-
EUA e Irã assinam acordo para encerrar guerra no Oriente Médio
-
Gana vence Panamá nos acréscimos (1-0) na estreia na Copa de 2026
-
Raúl Castro apoia reformas econômicas em Cuba
-
Do G7 a Versalhes: a relação de ouro entre Macron e Trump
-
Técnico da Coreia do Sul minimiza impacto de drone que sobrevoou treino de sua equipe
-
EUA e Irã confirmam que assinaram acordo para encerrar guerra no Oriente Médio
-
Inglaterra mostrou o nível que pode alcançar na vitória sobre a Croácia, diz Kane
-
Em busca do 1º lugar do Grupo A, México enfrenta Coreia do Sul em Guadalajara
-
Com 2 gols de Kane, Inglaterra vence Croácia (4-2) em sua estreia na Copa
-
Messi faz trabalho de recuperação após seu primeiro show na Copa de 2026
-
Lula brinca sobre 'contratar' Messi para jogar na Seleção
-
Hezbollah diz que Líbano vive 'momento decisivo' após acordo Irã-EUA
-
Estreia ruim 'assustou', mas Brasil pode fazer boa Copa, diz Danilo
-
Últimos desdobramentos ligados ao acordo entre Irã e EUA
-
Fed mantém taxas de juros e não descarta aumentá-las até final do ano
-
Mãe de Vozinha, goleiro de Cabo Verde, obtém visto para viajar à Copa do Mundo
-
RD Congo arranca empate com Portugal (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
G7 comemora a 'mudança' de Trump sobre a Ucrânia
-
Uefa multa Olympique de Marselha e Roma por descumprirem fair-play financeiro
-
Morre Eric Roy, técnico do Brest, aos 58 anos
-
Rede social W, concorrente europeia do X, lança sua versão pública
-
Sabalenka estreia com vitória no WTA 500 de Berlim; Gauff é eliminada
-
Bernardo Silva se junta ao novo Real Madrid de Mourinho
-
Neymar é festejado pelos companheiros após primeiro treino com a Seleção na Copa
-
Dirigentes comunistas cubanos discutem reformas econômicas sob pressão dos EUA
-
Mangione vai alegar problema psiquiátrico em julgamento por homicídio de executivo
-
Yamal e o controle de expectativas: copo meio cheio ou meio vazio?
-
Lorenzo Musetti está fora de Wimbledon devido a lesão
-
Mbappé busca quebrar recordes e fazer história na Copa do Mundo
-
Feyenoord anuncia Van Bronckhorst como novo técnico
-
Trump freia confirmação no Congresso de seu chefe de inteligência
-
Los Angeles sediará décima edição da Laver Cup em 2027
-
Real Madrid envia ofício à Uefa para que 'Caso Negreira' seja retomado
-
G7 pede que empresas de tecnologia criem ferramentas para proteger menores online
-
Últimos desdobramentos do acordo entre Irã e EUA
-
Príncipe Harry e família viajarão ao Reino Unido pela 1ª vez em quatro anos, segundo imprensa
-
Tigre, continência, K-pop, camisa da seleção: os símbolos do 2º turno na Colômbia
-
Messi tem atuação histórica na Copa, que aguarda estreia de Ronaldo
-
Jeff Bezos sonha em devolver o planeta ao seu estado pré-industrial
-
Parlamento Europeu aprova criação de centros de deportação de migrantes fora da UE
-
Casemiro, o homem de confiança de Ancelotti que está sob pressão
-
Líderes do G7 celebram avanços no Irã e Ucrânia antes de debate sobre IA
-
Zapatero defende sua honestidade após depor por mais de três horas à Justiça espanhola
-
'Toy Story 5': os brinquedos declaram guerra às telas
-
Empresa dinamarquesa elimina chefias para melhorar desempenho
-
Messi será o melhor 'até quando quiser', diz Scaloni
-
Princesa das Astúrias homenageia a pioneira do espaço Christina Koch
-
Real Madrid anuncia contratação do português Bernardo Silva até 2028
-
Princesa da Noruega recebe transplante de pulmão 'bem-sucedido'
-
'Eu sou o chefe', afirma Trump aos líderes reunidos no G7
Em rara aparição na CNN, um combativo Trump se recusa a aceitar derrota eleitoral
Um combativo Donald Trump fez uma rara aparição ao vivo na rede CNN na quarta-feira (10). No ar, repetiu suas falsas alegações de fraude na eleição de 2020 e disparou insultos. Também zombou de uma ex-colunista de revista, que o acusou de abuso sexual e de difamação, em um processo no qual o republicano foi declarado culpado.
