-
Adversário reconhece De la Espriella como presidente eleito da Colômbia
-
Novo formato ressuscita fantasma da manipulação de resultados na Copa
-
Juan Manuel Cerúndolo avança para as quartas de final em Eastbourne
-
Surto de hantavírus deve ser encerrado oficialmente em 2 de julho (OMS)
-
França detecta primeiro caso de ebola fora da África durante surto atual
-
Sem Almirón, Paraguai enfrenta Austrália por sobrevivência na Copa
-
Trump se recusa a promulgar lei de habitação até Congresso aprovar reforma eleitoral
-
Democrata acusa Trump de bloquear ponte entre EUA e Canadá para ajudar doador
-
França detecta caso de ebola em médico que chegou da RDC
-
Andreeva e Swiatek são eliminadas na estreia em Bad Homburg
-
Rubio promete defender interesses dos países do Golfo nas negociações com Irã
-
A briga acirrada pela Chuteira de Ouro da Copa do Mundo 2026
-
Descoberta aproxima cientistas da misteriosa fronteira dos buracos negros
-
Alemanha, a difícil adversária do Equador na Copa do Mundo
-
Ativistas de flotilha para Gaza denunciam suposto abuso 'cruel' e 'sádico'
-
Messi completa 39 anos no topo do mundo
-
Candidato de esquerda da Colômbia reconhece De la Espriella como presidente eleito
-
FIFPro comemora sentença à Lazio por rescindir contrato de jogadora grávida
-
Irã apresenta acordo para acabar com a guerra como 'declaração de derrota dos EUA'
-
Grand Theft Auto, em números
-
COI escolherá sede dos Jogos Olímpicos de 2036 com novo procedimento
-
Onda de calor sufoca Europa e coloca redes elétricas à prova
-
'Grand Theft Auto VI' abre pré-venda na quinta-feira
-
Irã apresenta acordo para acabar com a guerra como 'declaração de derrota dos Estados Unidos'
-
Anderson adiciona toques de festa à sua coleção para Dior em uma Paris escaldante
-
Sánchez nega 'corrupção generalizada' no governo espanhol
-
China defende regulamentação da IA antes de 'perder o controle'
-
Última rodada da primeira fase da Copa começa e qualquer tropeço pode ter consequências graves
-
Keiko Fujimori, a herdeira com um sobrenome que divide os peruanos
-
Keiko Fujimori alcança vantagem irreversível na eleição peruana
-
Colômbia vence RD Congo (1-0) e avança aos 16-avos de final da Copa do Mundo
-
Economia argentina mantém ritmo de crescimento no 1T
-
Apesar de já classificado em 1º, México não facilitará contra República Tcheca, garante técnico Aguirre
-
Governo da Bolívia está 'forçando uma guerra civil', diz Evo Morales à AFP
-
Ancelotti confirma que Neymar está pronto para estrear contra a Escócia na Copa
-
Enner Valencia é alvo de críticas no Equador às vésperas de jogo decisivo contra Alemanha
-
AJ Dybantsa é selecionado pelos Wizards como 1ª escolha do Draft da NBA
-
Croácia elimina Panamá (1-0) e segue viva na Copa do Mundo
-
Kim diz que vai equipar Marinha norte-coreana com armas nucleares
-
Técnico da República Tcheca faz autocrítica, mas confia em "milagres" contra o México
-
Ações de tecnologia derrubam bolsas mundiais
-
Já classificada em 1º lugar do Grupo D, seleção dos EUA relaxa em 'oásis' californiano
-
Entre vaias e dúvidas, o já classificado México busca convencer contra a República Tcheca
-
Inglaterra e Gana empatam sem gols, mas ficam perto dos 16-avos da Copa
-
'Todos apoiam Achraf Hakimi', garante goleiro marroquino Munir El Kajoui
-
Sem mísseis, Irã seria 'igual a Gaza', diz presidente
-
'Eu sempre chego', responde CR7 aos que diziam que ele 'estava aposentado'
Milhares são retirados de áreas inundadas na Ucrânia após destruição de represa
Equipes ucranianas e forças de ocupação russas retiraram milhares de civis, nesta quarta-feira (7), das áreas inundadas após a destruição da represa de Kakhovka, em uma área controlada pela Rússia no sul da Ucrânia, situação que gera temores de uma catástrofe humanitária e ecológica.
