-
Israel transmite aos Estados Unidos suas 'preocupações' sobre o plano para Gaza
-
BitMart 面臨解釋壓力:SNC SCANDIC COIN 提現八天後仍無 TXID
-
Candidato de Trump a procurador-geral anuncia acordo com senadores após impasse
-
Cuba sofre novo apagão
-
Milei reitera acusações contra Lula: "é um ladrão, é um corrupto"
-
As principais mudanças de postura de Trump após suas ameaças contra o Irã
-
Sabalenka defende posto de número 1 do mundo no WTA 1000 de Toronto
-
Zverev mantém cautela em relação aos torneios Masters 1000 de 12 dias
-
Chelsea anuncia contratação do argentino Valentín Barco
-
Tenista russa Kristina Liutova, de 16 anos, é campeã do WTA 250 de Memphis
-
Famílias marroquinas continuam sem notícias de entes queridos que foram para Ceuta
-
Irã diz estar perto de acordo com Omã sobre Ormuz
-
Lula oficializa candidatura à reeleição e buscará um último mandato
-
Infantino vai do céu ao inferno em apenas duas semanas
-
Dois pilotos morrem em colisão de helicópteros que combatiam incêndios na Grécia
-
MP do Peru investiga acidente de avião de pequeno porte perto das Linhas de Nazca
-
Lula oficializa candidatura à reeleição
-
Kolo Muani deixa PSG e é contratado em definitivo pela Juventus
-
PSG anuncia transferência em definitivo de Kolo Muani à Juventus
-
Real Madrid comemora 'boa notícia' da retirada do plano comercial da Fifa
-
Francês Arthur Gea vence Shapovalov e é campeão do ATP 250 de Los Cabos
-
'A queda em desgraça mais rápida', diz ex-diretor do COI sobre Infantino
-
Técnico do Tottenham coloca continuidade de Richarlison no clube em dúvida
-
Grécia combate vários incêndios
-
Energia elétrica retorna a Havana e oeste de Cuba após falha na rede
-
Lula busca reeleição sob a sombra de Trump
-
Lula, a figura central da esquerda em uma corrida contra o tempo
-
Trump afirma que EUA e Israel adiarão ataques contra o Irã
-
Opep+ aumenta cota de produção de petróleo em 188 mil barris por dia
-
Ao menos 72 migrantes morreram durante tentativa de entrar em Ceuta
-
Equipes de resgate encontram corpo do alpinista Nirmal Purja
-
Grécia enfrenta vários incêndios
-
Incêndio em balsa na Indonésia deixa 5 mortos e 41 desaparecidos
-
Ao menos 72 migrantes morreram ao tentar entrar em Ceuta
Hezbollah diz que Líbano vive 'momento decisivo' após acordo Irã-EUA
O secretário-geral do movimento pró-Irã Hezbollah, Naim Qassem, pediu nesta quarta-feira (17) que as autoridades libanesas aproveitem "o momento decisivo" do acordo entre Irã e Estados Unidos.
O Líbano mantém desde abril negociações diretas com Israel, que o Hezbollah rejeita e que Beirute desvinculou das negociações entre americanos e iranianos. Uma nova rodada de negociações com Israel está prevista para a próxima semana.
O presidente libanês, Josef Aoun, ressaltou hoje que "o processo de negociação" com Israel é "independente" do acordo entre Estados Unidos e Irã, que visa a encerrar a guerra desencadeada por ataques israelenses e americanos contra a república islâmica em fevereiro. O Líbano entrou no conflito em 2 de março, quando o Hezbollah atacou Israel em resposta à morte do líder iraniano, assassinado dois dias antes.
Em um discurso na TV, Naim Qassem felicitou "o povo iraniano, a resistência e os povos (...) sedentos de independência e liberdade por esta grande vitória" e pediu que ela seja "aproveitada" no Líbano para "expulsar Israel" do território.
Nesse sentido, afirmou que as negociações do Líbano com Israel deveriam se limitar à "segurança mútua" e rejeitou incluir o desarmamento do grupo xiita entre as condições, por considerá-lo uma "estratégia israelense para ficar com tudo e arruinar o país".
Uma quinta rodada de negociações entre Líbano e Israel está prevista para a próxima semana, em Washington. Os dois países não mantêm relações diplomáticas.
"As garantias que recebemos e no que insistimos é em que o processo de negociação é independente, embora, sem dúvida, apoiemos o cessar-fogo e qualquer país que nos ajude, incluindo o Irã", disse Aoun. "O Estado libanês é dono de suas decisões e, pela primeira vez, conduz as negociações por conta própria, sem que ninguém negocie em seu nome."
Naim Qassem destacou que "a principal exigência" do Líbano deve ser o restabelecimento da soberania no sul de seu território, invadido por tropas israelenses. "Tudo o que estiver relacionado à organização de nossa situação interna, seja a questão das armas, da economia, da estratégia de segurança nacional ou da estratégia de defesa... tudo deve ficar completamente fora das negociações", declarou.
Desde o anúncio do acordo entre Teerã e Washington, o Hezbollah reduziu a frequência de seus ataques contra o exército israelense. Os ataques de Israel também diminuíram, mas causaram cinco mortes desde segunda-feira, segundo um veículo estatal.
Th.Gonzalez--AT