-
Marcelo Gallardo é apresentado como novo técnico da seleção do Equador
-
Juventus e Crystal Palace começam a Liga Europa com goleadas
-
Meta é criticada internamente por proteções 'insuficientes' contra deepfakes
-
Congressista republicana de origem cubana diz a Trump que latinos se sentem "traídos"
-
EUA volta a negar visto ao líder palestino Abbas para Assembleia da ONU
-
Com gol de Allan, Manchester City atropela Norwich na Copa da Liga Inglesa
-
Venezuela desbloqueia sites de notícias censurados há anos
-
Combates entre forças do governo e houthis deixam dezenas de mortos no Iêmen
-
Milei envia ao Congresso PL para endurecer sanções à exploração de recursos nas Malvinas
-
Rio habitado por crocodilos receberá remo e canoagem nos Jogos de Brisbane-2032
-
Federação inglesa pede divulgação de documentos sobre projeto fracassado de Infantino
-
Príncipe Harry aparece em público após retorno para o Reino Unido
-
EUA inclui empresas militares e do setor do níquel de Cuba à sua lista de sanções
-
EUA concede vistos para delegação do Irã participar da Assembleia Geral da ONU
-
Klopp estreia como técnico da Alemanha com lista dupla de 44 jogadores
-
Como está a disputa tarifária entre EUA e China antes da cúpula Trump-Xi?
-
Macron busca apoio internacional para mobilizar Exército libanês e desarmar Hezbollah
-
França propõe grande ajuste fiscal para melhorar finanças públicas
-
Charles III alerta executivos de tecnologia sobre 'perigos existenciais' da IA
-
É possível 'desligar' uma inteligência artificial?
-
Pescadores franceses bloqueiam portos devido aos preços da gasolina
-
Trump receberá Xi com grande pompa, mas poucas expectativas
-
Foto da AFP mostra Trump examinando imagem de aparente demolição do Kennedy Center
-
Mbappé é criticado por direita e extrema direita em episódio com camisa de Ceuta
-
Onda de feminicídios acende alerta na África do Sul
-
Novos ataques no Iêmen e na Arábia Saudita deixam ao menos cinco mortos
-
Esquerda conquista vitória apertada em eleições na Suécia
-
O que mudaria na UE com a nova lei sobre crianças e redes sociais?
-
Documento asteca histórico retorna ao México emprestado pela França
-
Presidente da Turquia concorrerá a novo mandato apesar de limite constitucional
-
Carney ignora ameaças de Trump e celebra 'nova aliança' do Canadá com a UE
-
Novo teste para o governo alemão após vitória da extrema direita nas eleições regionais
-
Esquerda conquista vitória apertada nas eleições da Suécia
-
Reforma da 'lei transgênero' na Índia deixa muitos em um limbo
-
Dois quadros de Monet, nunca antes exibidos ao público, serão leiloados em Paris
-
Ucrania prevê gasto recorde em defesa para 2027
-
Fiji declara crise nacional por HIV
-
Austrália vai reduzir imigração para solucionar crise da habitação
-
Peter Max, grande nome da arte psicodélica, morre aos 88 anos
-
Congresso dos EUA aprova novas sanções contra Rússia e seus aliados
-
Com 100º gol de Messi, Inter Miami vence Cruz Azul e conquista sua primeira Campeones Cup
-
Memphis isola pênalti e Corinthians é eliminado da Libertadores pelo Estudiantes
-
Memphis isola pênalti e Corinthians é eliminado da Libertadores pelo Estudiantes (1-0)
-
OpenAI promete comunicar sistematicamente 'desalinhamentos' de IA
-
Palmeiras bate LDU nos pênaltis e vai à semifinal da Libertadores contra o Fluminense
Ameaça de greve ofusca abertura do Salão do Automóvel de Detroit
O prestigioso Salão do Automóvel de Detroit apresentará, nesta semana, novos veículos elétricos, mas a edição de 2023 pode ser ofuscada por árduas negociações trabalhistas, que poderão, inclusive, levar a uma greve das grandes fabricantes automotivas.
A abertura do evento ao público está marcada para sábado (16), após a exibição reservada à imprensa e aos profissionais do setor.
Entretanto, este ano, a feira - que é uma plataforma para os produtos das "três grandes" de Detroit: General Motors, Ford e Stellantis - ocorre em meio ao um contexto complexo.
As três empresas negociam há meses com o sindicato United Auto Workers (UAW, na sigla em inglês) e seu novo presidente, Shawn Fain, novos acordos coletivos com uma data limite até a próxima quinta-feira (14).
"As negociações sindicais estão na mente de todos", disse Alan Amici, presidente do Centro de Pesquisa Automotiva, uma ONG dos EUA. Empresas e trabalhadores trocaram propostas e contrapropostas, com Fain manifestando publicamente a sua insatisfação.
"Se chegarmos às 23h55 de quinta-feira sem um acordo com nenhuma das três fabricantes, haverá greve nas três empresas se necessário", enfatizou o dirigente na última sexta-feira.
Fain entende que os funcionários merecem o mesmo aumento salarial de 40% dado aos gestores das fabricantes. Mas as propostas das companhias automotivas estão muito longe desta possibilidade.
O sindicato representa cerca de 150 mil funcionários dos três grupos, dos quais 97% já se mostrou de acordo com uma possível greve.
A edição de 2022 do Salão do Automóvel de Detroit não teve a presença de grandes fabricantes estrangeiras como a Toyota e a Volkswagen, habituadas ao tradicional período de janeiro, que mudou no ano passado, para permitir uma maior afluência de público.
- Data limite -
Este ano, um dos eventos mais esperados é a apresentação na noite de terça-feira da nova versão da picape Ford F150, o automóvel mais vendido dos Estados Unidos. No dia seguinte, a GM e a Stellantis (Fiat, Chrysler) também planejaram apresentar seus veículos à imprensa.
Espera-se que o sindicato esteja presente nas proximidades do evento à medida que a data limite se aproxima.
A Ford foi a primeira fabricante a fazer uma proposta ao UAW, para um reajuste de 9% durante os quatro anos do acordo coletivo, além de um bônus único de 6%.
Para Fain, este aumento foi considerado "um insulto ao valor" dos funcionários. O sindicato também rejeitou a "proposta insultuosa" da GM.
Já a Stellantis apresentou sua proposta na sexta-feira: um aumento de 14,5% nos salários, além de um bônus único de US$ 6.000 (cerca de R$ 30 mil, na cotação atual) no primeiro ano do acordo, incluindo também mais US$ 4.500 (R$ 22,5 mil) nos três anos seguintes.
"É um avanço", pois "colocamos pressão sobre isso", destacou o diretor, que, no entanto, ainda considera os números "profundamente inadequados", já que "não compensam a inflação", "as décadas de queda salarial" e "não refletem os benefícios importantíssimos que geramos para esta empresa", completou.
Muitos analistas preveem que a greve acontecerá, inicialmente, em uma única empresa, como aconteceu em 2019, na GM, durante seis semanas.
Caso a mobilização aconteça, pode gerar impacto direto nos fornecedores, que poderiam fazer cortes de funcionários.
K.Hill--AT