-
Trump ameaça destruir 'todo' o Irã se Estreito de Ormuz não for reaberto
-
Astronautas da Artemis II se tornam primeiros a ir aonde nenhum outro jamais esteve
-
Kast visita Milei e destaca 'momento histórico de integração'
-
Semana de jogaços: começam as quartas de final da Liga dos Campeões
-
Trump afirma que proposta de cessar-fogo na guerra com Irã 'não é suficiente'
-
Presidente mexicana afirma que comitê da ONU ignorou as conquistas de seu governo em direitos humanos
-
Congressistas democratas dos EUA denunciam 'bombardeio econômico' contra Cuba após visitar Havana
-
Milei recebe Kast após captura frustrada de ex-guerrilheiro chileno na Argentina
-
Wawrinka cai na 1ª rodada do Masters 1000 de Monte Carlo
-
'Mbappé veio ao Real para jogos como este', diz Arbeloa antes de duelo com Bayern na Champions
-
Tudo o que se precisa saber sobre o sobrevoo lunar da missão Artemis II
-
'Há racistas em todos os países', adverte Vini Jr.
-
'Project Maven', o programa de IA utilizado pelos EUA na guerra contra o Irã
-
Os julgamentos coletivos de El Salvador: a angústia de quem paga 'pelos pecadores'
-
Toque de recolher comercial afeta vida noturna na cidade do Cairo
-
Butcha: Quando os assassinos russos chegaram...
-
O Irão, um Estado terrorista sem direito à existência
-
Irã anuncia novos ataques e alerta para represálias 'devastadoras' após ameaças de Trump
-
Poupança de energia no dia-a-dia ou pura extorsão?
-
Direita lidera pesquisas a uma semana das eleições presidenciais no Peru
-
Pepsi e Diageo retiram patrocínio a festival com Kanye West em Londres
-
O que se sabe sobre a corrida para resgatar um piloto americano no Irã
-
Inter goleia Roma (5-2) e segue firme na liderança do Italiano
-
Cristãos libaneses celebram Páscoa em solidariedade com o sul em guerra
-
Perri brilha nos pênaltis e Leeds vai à semifinal da Copa da Inglaterra
-
Trump parece prorrogar prazo ao Irã para reabrir Estreito
-
St. Pauli desperdiça oportunidade de se afastar do rebaixamento no Alemão
-
Candidato da direita na Colômbia denuncia 'interceptações ilegais' do presidente
-
Imprensa americana diz que EUA percorreu regiões profundas do Irã para resgatar piloto
-
Família real britânica aparece unida em missa do domingo de Páscoa
-
Naufrágio deixa mais de 70 desaparecidos no Mediterrâneo, dizem ONGs
-
Ataques israelenses deixam quatro mortos em Gaza
-
Lyon empata sem gols com Angers e emenda 6º jogo sem vitória no Francês
-
Opep+ volta a aumentar cotas de produção em 206.000 barris por dia
-
Israel recorre à IA para aperfeiçoar seu sistema de alerta de ataques aéreos
-
Trump ameaça desatar 'inferno' se Irã não reabrir Estreito de Ormuz
-
PSV Eindhoven é campeão holandês pela 27ª vez
-
Astronautas da Artemis vislumbram 'Grand Canyon' da Lua antes de sobrevoá-la
-
Papa pede que se 'escolha a paz' em sua primeira mensagem de Páscoa
-
Trump anuncia resgate de segundo piloto acidentado no Irã
-
Petro denuncia que líder guerrilheiro suborna oficiais colombianos para evitar prisão
-
Ataques de Israel matam sete pessoas no Líbano
-
Lens perde para Lille e se afasta da briga pelo título francês
-
EUA anuncia prisão de familiares de general iraniano
-
Barcelona vence Atlético e abre 7 pontos do Real Madrid
-
Com Itália fora da Copa, Canadá tenta atrair torcida dos residentes italianos
-
Ataque de Israel mata meninas no Líbano
-
Real Madrid perde para Mallorca e se complica na disputa do título espanhol
-
Barcos franceses zarpam para nova flotilha rumo a Gaza
-
Erdogan e Zelensky se reúnem na Turquia
Turquia impõe condições para adesão da Suécia antes de cúpula decisiva da Otan
A Turquia impôs nesta segunda-feira (10) como condição para desbloquear a adesão da Suécia à OTAN seu próprio acesso à União Europeia (UE), na véspera de uma reunião de cúpula decisiva da Aliança Atlântica na Lituânia, concentrada no apoio militar à Ucrânia ante a invasão russa.
