-
Número de mortos por duplo terremoto na Venezuela supera 1.400
-
Copa do Mundo define últimas vagas para o mata-mata neste sábado
-
Ajuda dos EUA chega à Venezuela, onde muitos estão desabrigados após terremotos
-
Espanhol Davidovich garante primeiro título no circuito ATP em Mallorca
-
Madison Keys conquista WTA 250 de Eastbourne
-
Muchova conquista torneio de Bad Homburg após desistência de Osaka
-
Milhões de europeus enfrentam temperaturas recordes neste sábado
-
George Russell supera Ferrari e fica com pole no GP da Áustria de F1
-
Na Times Square, a Copa do Mundo vive um eterno Carnaval
-
Milhões de europeus enfrentam recorde de temperaturas neste sábado
-
Didier Deschamps retorna à base da França na Copa do Mundo
-
Seleção Brasileira treina com elenco completo antes de viajar para enfrentar o Japão
-
Centenas de desabrigados iniciam 'uma nova vida' após terremotos na Venezuela
-
Desabamento de hospital obriga famílias a levarem corpos para necrotério na Venezuela
-
Chapare, a terra da coca que desafia o governo da Bolívia
-
Milhões de pessoas enfrentam mais de 35°C na Europa neste sábado
-
Indignação na Venezuela por lentidão do governo no resgate dos sobreviventes
-
Austrália dobrará multas por violação da proibição de redes sociais a menores de 16 anos
-
Irã acusa EUA de 'violar' acordo e ambos trocam ataques
-
Washington reautoriza IA mais poderosa da Anthropic, mas apenas para alguns parceiros nos EUA
-
Morre o piloto que colidiu seu avião contra arranha-céu em Pequim
-
Trump apresenta o novo passaporte dos EUA... com sua foto
-
Irã empata com o já classificado Egito (1-1) e precisa aguardar; Senegal avança aos 16-avos
-
Bélgica goleia Nova Zelândia (5-1) e avança aos 16-avos da Copa em 1º do Grupo G
-
Espanha vence (1-0), passa em primeiro do grupo e elimina Uruguai da Copa
-
EUA e Irã trocam ataques após ação contra navio em Ormuz
-
Cabo Verde empata (0-0) com Arábia Saudita e vai enfrentar Argentina nos 16-avos da Copa
-
Muslera decidiu não jogar 2º tempo após falha que eliminou Uruguai da Copa, diz Bielsa
-
Inglaterra, Portugal, Gana, Egito e Paraguai se garantem nos 16-avos da Copa
-
Duplo terremoto deixa quase mil mortos e mais de 50 mil desaparecidos na Venezuela
-
Já classificada, Argentina poupará Messi contra a Jordânia
-
Hervé Renard diz que está 'livre para escolher' próximo projeto após fracasso da Tunísia na Copa
-
Técnico da Jordânia diz que não teme Argentina de Messi: 'Estamos muito motivados'
-
Gonçalo Ramos, da seleção portuguesa, deve deixar PSG para jogar no Milan
-
Messi começará no banco contra a Jordânia, confirma Scaloni
-
Técnico da Áustria descarta conspiração antes da partida contra a Argélia
-
Crimeia declara 'emergência' em meio a ataques da Ucrânia
-
Técnico de Gana critica VAR por pênalti não marcado contra Inglaterra
-
Técnico da Colômbia quer que sua equipe mantenha essência contra um Portugal 'muito forte'
-
Guy Stéphan dedica vitória da França a Deschamps: 'Estamos ansiosos para vê-lo'
-
Vini Jr. vive 'fase incrível', diz Rayan antes de jogo contra o Japão
-
OpenAI lança modelo de IA apenas nos EUA, a pedido de Trump
-
Senegal de Mané entra na lista de espera para os 16-avos da Copa
-
França goleia Noruega (4-1) e avança como líder do Grupo I da Copa
-
Para economista-chefe do FMI, globalização não acabou, apenas se 'transformou'
-
Peru vai anunciar resultado do segundo turno em 3 de julho
-
Técnico de Portugal elogia Colômbia, que jogará 'em casa' em Miami
-
Antonelli e Mercedes dominam treinos livres do GP da Áustria de F1
-
Jogos da Copa têm minuto de silêncio em homenagem às vítimas dos terremotos na Venezuela
G20 evita divisões sobre Ucrânia e mudança climática
Os países do G20 evitaram neste sábado (9) criticar a Rússia pela invasão da Ucrânia e adotaram um consenso mínimo sobre a mudança climática, que não inclui a eliminação do uso de combustíveis fósseis.
No final do primeiro dos dois dias da sua cúpula em Nova Délhi, os países do G20 encontraram uma linguagem de consenso mínima que é aceitável tanto para a Rússia como para os países que apoiam a Ucrânia na guerra que começou há mais de um ano e meio.