A Rússia também acusou Kiev de ter explodido, em um "ato terrorista", um trecho do duto de amônia que conecta a cidade russa de Togliatti a Odessa, no sul da Ucrânia, essencial para a exportação dessa substância e de fertilizantes.
Moscou e Kiev culpam um ao outro pelo ataque à represa na terça-feira, que fornece água para a Crimeia, anexada pela Rússia em 2014.
Em sua primeira reação pública ao ocorrido, o presidente russo, Vladimir Putin, o descreveu como uma "atrocidade" cometida por Kiev, que causará "um desastre ambiental e humanitário em grande escala", durante uma ligação com seu contraparte turco, Recep Tayyip Erdogan.
As ruas da cidade de Kherson, sob controle ucraniano desde novembro, a 70 km da represa de Kakhovka, estavam totalmente inundadas. Uma moradora, Natalia Korj, de 68 anos, contou que teve que nadar para sair de sua casa.
"Todas as casas estão debaixo d'água. Minha geladeira está flutuando, o freezer também. Estamos acostumados com os disparos, mas uma catástrofe natural é um verdadeiro pesadelo. Não esperava", disse à AFP, descalça e com as mãos paralisadas pelo frio, depois de ser resgatada pelos serviços locais.
O nível da água está aumentando "dois centímetros a cada meia hora", informou à AFP Laura Musaiyane, do centro meteorológico de Kherson.
Segundo o ministro ucraniano do Interior, Igor Klymenko, 1.894 pessoas foram evacuadas de áreas sob controle de seu país, para onde mais de 1.600 socorristas e policiais foram enviados. Trinta localidades, apontou ele, foram inundadas, das quais dez são controladas por Moscou.
As autoridades ucranianas terão que evacuar "mais de 17.000 civis", disse o procurador-geral, Andrii Kostin, na terça-feira.
Por sua vez, as autoridades da ocupação russa retiraram "mais de 4.000 pessoas" e declararam estado de emergência na parte da região de Kherson que controlam.
Não se sabe quantos civis deixaram as áreas inundadas por conta própria.
Diante da situação, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, declarou-se "chocado" nesta quarta-feira com a falta de ajuda humanitária.
"As Nações Unidas e os representantes da Cruz Vermelha não estão lá. Todas essas horas e ainda não estão lá", disse Zelensky em entrevista divulgada pelos veículos alemães Welt TV e Bild.
- Água até a cintura -
Os aliados ocidentais de Kiev criticaram o ataque, que pôs em risco as vidas de civis em uma região já devastada pela guerra.
A Casa Branca afirmou que haverá "provavelmente muitas mortes".
O presidente francês, Emmanuel Macron, condenou esse "ato odioso" e anunciou o envio, "nas próximas horas", de "ajuda para atender às necessidades imediatas" da Ucrânia.
O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, anunciou uma reunião de coordenação dos serviços de resgate na quinta-feira, por videoconferência, com o ministro ucraniano das Relações Exteriores, Dmytro Kuleba.
A China, aliada-chave da Rússia, expressou sua "profunda preocupação" com o "impacto humano, econômico e ambiental" da explosão.
O presidente turco sugeriu a criação de uma comissão de investigação internacional sobre o incidente, durante uma conversa por telefone com Zelensky.
- Sem risco nuclear imediato -
Mais de 150 toneladas de óleo de motor se espalharam no rio, e milhares de hectares de terras cultiváveis ficarão inundadas, de acordo com Kiev.
Já foram também registradas "perdas de peixes", alertou o Ministério da Agricultura ucraniano nesta quarta, acrescentando que haverá escassez de água para irrigação, pois o reservatório de Kakhovka está esvaziando.
A destruição parcial da represa, construída nos anos 1950, traz preocupações sobre as consequências para a usina nuclear de Zaporizhzhya, localizada 150 km rio acima, pois é ela que garante seu resfriamento.
No entanto, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) enfatizou que "não há perigo nuclear imediato".
Várias pessoas ficaram feridas e o incidente afetou instalações "cruciais para garantir a segurança alimentar no mundo", afirmou nesta quarta a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova.
Antes do conflito, o duto permitia que a Rússia exportasse anualmente mais de 2,5 milhões de toneladas de amônia, um componente fundamental para fertilizantes, principalmente para a União Europeia. Desde fevereiro de 2022, estava desativado, mas Moscou esperava voltar a utilizá-lo.
T.Sanchez--AT