonte do governo dos Estados Unidos afirmou que a mãe morreu diante da criança e o pai foi assassinado quando tentava proteger a menina durante o ataque dos combatentes do Hamas contra Israel em 7 de outubro.
- "Até a vitória" -
Netanyahu, que solicitará nesta segunda-feira um "orçamento de guerra" de 30 bilhões de shekels (quase 8 bilhões de dólares, 39 bilhões de reais), afirmou no domingo em Gaza que a ofensiva continuará "até a vitória".
Israel iniciou a ofensiva contra o território após o ataque do Hamas em 7 de outubro, quando 1.200 pessoas foram assassinadas por combatentes islamistas e outras 240 foram sequestradas e levadas para a Faixa de Gaza, segundo as autoridades do país.
Entre os mortos estão mais de 300 militares ou integrantes das forças de segurança israelenses.
No território palestino, alvo de bombardeios incessantes e de uma ofensiva terrestre desde 27 de outubro, a ofensiva israelense deixou 14.854 mortos, incluindo 6.150 menores de idade, segundo o Ministério da Saúde controlado pelo Hamas.
A comissão de prisioneiros da Autoridade Palestina acusa o Exército israelense de ter detido mais de 100 moradores de Gaza durante a ofensiva.
"Tememos que tenham sido assassinados após a detenção e interrogatórios", afirmou Qaddura Fares, diretor do órgão governamental. Ele disse que Israel apresentou em uma ocasião o "número de 105 detenções, mas sem revelar nenhum detalhe sobre o destino destas pessoas".
- "Sem água potável e comida" -
A trégua ofereceu um alívio aos moradores de Gaza, mas a situação humanitária continua "perigosa" e as necessidades "sem precedentes", afirmou a Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA).
Desde sexta-feira, centenas de caminhões com ajuda entraram na Faixa de Gaza, onde Israel aplica desde 9 de outubro um "cerco total", que impede o abastecimento de água, comida, energia elétrica e remédios.
"Deveríamos enviar 200 caminhões por dia durante pelo menos dois meses para responder às necessidades", declarou à AFP Adnan Abu Hasna, porta-voz da UNRWA, antes de informar que em algumas áreas não há "água potável, nem comida".
O Exército israelense, que considera o terço norte da Faixa uma zona de guerra, ordenou à população que abandonasse a área e proibiu o retorno de civis durante a trégua, mas milhares de moradores de Gaza tentaram retornar para suas casas.
Mais da metade das residências do território foram danificadas ou destruídas pela guerra, que provocou o deslocamento de 1,7 milhão dos 2,4 milhões de habitantes, segundo a ONU.
H.Romero--AT