-
Rússia proíbe grupo ganhador do Nobel e faz operação em jornal independente
-
Corinthians vence Platense (2-0) na Argentina em sua estreia na Libertadores
-
Investidores comemoram anúncio de diálogo entre Israel e Líbano e petróleo tem leve alta
-
Equador vai aumentar para 100% tarifas à Colômbia; Petro critica 'monstruosidade'
-
Sob pressão dos EUA, Venezuela abre mineração para investidores privados
-
Conmebol declara apoio à reeleição de Infantino na presidência da Fifa
-
Pioneiro do hip hop, Afrika Bambaataa morre aos 68 anos
-
Presidente da CAF rechaça acusações de corrupção feitas pelo Senegal
-
Andy Robertson deixará o Liverpool no final da temporada
-
Freiburg encaminha vaga na semifinal da Liga Europa; Aston Villa vence Bologna fora
-
Parlamento da Venezuela nomeia procurador-geral alinhado ao chavismo
-
Argentina fará amistosos contra Honduras e Islândia antes da Copa do Mundo
-
Inglaterra fará amistosos contra Nova Zelândia e Costa Rica em junho
-
Engenheiro de corrida de Verstappen deixará Red Bull no final de 2027
-
Melania Trump nega relação com abusos de Jeffrey Epstein
-
Sabalenka desiste do WTA 500 de Stuttgart após sofrer lesão em Miami
-
João Fonseca vence Berrettini e vai às quartas em Monte Carlo; Alcaraz e Sinner também avançam
-
Diddy pede a tribunal de apelações dos EUA que revogue sua pena
-
Polícia dispersa com gás lacrimogêneo marcha rumo ao palácio presidencial da Venezuela
-
'Romance' de líder da extrema direita ganha destaque na imprensa francesa
-
Berd destinará € 5 bilhões para economias afetadas pela guerra no Oriente Médio
-
Panamá diz que não permitirá que 'detenções' de navios na China continuem
-
Trégua e diálogo ficam ameaçados por advertência de Israel de continuar ataques no Líbano
-
México pretende explorar gás natural para reduzir dependência dos EUA
-
Embaixador dos EUA para UE nega qualquer interferência de Washington nas eleições da Hungria
-
Associação britânica de proteção aos animais resgata 250 cães amontoados em uma casa
-
China ativa ampla zona de exclusão aérea perto de Xangai durante 40 dias
-
'Nenhum convence': voto jovem é decisivo nas eleições presidenciais do Peru
-
Almodóvar, Kore-eda e Farhadi vão disputar a Palma de Ouro em Cannes
-
Espanha, Irã e Japão... mas nenhum país latino-americano em disputa no 79º Festival de Cannes
-
Guerra no Irã pode levar 45 milhões de pessoas à insegurança alimentar (FMI)
-
Petróleo volta a subir por incerteza sobre trégua no Oriente Médio
-
Esfaqueada por dizer 'não': A misoginia online alimenta a violência no Brasil?
-
Guerra eleva preços e agrava economia no Irã
-
Rússia declara Memorial, vencedora do Nobel da Paz, como 'organização extremista'
-
Ex-premiê do Nepal, acusado de reprimir protestos, é libertado
-
Alto comando do exército francês teme uma 'guerra aberta' contra a Rússia
-
Após retorno bem-sucedido, BTS inicia turnê mundial com passagem pela América Latina
-
'Arrepios': astronautas da Artemis ainda sentem efeitos da passagem pela Lua
-
Exército israelense diz que matou jornalista da Al Jazeera em Gaza por ser membro do Hamas
-
Líbano de luto após ataques israelenses que fragilizam trégua entre EUA e Irã
-
Quatro migrantes morrem tentando atravessar o Canal da Mancha
-
Trump faz duras críticas à Otan após reunião privada com secretário-geral da aliança
-
Houston, tivemos um problema... com o banheiro
-
Flamengo vence na visita ao Cusco (2-0) em sua estreia na Libertadores
-
Palmeiras estreia na Libertadores com empate (1-1) contra o Junior na Colômbia
-
Presidente da Venezuela promete aumentar salários em 1º de maio
-
Trégua entre EUA e Irã está por um fio enquanto guerra se intensifica no Líbano
-
Crise diplomática entre Equador e Colômbia por declarações de Petro sobre ex-vice-presidente Glas
-
Bombardeios de Israel deixam mais de 180 mortos e causam pânico no Líbano
Chefe nuclear da ONU insta Irã a permitir trabalho de inspetores no país
O chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, instou o Irã nesta segunda-feira (18) a reconsiderar sua decisão de retirar a credencial de vários inspetores da agência da ONU e disse à AFP que a falta de cooperação terá sérias consequências.
A AIEA anunciou no sábado que o Irã havia retirado a credencial de vários inspetores, uma medida que Teerã descreveu como uma resposta à "politização" da AIEA, pela qual culpou os Estados Unidos, França, Alemanha e Reino Unido.
"Devemos pedir que revisem essa decisão", disse Grossi em uma entrevista à AFP.
"Se eles não cooperarem com a AIEA, não obterão o que desejam: as garantias que desejam ver, a confirmação que desejam ver, a aprovação da comunidade internacional", acrescentou.
Grossi também alertou que a atividade militar tem aumentado ao redor da usina nuclear de Zaporizhzhia, na Ucrânia, ocupada por forças russas desde março de 2022.
"As operações militares estão aumentando na região, meus inspetores me dizem que o nível de atividade militar é perceptível", comentou Grossi.
"Cada dia que passa sem um acidente nuclear é um bom dia para nós", afirmou.
Desde o início de junho, as tropas de Kiev lideraram uma contraofensiva na área próxima a Zaporizhzhia, no leste e sul do país, na tentativa de recuperar o território controlado pela Rússia desde o início da invasão em fevereiro de 2022.
Grossi afirmou que um ataque direto à usina ou a interrupção do fornecimento de eletricidade externa poderia causar um acidente nuclear com consequências radiológicas.
"Portanto, o que temos que fazer é garantir (...) que não haja uma degradação profunda da situação, como a vemos agora".
- 'Até agora tudo está bem' -
Quanto à recente viagem do líder norte-coreano Kim Jong Un à Rússia e suas reuniões com o presidente Vladimir Putin, Grossi expressou confiança de que Moscou não compartilharia tecnologia nuclear com Pyongyang.
A viagem de Kim pela região russa do Extremo Oriente alimentou os temores ocidentais de que o hermético país asiático, equipado com armamento nuclear, possa fornecer material bélico a Moscou para a invasão da Ucrânia.
"Pessoalmente, não tenho nenhuma indicação ou motivo para acreditar que reuniões desse tipo levem a riscos de proliferação", disse Grossi.
Por fim, Grossi prometeu que sua agência continuará monitorando o despejo de águas residuais da danificada usina nuclear de Fukushima no Japão, em meio a protestos da China.
"Estamos monitorando isso todos os dias. Até agora tudo está bem", disse Grossi.
Em 24 de agosto, o Japão começou a despejar no Oceano Pacífico água de resfriamento diluída de Fukushima, 12 anos após um tsunami danificar três de seus reatores, em um dos piores acidentes nucleares do mundo.
Th.Gonzalez--AT