Trump participou do "CNN Town Hall", de cerca de uma hora de duração, um programa denunciado por ele como "fake news", constantemente, durante seu período na Casa Branca. No episódio de ontem, o republicano respondeu um amplo leque de questões, incluindo guerra na Ucrânia, limite da dívida, imigração e seus inúmeros desafios na Justiça.
“A maioria das pessoas entende que o que aconteceu foi uma eleição fraudada”, afirmou Trump sobre sua derrota na eleição presidencial de 2020 para o democrata Joe Biden.
Se reeleito, disse que perdoará uma "grande parte" das centenas de seus apoiadores presos por seu envolvimento no ataque de 6 de janeiro de 2021 ao Capitólio americano, em Washington, D.C..
"Eles estavam lá com amor em seus corações", acrescentou o republicano, de 76 anos, sobre os invasores que tentaram impedir a certificação da vitória eleitoral de Biden, então em curso no Congresso.
Favorito para a indicação presidencial republicana para a corrida presidencial de 2024, Trump se recusou a se comprometer a aceitar, sem reservas, os resultados da próxima disputa pela Casa Branca, ao ser pressionado pela âncora da CNN Kaitlin Collins, mediadora do evento.
“Se eu achar que é uma eleição honesta, com certeza eu aceitaria”, disse Trump.
O ex-presidente também comentou as tensas negociações entre a Casa Branca do democrata Joe Biden e o Congresso sobre o aumento do limite da dívida dos Estados Unidos. Em sua fala, convocou os legisladores republicanos a não fazerem isso, se os democratas não concordarem com os cortes de gastos.
“Eu digo que os republicanos lá fora, congressistas, senadores, se eles não derem cortes em massa, vocês terão que entrar em default”, afirmou Trump, antes de rapidamente acrescentar que considera esse cenário como improvável.
Sobre a guerra na Ucrânia, Trump disse que o presidente russo, Vladimir Putin, cometeu um "tremendo erro" ao invadir, mas se recusou a dizer quem ele quer que ganhe a guerra, ou se continuaria a fornecer assistência militar à Ucrânia, se fosse reeleito.
"Não penso em termos de ganhar e perder. Penso em termos de resolver as coisas", explicou.
"Eles estão morrendo, russos e ucranianos. Quero que parem de morrer e farei isso em 24 horas", completou.
Trump criticou Biden por sua forma de lidar com a imigração. Para ele, esta quinta-feira (11), com o fim da "Título 42", uma política implementada por ele durante a covid-19, será um "dia da infâmia" ao longo da fronteira dos Estados Unidos com o México.
"Você vai ter milhões de pessoas entrando no nosso país", antecipou, sugerindo que voltaria a instituir a política de separação de famílias na fronteira.
"Quando você tem essa política, as pessoas não vêm", disse ele. "Eu sei que parece duro", completou.
- 'Mais quatro anos disso?' -
A passagem pela CNN foi vista como o primeiro grande teste da campanha presidencial de 2024 para Trump, que, desde o anúncio de sua candidatura, fez apenas alguns poucos comícios diante de multidões.
Biden, que anunciou no mês passado que buscará a reeleição, respondeu à aparição de Trump com um apelo de arrecadação de fundos.
"É simples, pessoal", tuitou. "Vocês querem mais quatro anos disso?".
A aparição na CNN ocorreu apenas um dia depois de Trump ter sido condenado por um júri de Nova York a pagar US$ 5 milhões (por volta de R$ 24,7 milhões na cotação atual) em danos à agora ex-colunista da revista "Elle" E. Jean Carroll. Ela acusou-o de estuprá-la no vestiário de uma loja de departamentos de Manhattan em 1996.
Trump repetiu veementemente suas negações e chamou Carroll de "maluca".
Ainda sobre processos na Justiça, disse se tratar do "trabalho dos democratas" para minar sua pré-candidatura para ser o indicado republicano na eleição de 2024.
"Estão fazendo isso para interferir nas eleições", minimizou.
No programa, Trump teve uma série de trocas irritadas com Collins, ex-correspondente da CNN na Casa Branca, chamando-a de "pessoa desagradável" em um ponto, enquanto jogava para uma amigável plateia republicana, que respondeu com repetidos aplausos e risadas.
De acordo com a emissora, o público era composto de republicanos do estado de New Hampshire e de eleitores não declarados que planejam votar nas primárias presidenciais republicanas de 2024 do estado, as primeiras do país.
A.Ruiz--AT