Nas questões climáticas, o acordo é tão básico que foi aceito por países que defendem a eliminação gradual dos combustíveis fósseis e por grandes produtores de petróleo como a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e a Rússia.
As divisões no bloco das 20 maiores economias do mundo ameaçaram encerrar a cúpula de sábado e domingo sem uma posição final, mas a anfitriã Índia pressionou para que uma declaração fosse acordada.
Em relação ao conflito na Ucrânia, o grupo denunciou o uso da força para obter ganhos territoriais, mas evitou criticar diretamente a Rússia pela sua invasão lançada em fevereiro de 2022.
"Houve diferentes critérios e avaliações da situação", disse a declaração.
Embora os Estados Unidos e a União Europeia (UE) tenham tentado evitar uma declaração diluída sobre a Ucrânia, um alto funcionário da Casa Branca disse estar satisfeito com o resultado.
"Do nosso ponto de vista, fez um trabalho muito bom", comentou o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, sobre a declaração.
Ele observou que o G20 defende "o princípio de que os Estados não podem usar a força para procurar conquistas territoriais ou violar a integridade, a soberania territorial ou a independência política de outros Estados".
- Combustíveis fósseis -
No que diz respeito ao clima, o G20 também conseguiu encontrar um mínimo denominador comum, mas evitou o compromisso de eliminação progressiva dos combustíveis fósseis.
A eliminação desta energia poluente foi considerada na sexta-feira “indispensável” pela ONU para atingir a meta de zero emissões líquidas.
O grupo se comprometeu a triplicar as fontes de energia renováveis até 2030 e a “eliminar gradualmente” o carvão “de acordo com as circunstâncias nacionais”.
Os países do G20 representam cerca de 85% das emissões de gases de efeito estufa, que causam o aquecimento global. O observatório europeu Copernicus alertou esta semana que este ano se prepara para ser o mais quente da história.
A questão climática foi levantada na reunião pelo presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, que alertou: "O descompromisso com o meio ambiente nos leva a uma emergência climática sem precedentes".
"As secas, enchentes, tempestades e queimadas se tornam mais frequentes e minam a segurança alimentar e energética", acrescentou Lula, cujo país acolherá a cúpula climática da ONU COP30 em 2025.
Ele também anunciou que a crise climática fará parte da agenda do G20 quando o Brasil assumir a presidência do fórum em 2024 e realizar a próxima cúpula no Rio de Janeiro.
A América Latina também está representada na cúpula pelo presidente argentino Alberto Fernández, enquanto o mexicano Andrés Manuel López Obrador não compareceu.
"Este G20 tinha que mostrar o caminho para um futuro sem combustíveis fósseis", disse Friederike Roder, vice-presidente da organização Global Citizen, em comunicado.
"Embora reconheça as conclusões (da ONU) sobre a redução das emissões em 43% até 2030, não menciona nada sobre a eliminação progressiva de todos os combustíveis fósseis, não apenas do carvão".
Por esta razão, descreveu-o como "um sinal terrível para o mundo, especialmente para os países mais pobres e para as populações mais vulneráveis".
- Boas-vindas à União Africana -
Em uma guinada para se posicionar como interlocutor do Sul Global, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, formalizou na sessão deste sábado a incorporação da União Africana (UA) como membro permanente do G20.
"Com a aprovação de todos, peço ao chefe da UA para que tome o seu lugar como membro permanente do G20", disse Modi antes de abraçar o presidente das Comores, Azali Assoumani, que lidera o bloco africano de 55 nações.
O G20 nasceu em plena crise financeira de 2008 como um mecanismo para estabilizar a economia mundial. Mas ao longo dos anos, demonstrou os seus limites na obtenção de consenso entre parceiros divergentes.
As diferenças entre os países membros tornaram-se evidentes antes desta cúpula, quando o presidente chinês, Xi Jinping, se recusou a participar sem dar uma explicação oficial, embora os analistas apontem como razão as disputas fronteiriças históricas entre o seu país e a Índia.
O presidente russo, Vladimir Putin, também não compareceu e foi representado pelo seu ministro das Relações Exteriores, Serguei Lavrov.
A cúpula também lançou um plano ambicioso para desenvolver uma conexão infraestrutural entre Índia, Oriente Médio e Europa, que impulsionará o comércio em uma área que representa quase um terço da economia mundial.
Os Estados Unidos, a Arábia Saudita, a União Europeia, os Emirados Árabes Unidos e outros assinaram o acordo, que incluirá projetos ferroviários, de eletricidade, de dados e de um gasoduto de hidrogênio, disseram as autoridades à AFP.
K.Hill--AT