Em relação à adesão da Ucrânia à aliança militar, a organização deve eliminar um importante obstáculo no processo: a exigência do chamado Plano de Ação para a Adesão, um dispositivo que estabelece uma série de objetivos de reforma.
Os aliados "estão dispostos" a eliminar essa exigência para a candidatura de adesão da Ucrânia, disse à AFP um funcionário ocidental da aliança, que pediu para não ser identificado.
O plano "é apenas uma das etapas do processo de adesão à OTAN. Mesmo que seja eliminado, a Ucrânia terá de fazer outras reformas antes de ingressar na Otan", disse a mesma fonte.
O ingresso a curto prazo parece, no entanto, descartado.
O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, cuja aprovação é obrigatória para a entrada da Suécia, aumentou a pressão nesta segunda-feira.
"Primeiro abram caminho para a adesão da Turquia à União Europeia e depois abriremos o caminho para a Suécia, como abrimos o caminho para a Finlândia", declarou o presidente turco.
As negociações entre Turquia e UE estão bloqueadas há vários anos.
O chanceler alemão, Olaf Scholz, reagiu imediatamente, e criticou a condição. Ele garantiu que a candidatura da Turquia ao bloco europeu "não está relacionada" com a adesão da Suécia à aliança.
Erdogan também reiterou suas exigências a Estocolmo, a quem acusa de indulgência para com os militantes curdos refugiados em seu território.
O líder turco deve se reunir, ainda nesta segunda-feira, com o primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, e com o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg.
A Suécia e a vizinha Finlândia encerraram décadas de não-alinhamento militar para se candidatarem à adesão à Otan, após a invasão da Ucrânia pela Rússia. A Finlândia entrou oficialmente em abril.
- Mapa de rota claro -
Para dissuadir a Rússia de iniciar novas ofensivas, Kiev, e também os países da Europa Oriental, pedem à aliança militar que estabeleça um roteiro claro nestes dois dias de cúpula. Estados Unidos e Alemanha insistem, no entanto, em uma promessa vaga sobre a adesão futura da Ucrânia, sem definir um cronograma.
"Não acho que esteja pronta para ingressar na OTAN", disse Biden à rede CNN, acrescentando que também não há unanimidade entre os aliados sobre a integração da Ucrânia "no meio de uma guerra".
"Estaríamos em guerra com a Rússia se esse fosse o caso", alertou.
O Kremlin considera que a entrada de Kiev na aliança seria "muito negativa" para a segurança na Europa.
Para contrabalançar essa posição e mostrar seu apoio, vários pesos-pesados da Otan negociam possíveis compromissos de fornecimento de armas de longo prazo para Kiev, especialmente porque as forças ucranianas lançaram uma contraofensiva em junho para retomar as áreas ocupadas pela Rússia. As tropas ucranianas avançam lentamente, porém.
Nesta segunda-feira, Kiev anunciou ter liberado 14 km2 de território na semana passada, ou um total de 193 km2 desde junho, e recuperado algumas posições-chave perto de Bakhmut (leste).
- Bombas de fragmentação -
Desde o início da invasão russa da Ucrânia em fevereiro de 2022, o país recebeu dezenas de bilhões de dólares em equipamentos militares.
Na sexta-feira, Washington prometeu enviar as controversas bombas de fragmentação. Proibidas em muitos países, este tipo de armamento mata indiscriminadamente, ao dispersar pequenas cargas explosivas antes ou depois do impacto. Podem causar inúmeras civis, como dano colateral.
Biden, que reconheceu ter sido uma decisão "difícil", reuniu-se hoje, em Londres, com o primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, que pediu no fim de semana que não esse tipo de bomba não seja utilizado.
A China advertiu sobre os "problemas humanitários" que tais munições podem causar. A Rússia denunciou seu envio, classificando-o como "demonstração de fraqueza".
A guerra na Ucrânia, que completou 500 dias no fim de semana, deixou 9.000 civis mortos, incluindo 500 menores de idade, segundo a ONU, que acredita que o número de vítimas é muito maior.
W.Moreno--AT